segunda-feira, 20 de outubro de 2014

8 motivos para adotar um bicho de estimação


1 – A melhor companhia

Ter um bichinho de estimação em casa é simplesmente ter a melhor companhia que se pode ter, a qualquer momento e a qualquer hora.

Eles estarão sempre do seu lado em qualquer momento.

E o melhor: eles sentem quando estamos tristes, e é nesse momento que eles ficam ainda mais pertinho da gente! Nhoim!

2 – São anti-depressivos naturais

Alguns estudos indicam que os animais de estimação podem promover à saúde física e psicológica dos seus donos.

Ter um bichinho peludo pode ajudar pessoas que estão sofrendo de depressão moderada, forte e até profunda.

Outros estudos mostram que após uma pessoa ter um vínculo afetivo com um cachorro, elas passam a ter mais auto-confiança, abrindo novas portas para a comunicação com pessoas próximas e facilitando o tratamento da depressão.

Os gatos também ajudam a tratar pessoas depressivas e introspectivas.

3 – Previnem doenças

Pesquisas indicam que pessoas que tem um animal de estimação tem menos chances de desenvolver problemas cardíacos.

Além disso, ter um bichinho pode reduzir a pressão arterial e frequência cardíaca, fortalece o sistema imunológico e diminui a incidência de doenças como a gripe.

Ao brincar e acariciar um bichinho, um adulto libera endorfina, que ajuda a aliviar o stress.

E ao contrário do que se pensa, gatos ajudam a evitar doenças como asma e alergia!

Um estudo desenvolvido em Munique avaliou os efeitos da exposição a gatos em 8.219 crianças. A propensão de ter a doença foi 67% menor nas crianças que convivem com gatinhos! \o/

4 – Fazem você rir

Quem conhece o ditado que rir é o melhor remédio? E é!

Pessoas felizes tem uma saúde melhor e tem menos chances de desenvolver doenças como depressão e até câncer.

E ter um bichinho de estimação em casa é certeza que você terá horas e horas de risadas!

5 – Deixam você mais responsável

A partir do momento que você tem um bichinho, você será responsável por tudo dele.

Tem que dar comida na hora certa, água, limpar as necessidades, dar banho, levar para passear…

Tudo isso faz você se tornar uma pessoa mais responsável.

Você também pode dar muitas lições ao seus filhos usando os bichinhos de estimação. Seu filho vai crescer sabendo respeitar os animais e tendo mais responsabilidade.

6- Te deixam mais ativo

Se você tem um cachorro, você deve saber que deverá levá-lo para passear sempre.

Esse ato vai te estimular a deixar o sedentarismo de lado!

7 – Você descobrirá o que é amor de verdade

Um bicho de estimação vai te amar mais que tudo nessa vida. Eles tem um amor incondicional por seus donos, que é demonstrado através de lambidas, cabeçadinhas, abraços, pulos, rabinhos abanando, miados agudos e muuuuuitas outras formas.

Se você quer saber o que é amor e companheirismo incondicional, adote um bicho!

8 – Todos eles são bem vindos

Não é só de gato e cachorro que são formados os animais de estimação.

Você pode adotar um peixe, hamster, porquinho da índia, tartarugas, pássaros e etc!

Todas as razões citadas acima servem para todos os bichos, viu?

Existem vários bichinhos na rua e em ONGs esperando para ser adotados. Por que comprar se você pode tê-los de graça?

Seu melhor amigo pode estar mais perto do que você imagina, e você nem precisa de dinheiro para isso.

Afinal, amor não se compra, se adota!

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Microchip no seu pet? Veja o que é, como colocar e as vantagens do uso


Você já ouviu falar sobre microchip para pets? Saiba que há muitas vantagens em ter um animal com microchip.

A cada dia, mais pessoas estão se conscientizando da importância desse recurso, principalmente em caso de perda do animal.

