sexta-feira, 10 de julho de 2015
Seu gato conversa com você, aprenda a ouvi-lo
Quando se trata de gatos, cada movimento pode querer dizer alguma coisa. Ronronando, miando ou mesmo piscando seus olhos, os felinos estão dizendo: “Olá”, “Vem me abraçar” ou “Cai fora, mãe”. Um grande número de donos de animais querem se conectar com seus companheiros peludos, muitas vezes ariscos, e especialistas dizem que há algo a ganhar com essas tentativas de comunicação.
Gatos são muito independentes e facilmente mal interpretados, diz Gary Weitzman, presidente e CEO da San Diego Humane Society, membro da organização internacional de resgate animal SPCA e autor do novo livro da National Geographic “How to Speak Cat” (“Como falar gatês”, em tradução livre). Ele tem como objetivo desvendar todo o mistério do que se passa na mente dos bichinhos ajudando as pessoas a discernir o que os gatos estão tentando transmitir.
O ativista explica que gatinhos podem fazer até 16 sons de “miau” diferentes, e normalmente só os emitem quando pessoas estão ao redor. Os miados podem ser sua maneira de pedir aos donos que os alimentem, façam carinho ou os deixem sair, e quase nunca funcionam como uma forma de comunicação entre gatos.
A diretora-executiva da Faculdade Americana de Behavioristas Veterinários e professora da Faculdade de Medicina Veterinária da Texas A & M University, Bonnie Beaver, conta que isso acontece porque os gatos aprenderam que podem conseguir algo que querem se miarem para pessoas. Ela também é autora do livro “Comportamento Felino: um Guia Para os Veterinários”, de 2003.
Linguagem corporal
O significado de um arranhão ou um assobio agudo é bastante claro – algo entre “Não invada minha bolha, humano!” e “Vá se catar” -, mas os gatos podem falar de maneiras mais sutis, com seus olhos e caudas. Um piscar lento de um felino, por exemplo, é como uma piscadela entre amigos. “Piscar é como um beijo de gatos”, diz Weitzman.
Já o ato de deixar suas caudas retas e apontando para o teto equivale a um aperto de mão humano. Um gato levanta esse apêndice à medida que você se aproxima para mostrar que está feliz em vê-lo.
Testado e aprovado
Depois de ler o livro, Susan McMinn, de Tryon, no estado norte-americano da Carolina do Norte, estava ansiosa para experimentar o exercício de piscar lentamente com sua gata siamesa, Jade. “Eu sentei e pisquei lentamente para minha gata e ela piscou de volta. É claro que eu sei que ela me ama, mas agora sinto que entendo sua comunicação ainda mais”, conta.
Susan é dona de Jade há 10 anos e teve seis gatos ao longo de sua vida. Mesmo assim, ela acha que ainda tem muito a aprender. “E eu pensava que era uma especialista!”, brinca.
Basta ler os sinais
Weitzman afirma que até mesmo os movimentos de orelha ou bigodes significam algo que vale a pena prestar atenção. Se as orelhas de um gato estão planas, não chegue perto, porque ele está assustado ou tendo que enfrentar uma batalha. Por outro lado, um gatinho está feliz, calmo ou amigável quando seus bigodes estão naturalmente apontando para os lados. Duas vezes mais grosso do que um fio de cabelo humano e com raízes três vezes mais profundas, os bigodes os orientam, os ajudam na hora de capturar uma presa e mostram como eles estão se sentindo.
Aprender a se comunicar com os gatos se torna ainda importante para aqueles que adotam um animal de estimação com base apenas na cor ou raça que querem, ao invés de procurar um animal com o qual tenham uma conexão.
No Happy Cats Sanctuary, em Medford, Nova York, um potencial proprietário pode chegar no local e pedir por um gato branco com pelo macio, por exemplo. Contudo, a diretora de comunicações e de desenvolvimento da instituição, Melissa Cox, aconselha que os futuros donos de animais não procurem apenas pela aparência, porque só se pode verificar com certeza a compatibilidade entre animal e dono passando tempo juntos, para que possam se conhecer. Talvez, vale a pena também dar uma olhada na obra de Weitzman e tornar tudo mais fácil.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
O que os gatos pensam de nós?
Eles estão junto a nós por 9.500 anos, existem cerca de três gatos para cada cachorro no mundo (e provavelmente uma infinidade de vídeos online sobre gatos para cada um sobre cachorro), e nós ainda sabemos muito pouco sobre esses felinos que tanto amamos.
Por exemplo, o que eles pensam sobre nós? Segundo o especialista em comportamento do gato da Universidade de Bristol (Reino Unido) e autor do novo livro “Cat Sense” (em tradução livre, “Senso Felino”) John Bradshaw, nossos gatos de estimação não nos entendem como os cães fazem (precisava de um especialista para saber disso?).
