quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Saiba como escolher a melhor areia higiênica para seu gato


Confira nossas dicas sobre o que você deve observar na hora de comprar a areia higiênica ideal.

Quem já teve ou tem gato sabe: achar a melhor areia higiênica para o animal é um desafio, pois precisamos pensar no custo-benefício do produto e na saúde do animal, o que muitas vezes não é fácil de encontrar por aí.

Pensando nos donos de primeira viagem e até nos mais experientes que ainda não encontraram a areia sanitária ideal para o bichano, temos dicas importantes na hora de comprar a areia higiênica. Vamos a elas?

O que escolher e pesquisar sobre areia higiênica?

Primeiramente, não leve em conta o quesito preço-peso porque um granulado higiênico mais barato não rende da mesma forma nem é tão prático quanto aqueles que oferecem maior custo-benefício. Isso porque areias de baixa qualidade normalmente não são boas, já que de forma geral são muito utilizadas, fazem sujeira e nem sempre absorvem de forma satisfatória a urina do animal.

Fique de olho na embalagem do produto. Se areia formar torrão, por exemplo, estará contida esta informação na embalagem. E por falar em torrão, isso deve ser levado em conta na hora da aquisição da areia porque facilita a limpeza da caixa. Olhe a quantidade de absorção de líquido. As areias consideradas melhores são aquelas que absorvem mais líquido que seu próprio peso.

Quer mais dicas?

Areias perfumadas nem sempre são boas porque podem conter produtos químicos que fazem mal tanto para os donos como para os gatos. O ideal é que você escolha aquelas que inibam o odor. São as que têm bicarbonato de sódio e algumas outras substâncias, por exemplo.

A última e talvez a mais legal das dicas é da areia biodegradável. Caso você queira comprar um granulado higiênico deste tipo saiba que você poderá descartá-lo no vaso sanitário ou até no jardim, dependo do tipo de areia. Assim, você não gera tanto lixo, tem mais facilidade na hora da limpeza da caixinha e ainda contribui para o meio ambiente.

Nossos gatos são como se fossem nossos filhos e nunca é demais tratá-los com carinho, amor e oferecer o nosso melhor, que pode ser traduzido em bons produtos, como uma boa areia higiênica para facilitar nossas vidas e dos nossos bichanos.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Faça um creme dental caseiro para o seu cachorro


Economize dinheiro e cuide da higiene bucal do seu cãozinho.

Os cremes dentais próprios para animais de estimação vendidos em pet shops são perfeitamente seguros, até porque os animais não cospem após a escovação, eles têm o reflexo de engolir. Mas se você tem um cachorrinho e quer economizar um dinheiro, damos a dica de um creme dental caseiro e eficiente para seu melhor amigo.

Ingredientes

• Um terço de colher de chá de sal;
• Seis colheres de chá de bicarbonato de sódio;
• Quatro colheres de chá de glicerina;
• Uma folha de hortelã picada;

Como fazer

Misture todos os ingredientes em uma tigela que tenha tampa; adicione algumas gotas de água e mexa bem até ficar homogêneo.

Use uma quantidade bem pequena para escovar os dentes de seu cão e guarde o que sobrar na própria tigela tampada em um local seco, arejado e longe de fontes de luz.

Mas espere aí, como assim escovar os dentes do cachorro?

Muita gente nem pensa nisso, mas a higiene bucal dos animais é muito importante. Não só do cão, como do gato também (não citamos gatos anteriormente porque são animais muito sensíveis e se intoxicam com facilidade. Para o gato, prefira os cremes dentais industrializados, que são mais seguros - não se esqueça de reciclar a embalagem).

Escovar os dentes de seu animal ao menos três vezes por semana ajuda a evitar a formação de placas bacterianas (o famoso “tártaro”), que causam inflamações na gengiva e perda dos dentes. Em casos avançados de doença periodontal, as bactérias podem invadir os vasos sanguíneos da boca e atingir a circulação, tendo acesso a qualquer órgão do corpo do animal e causando as mais variadas doenças.