O que é microchip para pets?
Um pequeno grão que garante mais segurança para seu animal

O microchip é quase do tamanho de um grão de arroz e é feito com um vidro cirúrgico (biovidro), o mesmo que é usado em marca-passos. Tem um circuito eletrônico que possui um código exclusivo, o qual não pode ser alterado.
O preço da aplicação do microchip varia de R$50,00 a R$100,00.

Por que ter um animal com microchip?
Garante segurança para o caso de ele estar perdido ou ser roubado, pois o microchip armazena um código ligado às informações de contato do proprietário do animal.

Quando um animal se perde ou até mesmo é roubado, pode ser identificado facilmente por meio de seu microchip. Para isso, usa-se um scanner portátil que rapidamente identifica o número de identificação do animal e consequentemente os dados de contato dos seus donos (telefone e endereço).

Para fazer o registro do microchip, o dono deve procurar a companhia responsável para informar seus dados, pois de nada adianta ter o chip sem saber os dados do proprietário. É importante ter cuidado para que as informações estejam sempre atualizadas no caso de mudança de endereço ou telefone. De nada adianta seu animal ter um microchip se não houver os dados necessários vinculados a ele.

Da mesma forma, informe-se na clínica onde o microchip será implantado, se eles possuem o equipamento para se realizar a leitura do código, em caso de necessidade de acessar esses dados.

Alguns acreditam que uma simples identificação pode resolver o caso, mas há caso de pessoas desonestas que se apropriam dos animais e não querem devolvê-los. Isso ocorre quando da perda da coleira de identificação, furtos ou roubos. O acesso a esses dados, quando simplesmente escritos em uma plaquinha, pode até mesmo ajudar o ladrão a saber o nome do animal para conseguir mais confiança.

É importante ter as duas opções: deixar a coleira com dados essenciais e aplicar o microchip, assim, o dono tem mais chances de encontrar o seu pet.

O microchip é obrigatório?
Em alguns países sim. No caso do Brasil, alguns estados a obrigatoriedade já foi aprovada, mas na maioria dos lugares é preciso apenas para raças mais perigosas e animais exóticos, ou importados

Em países como Espanha, Inglaterra e Estados Unidos, ele é obrigatório. No Brasil, somente em algumas espécies mais visadas, como os furões, ou as raças de cachorro mais perigosas, é obrigatório o uso do chip. Em cidades e estados que decidiram regularizar esta norma para dar mais segurança aos animais perdidos, isto ocorre também.

Mesmo que para proprietários que já tenham animais mais velhos não haja obrigatoriedade, diversos donos estão optando pela aplicação do microchip por questões de segurança.

Como é realizada a aplicação do microchip no animal?
Assemelha-se a uma injeção e não ocasiona nenhum mal à saúde.

O microchip é aplicado no animal através de uma seringa própria para isso e o procedimento se assemelha a uma injeção normal, sem necessidade de sedação ou anestesia.

O local padronizado para identificação é na região da nuca, lado esquerdo. Mesmo que haja a migração do microchip para outra parte do corpo, o que é relativamente comum, não há nenhum problema para a saúde do pet. Isso causa apenas uma leve dificuldade na hora de fazer a identificação.

O microchip machuca o animal?
Não, pois a reação é quase a mesma de uma injeção.

Mesmo que o diâmetro da seringa para aplicação do microchip seja maior, a reação é a mesma e não fere o animal, não apresentando nenhum risco à saúde do mesmo.

Pode acontecer de haver algum incômodo no momento da aplicação quando o animal é mais sensível, mas nada preocupante.

Qual é a melhor idade para aplicar o microchip?
Aconselha-se aos 3 meses de idade, junto com a vacina Múltipla.

A partir do 10º dia de vida do seu pet, você já pode fazer a aplicação do microchip, porém a indicação é que seja feita junto com a vacina Múltipla, que ocorre por volta dos 3 meses de idade.

Quanto tempo dura um microchip?
A vida toda do animal.