Para acostumar seu pet a escovar os dentes, vá aos poucos: primeiro, faça-o se acostumar com seu dedo na boca dele. Depois, permita que ele lamba a pasta de dentes, veja se consegue esfregar um pouco de pasta na boca dele com o dedo. O próximo passo é apresentar a escova de dente (pode ser uma escova infantil ou uma própria para animais) esfregando-a do lado de fora da boca do animal. Quando ele se acostumar, comece a esfregar os dentes. Depois de todos esses passos, o animal está pronto para permitir que seus dentes sejam escovados. Para facilitar este treinamento, ofereça petiscos a cada avanço e comece o mais cedo possível, de preferência ainda filhote (pode ser uma semana depois da terceira dose da primeira vacina).

Atenção: assim como os xampus, os cremes dentais destinados a humanos não são recomendáveis para animais, mesmo que também sejam caseiros, pois, como já foi dito, os animais vão engolir o creme.


terça-feira, 7 de outubro de 2014

O que você precisa saber antes de comprar um animal de estimação?


Adotar é a melhor opção, mas o que fazer quando a gente se encanta por um bichinho de raça?

Quem quer um animal de estimação deve escolher a espécie certa para sua família, conversando com todos da casa e ter em mente que a atitude mais sustentável é adotar um animal que foi tirado das ruas. Mas mesmo sabendo todas as vantagens da adoção, não podemos negar: existem raças de animais que são uma fofura. O focinho comprido do setter irlandês, a majestade do maine coon… a lista é grande. Eles são lindos, mas comprar um animal saudável e criado de forma correta não é tão simples quanto parece.

Os criadores responsáveis de raças são poucos. O que mais se encontra por aí são “fabricantes” de raças: pessoas que colocam os animais para cruzar precocemente, mais vezes por ano do que suportam, com parentes diretos (filhos, irmãos, primos, etc), sem se importar com doenças genéticas e vivendo em péssimas acomodações. Tudo para produzir filhotes sem parar, visando apenas o lucro.

Um criador responsável deverá se preocupar com:

• O bem estar dos animais, garantindo alimentação adequada, um ambiente higiênico e espaçoso, e atendimento médico veterinário regular;

• A genética dos animais, conhecendo os problemas típicos da raça que cria (por exemplo, a síndrome braquiocefálica em animais que têm o focinho achatado, como gatos persa e cães das raças pug, bulldog, entre outras). O criador responsável não permite a reprodução dos animais que tenham esses problemas, portanto deve ter sempre um atestado de saúde para cada um de seus animais;

• Ainda no atestado de saúde, o diagnóstico negativo para as doenças sexualmente transmissíveis dos animais, como a brucelose canina;

• Os cuidados que o animal receberá na nova casa, entrevistando o futuro dono e querendo saber notícias do animal durante toda a sua vida. O criador nunca vende um animal pela internet (pode até anunciar, mas só vende após conhecer o comprador pessoalmente);

• Ajudar o comprador a escolher os filhotes, mostrando a ninhada e os pais em sua acomodação e sendo honesto sobre o comportamento do animal;

• A sociabilização dos filhotes, para que não tenham medo na nova casa e assim não tenham reações indesejadas, como fugir;

• A capacidade de reprodução dos animais, não permitindo que cruzem quando estão velhos para isso e nem mais do que uma vez por ano, para não chegarem a um estado de exaustão. Além disso, o trabalho que os filhotes dão é extenso, então não há tempo para cuidar de várias ninhadas de uma vez;

• Os reprodutores aposentados, encontrando lares para eles;

• Caso o animal seja devolvido pela família, o criador deve recebê-lo e encontrar um novo lar para ele;

Se quiser um animal silvestre, procure criadores certificados pelo Ibama. Não contribua com o tráfico, pois é uma prática que degrada o meio ambiente e é uma forma de maus-tratos aos animais (saiba mais).

Não compre um animal só porque é bonito ou está na moda. Antes de tudo, pense no compromisso de ter um ser vivo sob seus cuidados. E, principalmente, nunca dê um animal de presente, pois se já é difícil pegar a responsabilidade para você, imagine colocá-la nas mãos de outra pessoa.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Dia das Crianças - Animais de Estimação Não São Brinquedo!