A durabilidade e eficiência do microchip superam as expectativas de vida dos animais em geral, sendo necessária apenas uma aplicação.

Ele pode ser aplicado somente em gatos e cachorros?
Pode ser usado em coelhos, morcegos, peixes, aves etc.

Embora o uso do microchip seja mais comum em gatos e cachorros, é possível fazer a aplicação em ratos, coelhos, morcegos, peixes, aves, cavalos, bois e até serpentes.

O que fazer ao adotar ou comprar um animal com microchip?
Atualize as informações de contato do proprietário.

Ao adotar ou comprar um animal, informe-se se ele já possui um microchip, pois, como está aumentando o número de animais que possuem o dispositivo, ele já pode possuir um microchip estando em um abrigo ou pet shop.

Caso ele já possua, procure a companhia responsável pelos registros para fazer a alteração dos seus dados de contato, do contrário ficarão registradas as antigas informações.

É necessário reconhecer a importância do uso do microchip em pets, principalmente para evitar mais animais abandonados em abrigos ou nas ruas. Grandes centros de Zoonoses já possuem a leitora para identificação dos animais que aparecem perdidos nos abrigos a fim de diminuir esse número, devolvendo os animais identificados para seus donos.

Infelizmente, como o uso do microchip não é obrigatório, são raras as vezes em que recebem um animal identificado, aumentando o número de pets abandonados em abrigos e de famílias que buscam desesperadamente por um animal perdido.

Analisando bem a situação, o valor de aplicação do microchip em animais é, comparativamente, muito pequeno se comparado ao sofrimento causado pela perda de um companheiro.

Curta nossa página no Facebook:
https://www.facebook.com/tocadospets

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Crie seu animal de forma sustentável


Tem gente que compra um filhotinho de raça pela internet, pega aquela ração que sempre aparece na TV, compra brinquedos que logo se estragam e não recolhe o cocô feito pelo animal no passeio. Você sabia que ter um animal de estimação é antiecológico? Em uma cultura consumista, sim. Nós já demos sete dicas para criar seu cachorro de maneira sustentável e agora aqui vão mais algumas baseadas em problemas e soluções que valem para cães e gatos:

• A embalagem da ração é feita de polietileno, que demora séculos para se decompor

Algumas empresas estão estudando formas de fazer embalagens melhores, com material biodegradável (como polpa de madeira) e adicionando ao polietileno uma substância (não divulgada) que faz o tempo de decomposição do material diminuir de 400 para apenas dez anos.

Embalagens grandes de ração (de 15 Kg ou mais) podem ser reutilizadas, embora seja uma prática sem muito efeito real no final das contas.

A prática de cozinhar para o pet é cada vez mais popular, mas não esqueça que deve ser feita com a orientação de um médico veterinário, para que seu melhor amigo receba uma nutrição adequada (só arroz com carne não estão com nada). Você também pode optar por um alimento orgânico vendido pronto, que vem em embalagens reutilizáveis.

• Os brinquedos geram poluição do ar e água (na fabricação) e muito lixo, com suas embalagens e por si próprios, quando se estragam

Faça brinquedos caseiros para seu animal de estimação. Cães podem gostar de uma camiseta com alguns nós e gatos se divertem com um palito de sorvete com penas na ponta. Lembre-se de não deixar que o brinquedo tenha partes pequenas que possam ser engolidas. Se precisar sair e deixar o animal só, coloque ração e alguns petiscos dento de uma garrafa de plástico e faça furos por onde eles possam sair: o animal vai ficar rolando a garrafa até conseguir tirar todas as guloseimas.

• Os aterros sanitários estão cheios de sacos plásticos contendo fezes de animais

Se você tem um jardim em casa, pode fazer a compostagem das fezes do seu cão (veja aqui as instruções). Se não for possível, opte pelo menos por usar sacolas biodegradáveis para descartar o cocô.

Por falar em cocô, muito cuidado quando levar seu melhor amigo à praia: tenha certeza de que ele está com a vermifugação em dia, pois as fezes são uma grande fonte de contaminação.

• Animais nas ruas são um problema de saúde pública

Castrar seu animal de estimação evita não só que ele desenvolva doenças de origem hormonal, como também faz com que ele perca a vontade de se reproduzir.

Com as campanhas de vacinação e esterilização de animais, os casos de transmissão de raiva por cães e gatos para humanos reduziram de 50 (em 1990) para uma média de zero a dois (no período de 2007 a 2013). Animais nas ruas, além de passarem por muito sofrimento, espalham lixo em busca de comida, fazem suas necessidades em qualquer lugar, podendo contaminar o solo, entre outros problemas. Assim, a melhor solução é adotar um animal de um abrigo que o tirou das ruas.

Cuidar de animais é um ato de amor e se for feito da maneira certa, as agressões ao meio ambiente serão mínimas.

Curta nossa página no Facebook:
https://www.facebook.com/tocadospets

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Adotar um animal: uma boa ação para todos


Animais nas ruas passam por muito sofrimento, transmitem doenças e geram poluição. Você pode mudar isso e ainda ganhar um novo melhor amigo.

“Art. 6º

1. Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.

2. O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.”

O trecho acima foi extraído da Declaração Universal dos Direitos dos Animais, proclamada pela UNESCO em 1978 (veja aqui o documento na íntegra). Mesmo sendo um fato proibido por lei, muitos animais ainda são abandonados e passam por muitas dificuldades. Felizmente, existem entidades que tiram alguns desses animais das ruas e oferecem abrigo, comida e atendimento, mas é muito difícil criar tantos juntos. Por isso, eles precisam ser adotados. Assim, é possível dar espaço para que mais animais sejam resgatados.

Animais sem lar, além de passarem por muito sofrimento, estão envolvidos em problemas sociais e ambientais. Eles acabam sendo foco de doenças, como a esporotricose, reviram o lixo e espalham a sujeira em busca de comida, fazem suas necessidades na rua, podem atacar pessoas quando se sentem ameaçados, passam frio e fome e correm sérios riscos de morte. Quem adota, literalmente salva a vida de um animalzinho.

É importante lembrar que a adoção deve ser feita de forma responsável. Você deverá:

• Receber um animal castrado, vacinado, vermifugado, sociável e identificado com microchip. Assim, se o animal se perder, a pessoa que o encontrou pode levá-lo a uma clínica veterinária ou ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) para fazer a leitura do chip e encontrar o endereço do dono dele. O microchip é colocado sob a nuca do animal com uma injeção e não precisa de nenhum tipo de manutenção, garantindo a segurança de seu animal para sempre;

• Preparar para ele um espaço adaptável ao seu crescimento (se o espaço que você tem para o animal é realmente limitado, prefira adotar um adulto, assim não há imprevistos);

• Escolher bem qual tipo de animal vai querer, levando em conta o comportamento suas necessidades, não só a beleza.

• Já ter planejado com quem vai deixar o animal quando for viajar;

• Ter tempo para passear com ele. Não se esqueça de fazê-lo usar uma coleira com plaquinha de identificação;

• E claro, lembrar-se que o animal vai viver por muitos anos e você é o responsável por ele.

A castração é fundamental para o controle populacional dos animais (se vierem filhotes inesperados, você pode até doar, mas não consegue garantir quais serão os cuidados - ou falta deles - que outras pessoas terão). A conscientização sobre o assunto vem ganhando força e todos devemos fazer nossa parte.
Curta nossa página no Facebook:
https://www.facebook.com/tocadospets

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Beija-Flôr de Estimação


Quem não gosta de receber em sua casa a visita de um beija-flor. Por esse motivo, muitas pessoas decoram seu lares diversos modelos de bebedouros onde essas aves podem se servir tranquilamente.