Quando se sentir em condições reais de adotar um animalzinho de estimação, para valer e para sempre, daí sim, adote.

A responsabilidade e o compromisso são com uma vida real, que sente!

“Está chegando o dia das crianças. E apesar de sabermos o quanto as crianças se beneficiam da companhia de bichinhos, estamos falando de vidas, que não podem ser ‘dadas’ como presente, no impulso, ‘porque meu filho não pára de chorar’.

Animais de estimação ajudam sim as crianças a aprenderem responsabilidade, respeito, amor.

Mas não pense que uma criança pode e irá se responsabilizar 100% pelos cuidados de um animal. No fim, quem terá que correr atrás de veterinário, comprar ração e garantir que o bichinho seja alimentado, limpar caixinha, limpar xixi/cocô feitos em lugar errado, levar pra passear, e arcar com os (às vezes muitos) gastos, SÃO OS PAIS.

Portanto, a não ser que você, adulto, esteja disposto a também se responsabilizar por mais essa vida – e pra sempre! – pense muito bem no que dará ao seu filho no dia das crianças.”

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Para viver em paz com os vizinhos, donos de cães precisam se ‘adestrar’


Os cães estão entre os principais motivos de conflitos entre moradores de condomínios, principalmente pelo barulho que podem fazer. De acordo com um levantamento da Lello Condomínios, o barulho excessivo e nos fins de semana respondem por 40% das multas aplicadas aos moradores, e nelas estão incluídos ruídos causados pelos bichos nas áreas comuns. A razão para isso, em geral, é a falta de bom senso dos seus donos, e são situações que poderiam ser resolvidas com a obediência às regras do prédio.

“Conflitos por causa de cachorros são comuns em todos os padrões de condomínio”, afirma Omar Anauate, diretor de Condomínio da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic). Os regulamentos internos atuais fazem restrições à presença de animais que causem grande incômodo, como excesso de barulho e mau cheiro, ou sejam agressivos e representem risco para os demais moradores.

“As convenções mais antigas proibiam a presença de animais nos prédios, mas se o animal tiver comportamento adequado, os donos conseguem na justiça garantir sua presença nos condomínios”, explica ele.

Os animais também não podem prejudicar a tranqüilidade e a higiene do condomínio e nem a saúde dos demais moradores.

“É importante que o dono tenha bom senso e não deixe sujeira nas áreas comuns e não deixe o animal fazer barulho”, destaca Hubert Gebara, diretor do Grupo Hubert de Administração de Condomínios e vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

“Em determinados casos, com o animais selvagens como cobras, lagartos, iguanas, entre outros, e sempre que houver dúvida, o síndico não deve assumir a responsabilidade e deve convocar uma assembleia para que o maior número possível de moradores opine, pois a assembléia é o órgão soberano do condomínio. O condomínio só não pode decidir sobre algo que desobedeça as leis municipais, estaduais e federai sem vigor.”

A gerente de marketing Andréa Farias, 37 anos,tem cachorro em casa e acredita que o segredo para evitar conflitos é saber conviver em comunidade. Ela mora em um condomínio com quatro edifícios no Morumbi e diz que, seguindo as normas do local – como usar o elevador de serviço, manter o cão na guia e levá-lo para fazer as necessidades na rua sem esquecer de recolher as fezes -, não há como ter problemas.

“Meu cachorro, o Toddy, é mini pincher e fica o dia todo sozinho e passa a maior parte do tempo dormindo e só late quando alguém passa no corredor”, conta.

“Tenho convivência tranquila porque observo as normas. O condomínio ainda recomenda antes de entrar no elevador perguntar se as pessoas se incomodam de subir como cachorro.”

Fonte: Revista Zap

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Organize a casa para evitar acidentes com os pets


Fios soltos, janelas sem telas e produtos de limpeza mantidos em lugares impróprios podem causar um desastre com os animais de estimação.