Alguns usam os bebedouros pelo prazer de ver os beija-flores virem beber a água açucarada chegando a pousar em nossa mão. Esta experiência é importante na medida em que permite às pessoas vivenciarem uma forma contemplativa das aves. Esta é também uma ótima oportunidade para fazer a educação ambiental de crianças e adultos. Mas algumas pessoas acreditam que podem estar prejudicando o pássaro colocando água com açúcar para ele beber.

Primeiramente, é bom saber que finalidade do bebedouro para beija-flores é atrair estas aves para lugares onde não tem disponibilidade de espaço para plantio de diversas espécies vegetais que fornecem néctar, além de outras que fornecem materiais para a construção de ninhos e bebedouro, como apartamentos, varandas, janelas, pequenos jardins. Porem existem lugares que utilizam esses artefatos e são assim visitados por um grande número de beija-flores, facilitando sua observação, fotografia e filmagens, tornando-se assim importantes destinos de observação de aves. O bebedouro não substitui completamente as necessidades nutricionais dos beija-flores, já que além do néctar das flores, os beija-flores se alimentam também de pequenos insetos e artrópodes, de onde obtêm proteínas.

O uso de açúcar comum ou mel em bebedouros não é muito adequado, pois são produtos que fermentam rapidamente, podendo contaminar os pássaros com fungos que causam uma micose na boca e podem levá-lo à morte, sendo indicado nestas ocasiões o uso de solução ou néctar para beija-flor, por ser um alimento natural e saudável e encontrada a venda em muitos petshops. É recomendado e muito importante que se troque diariamente o líquido dos bebedouros e o lave adequadamente. O interior do recipiente pode ser limpo com o uso dessas escovas próprias para limpar mamadeiras. O ideal também é que o bebedouro não tenha muitos ornamentos, pois esses dificultam um pouco na hora de serem limpos.

Outro ponto importante é mantê-lo longe de insetos como formigas, vespas, baratas, etc. Tais insetos, além de competir pelo alimento com os pássaros, carregam parasitas, especialmente fungos que infectam os bebedouros. Um sinal visível, da infestação por fungos, é o pronto escurecimento do bocal e até pétalas das flores artificiais, logo após a visita dos insetos. Sendo assim é recomendável ao se notar o escurecimento das flores de plásticos, estas devem imediatamente ser esterilizadas com algum composto clorado (destinado a purificar alimentos como verduras, e jamais usar produtos comuns de limpeza) e k1-bbem enxaguadas antes de serem reutilizadas.

A alimentação complementar (néctar) de beija-flores é feita com uma mistura de quatro partes de ÁGUA FILTRADA para uma parte de solução, medidas em volume. Por exemplo: em 100 ml da mistura, teremos 80 ml de água e 20 ml de solução. O excesso da solução é desperdício, mas não chega a causar problema aos animais. Esta solução fornece energia, mas as aves continuam necessitando buscar os pequenos insetos para sua dieta em proteínas.



segunda-feira, 13 de outubro de 2014

5 alimentos perigosos para a saúde dos gatos


Se você tem um gato de estimação fique alerta com a alimentação do bichano. Muitos donos de gatos agradam seus animais com pedaços de comida humana, o que pode fazer mal para o bichinho.

sto porque alguns alimentos inofensivos ao homem são tóxicos aos felinos. Anemia, lesões intestinais e doenças renais são algumas das complicações causadas por comidas como cebola, leite e osso. "O gato é carnívoro e precisa basicamente de proteína em sua dieta", diz o veterinário Wagner Luis Ferreira, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A ração, seca ou molhada, é a melhor opção à alimentação do gato. "Comidas ingeridas por humanos dificilmente oferecem todos os aminoácidos que o gato precisa, como a taurina, essencial à saúde cardíaca do bicho", explica Ferreira.