Além de trazerem alegria ao lar, animais de estimação ajudam a diminuir as chances de bebês adoecerem, segundo pesquisa publicada na “Pediatrics”. Assim como as crianças, os pets também precisam de alguns cuidados dentro de casa para evitar que sofram acidentes.

O cuidado que se deve ter em casa com o animal é similar ao que o que se tem com as crianças, de acordo com Valéria Pires Correa, diretora técnica do Grupo Pet Center Marginal. “A criança tem sempre um adulto por perto, já os bichos de estimação passam muito tempo sozinhos, sem supervisão”, explica. Portanto, sua segurança precisa ser bem planejada e a casa adaptada para que eles não se machuquem.

Fios - Gatos gostam de brincar com fios e, ao encontrarem um cabo solto, podem encará-lo como um brinquedo e aí então se arriscam a um enforcamento. Fios desencapados e extensões também podem causar um curto-circuito ao terem os animais interagindo com eles. O ideal é agrupar os cabos e deixá-los fora do alcance dos animais. É perigoso que, ao puxar o fio, o eletrodoméstico caia em cima dele.

Tomadas também devem ser protegidas com protetores, pois os filhotes são muito curiosos e podem ser eletrocutados, caso não haja este cuidado.

Janelas - Proteção nas janelas é fundamental. Muitos animais ficam com medo de fogos de artifício e trovão, e é muito comum que, no desespero, eles tentem pular do prédio ao ouvir o barulho. “Gatos gostam de ficar no beiral da janela. Por mais que estejam acostumados, um inseto ou passarinho pode chamar sua atenção e ele pode se desequilibrar”, diz Valéria. A profissional lembra que mesmo os felinos podem se machucar ao cairem de um lugar alto. Para evitar uma fatalidade, é preciso colocar grades ou telas.

Piscinas - Casas com piscinas também devem oferecer atenção redobrada para evitar afogamento de crianças e animais. “Há no mercado um tipo de proteção que cobre toda a piscina e, dependendo do porte do animal, eles podem até andar por cima dela”, diz a veterinária da Clínica Mister Vet Janaina Reis. Existem opções de coberturas e até esteiras automáticas que fecham o ambiente quando ele não é usado, além de cercas removíveis.

Produtos de limpeza – Todo tipo de material químico deve ser mantidos fora do alcance dos bichinhos. Assim como os remédios, os produtos de limpeza devem ser guardados em um armário fechado, no alto. “Uma lambida já pode causar queimadura na língua, estômago ou esôfago e evoluir para um quadro bem grave. Dependendo do líquido ingerido, pode levar o animal ao óbito”, alerta Janaina Reis, que também é veterinária do SalvaCão, projeto que ajuda animais de rua ou em situações de mau-tratos e violência. Segundo a profissional, os aromatizantes devem ser evitados dentro de casa, já que eles podem causar uma bronquite alérgica nos animais.

Cozinha – Um forno quente pode representar perigo de queimadura para os pets. “O indicado é afastá-los da cozinha no momento de cozinhar”, diz Valéria, que lembra que gatos sobem com facilidades em mesas e no fogão. Tanto os felinos quanto os cães podem derrubar uma panela e causar um desastre. Objetos que podem ser quebrados devem ficar em ambientes fechados, para que os animais não esbarrem e se machuquem.

Objetos pessoais – Os cachorros sentem a falta do dono quando ele está fora de casa. Por isso, é comum que eles peguem objetos com o cheiro do proprietário para matar a saudades durante o dia. Mas é preciso ter cuidado: “Itens pontiagudos podem machucar os cães”, diz Janaína. Mesmo as meias podem causar um dano ao animal. De acordo com a veterinária, engolir um artigo como este pode causar um problema sério e até levar à morte. Portanto, deixar a casa bagunçada pode facilitar um acidente com o pet.

Portão – “O ideal é que casas com cachorro tenham dois portões entre o animal e a rua, para garantir que, se um for aberto, ainda tem outro para não deixá-los fugir”, recomenda Janaína.

Um portão pequeno também é muito útil no começo de escadas, para evitar que animais pequenos caiam pelo vão dos degraus. Filhotes geralmente gostam de entrar embaixo da máquina de lavar roupa ou do sofá, principalmente se ouvem algum barulho que os assustam, como um rojão. Proteger o espaço com uma tábua é uma boa ideia, pois, caso contrário, eles podem não conseguir sair do cantinho sozinhos.

Portas de vidro também devem ser sinalizadas, principalmente se o imóvel é novo e o animal ainda não se habituou à casa. “O proprietário pode colocar um adesivo na parte debaixo do vidro para que o bicho visualize que tem uma barreira e não atravesse correndo”, diz Valéria.

Lixo – Os animais não devem ter acesso ao lixo da casa, pois é um lugar que possivelmente contém objetos tóxicos e cortantes. Coloque-o em latas que sejam de difícil abertura para evitar desagradáveis surpresas.

Fonte: Revista Zap

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

O que fazer para entreter animais que ficam sozinhos em casa?


Você pode criar brinquedos atraentes ou até mesmo recorrer à tecnologia do petchatz.

É sempre bom consultar um profissional para saber o que é mais adequado para entreter seu animal enquanto você está fora de casa. Na opinião da arquiteta Nátali de Mello, é importante entender seu comportamento e suas necessidades e prepará-lo para ficar sozinho em casa para que não destrua nenhum móvel ou objeto e também não fique infeliz.

“Uma boa dica para os iniciantes é, a princípio, reservar um local da casa para o animal se acostumar a ficar sozinho. Quando ele já estiver ambientado, libere o resto da casa aos poucos”, aconselha.

Para a arquiteta, o petchatz – aparelho constituído por um intercomunicador com microfone resistente a ser mordido, um sistema de captação de imagens e tela de LCD- é uma excelente solução para você vigiar o animal e lhe dar um pouco de atenção à distância. Mas essa pode ser uma solução um pouco cara para algumas pessoas.

“Se você tem um quintal, é legal fazer aquelas portinhas de cachorro para ele ter acesso ao quintal também. Assim pode aproveitar um pouco de sol e ficar mais relaxado, e também ter a oportunidade de ficar num lugar mais quentinho dentro de casa, se quiser”, recomenda. Para evitar que outros bichos entrem na sua casa durante a noite (ou até mesmo para a sua segurança), basta colocar uma trava nessa portinha e fechá-la nos horários que achar conveniente.

Deixe os brinquedos do seu pet bem acessíveis. É importante não dar todos os brinquedos ao mesmo tempo. Se ele tem cinco brinquedos, por exemplo, libere cada brinquedo por certo período de tempo. É uma maneira de ele não ficar entediado do brinquedo e sair roendo toda a casa. Reveze os brinquedos!

“Se seu animal é ativo, deixe a casa preparada para ele. Não espere que ele nunca mexa em nada da casa na sua ausência! Evite pequenos objetos ao alcance dele”, alerta Nátali.

Coloque brinquedos mais interativos. Algo que faça com que ele leve tempo para desmanchar ou descobrir algo. Por exemplo, dê um brinquedo com alguma ração dentro: ele levará um bom tempo se entretendo tentando pegar a comida e se esquecerá de roer o resto da casa!

Você mesmo pode fazer algum brinquedo, como uma garrafa pet recheada de ração. Faça pequenos furos nessa garrafa para o animal sentir o cheiro. Ele passará um tempo tentando abri-la para retirar a ração. Use pedaços de barbante para deixar brinquedos pendurados nas maçanetas e janelas. Alguns mais fáceis de tirar, e outros mais difíceis. Isso vai fazer com que ele gaste energia.

É importante fazer exercícios com o animal antes de você sair de casa. Assim, ele ficará cansado, relaxado, sem “aprontar” nada dentro de casa. Preocupe-se mais com o comportamento do seu animal! Um animal calmo, obediente e feliz ficará bem em qualquer ambiente.

Lembre-se de consultar um profissional para ajudá-lo com o treinamento do animal. Cada raça tem exigências diferentes e cada animal tem sua própria personalidade.

Fonte: Revista Zap Imóveis