Apesar disso, ainda existem alimentos permitidos. "Agradar o gato de vez em quando com petiscos inofensivos, como iogurte e atum, não faz mal", afirma o veterinário Marcio Antônio Brunetto, especialista em nutrologia de cães e gatos. Confira 5 alimentos perigosos para os gatos:

1- Ossos

Ao roer ossos, gatos podem sofrer lesões nas mucosas do trato gastrintestinal, inclusive perfurações.Além disso, há substâncias no osso que levam a desidratação.


2- Uva

Trata-se da fruta mais perigosa para os gatos. Se ingerida em grandes quantidade, ela pode causar lesão renal aguda nos felinos.

3- Azeitona

O sódio de seu tempero é perigoso para os animais hipertensos e portadores de doença renal crônica.

4- Leite

O gato pode ser alimentado com leite de vaca até os 45 dias de vida. Depois disso, quando adultos, o leite pode desencadear diarreia e vômito, e, por ser rico em cálcio, contribuir para a formação de pedra no rim.

5- Comidas temperadas com alho e cebola

Estes alimentos têm substâncias que podem causar anemia aos felinos.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

5 dicas de saúde para seu pet viver mais


Aqui estão cinco dicas que podem ajudar o seu pet a viver mais e com maior qualidade de vida

Todos que têm um cão, um gato ou qualquer outro animal de estimação, deseja apenas uma coisa – fazer seu pet viver mais e mais saudável. Aqui estão cinco dicas, que além de melhorar muito a qualidade de vida do seu amigão (ou amigona) podem fazer com que ele(a) viva mais:

1. A alimentação dele deve ser de boa qualidade

Promover uma alimentação de qualidade para seu pet trás inúmeros benefícios à saúde, ao bem estar e também à aparência do seu animal de estimação.
Seus pelos ficam mais brilhantes, pele mais saudável, e os olhos brilhantes. Uma boa dieta ajuda a fortalecer o sistema imunológico do seu animal de estimação, e a manter a sua saúde intestinal, ajuda inclusive a aumentar a sua acuidade mental e a manter as articulações e os músculos saudáveis​​, e consequente melhora, e muito, a qualidade de vida dele.

2. Mantenha seu animal em forma

Animais de estimação que estão acima do peso têm maiores riscos de desenvolver problemas de saúde. A obesidade é a doença nutricional número um observada em animais de estimação e estudos têm demonstrado que o excesso de peso ou obesidade pode encurtar o tempo de vida de um cão ou de um gato em até dois anos. Por quê? Ser obeso ou acima do peso coloca seu animal de estimação em risco de doenças articulares, cardíacas e diabetes, entre outras coisas.

3. Leve seu pet ao veterinário regularmente

Todos os animais exigem cuidados veterinários constantes. No entanto, cuidados veterinários vai muito além da vacinação de rotina. Um exame de rotina feita pelo seu veterinário pode revelar problemas de saúde em seu animal dos quais você não tinha conhecimento. Em muitos casos, o diagnóstico precoce melhora muito as possibilidades de sucesso do tratamento.

4. Mantenha a boca do seu animal de estimação limpa

É um problema comum entre cães e gatos, os problemas de saúde bocal podem causar dor no seu animal de estimação, o que torna difícil para ele ou ela para comer. Se não tratado, problemas de saúde bocal podem até levar a doenças cardíacas e renais. Além de exames dentários regulares, o meio mais eficaz de cuidar da boca do seu animal de estimação em casa é escovando-os. Mas se o seu animal de estimação não é um grande fã de escovas de dentes há outras alternativas como os alimentos odontológicos, doces e brinquedos. Peça recomendações ao seu veterinário.

5. Não permitir que seu pet ande pelas ruas sozinho

Permitir que o seu cão ou gato a vagueia livre pode parecer que você está fazendo um favor a ele. No entanto, animais que vagueiam são suscetíveis a uma série de perigos, incluindo atropelamento, linchamento (sim, infelizmente existem muitas pessoas por aí que têm coragem de realizar atrocidade com animais), exposição a doenças contagiosas, exposição a venenos, e muito mais.