“Existem muitas pesquisas sobre cães e como eles interagem com as pessoas. É muito claro que os cães nos veem como sendo diferentes deles: assim que veem um ser humano, eles mudam seu comportamento. A forma como um cão brinca com um ser humano é completamente diferente do jeito que brinca com outro cão”, explica Bradshaw.
O pesquisador já estudou gatos domésticos, livres e em abrigos animais para entender como eles interagem uns com os outros e deduzir sua estrutura social.
“Nós ainda não descobrimos nada sobre o comportamento do gato que sugere que eles nos veem de forma diferente quando estão socializando com a gente. Eles, obviamente, sabem que nós somos maiores do que eles, mas não parecem ter adaptado seu comportamento social. Colocar o rabo no ar, se esfregar em nossas pernas e sentar-se ao nossos lado são os exatos mesmos comportamentos o que os gatos têm um com o outro”, afirma o especialista.
Será que os gatos se consideram superiores a nós (tenho certeza de que essa é a impressão de muitos donos!)?
De acordo com Bradshaw, provavelmente não. Eles devem pensar que somos desajeitados: os gatos normalmente não tropeçam nas pessoas, mas nós tropeçamos neles. “Mas não acho que eles pensam em nós como seres burros e estúpidos, já que os gatos não se esfregam em um outro gato que é inferior a eles”, diz.
Criaturas inteligentes
Os gatos são animais muito inteligentes. Eles aprendem especificamente como seus proprietários são e podem tentar usar sons para conseguir o que querem. Geralmente, eles aprendem o que funciona com cada pessoa na casa em que vivem. Eles sabem que um membro da família é mais propenso a se levantar às 4 da manhã para dar-lhes comida, por exemplo.
Isso não significa que eles sempre vão nos escravizar, e que não temos chances de dominá-los (eu sei, você já tinha perdido as esperanças). Bradshaw argumenta que gatos podem aprender o que não devem fazer.
“Se o seu gato tiver desenvolvido um hábito [de subir na mesa da cozinha, por exemplo] que você não gosta, existem maneiras limitadas de evitá-lo. Você poderia usar um brinquedo de mola, de modo que quando o gato pulasse em cima de alguma coisa, o brinquedo também saltasse no ar – o gato não gosta disso e volta para baixo. Outra estratégia razoavelmente benigna é a utilização de uma pistola d’água. Mas certifique-se de que o gato não perceba que é você que a está usando. Os gatos não perdoam, e uma vez que eles percebem que uma pessoa está lhes causando ansiedade ou mágoa, eles mantêm distância”, esclarece.
Alerta importante
Muitos gatos de estimação podem ficar estressados sem seus proprietários perceberem, e isso afeta a qualidade de suas vidas mentais e sua saúde.
Bradshaw explica que nem sempre gatos se dão bem com outros gatos. Os donos não devem forçar um relacionamento entre seus bichos de estimação, se tiverem mais de um.
Problemas comuns em gatos, como dermatite e cistite (inflamação da bexiga), também são agravados pelo estresse psicológico.
Uma solução é examinar o estilo de vida social do gato. Por exemplo, isso pode significar certificar-se de que dois gatos que não se dão bem vivam em lados opostos da casa. Muitas vezes o problema desaparece.
Por fim, fica a mensagem de Bradshaw para os donos de gatos: “Reconheça que os gatos são animais sociáveis até certo ponto, mas não são sociáveis na medida em que os cães são. Muitas pessoas que têm um gato decidem que gostariam de ter outro, achando que dois gatos são duas vezes mais divertido. Mas os animais podem não ver dessa forma”.
terça-feira, 7 de julho de 2015
Uma coisa que as pessoas precisam entender sobre os gatos
Você provavelmente não conhece o seu gato tanto quanto pensa. De acordo com uma pesquisa recente feita com proprietários de gatos no Reino Unido, a maioria das pessoas não tem muita ideia sobre a vida de seus bichanos.
A ecologista Jennifer McDonald e sua equipe perguntaram às pessoas quantos animais mortos seus gatos trouxeram para casa em um mês médio, e, em seguida, mantiveram o controle sobre os gatos para ver o que eles estavam realmente fazendo. A maioria das pessoas ou subestimou ou superestimou muito as tendências de caça de seus animais.
A verdade é que os gatos são predadores. Super fofinhos, mas predadores. Durante milhões de anos, eles evoluíram para caçar e matar pequenos animais. De seus olhos para as pontas de suas caudas, os gatos são pequenas e completamente adoráveis máquinas de caça. O instinto os leva a caçar, seja quando eles estão perseguindo e atacando um rato do brinquedo ou um real. Se os gatos estão dentro de casa, eles vão ser muito mais felizes se puderem fingir que estão perseguindo pássaros através de uma janela ou se têm muitos brinquedos que simulam uma presa para atacar. Claro, se eles estão ao ar livre, com acesso real a presas vivas, eles vão fazer um safári.
Isso não é um alerta contra gatos. É apenas biologia. No final das contas, nossos animais de estimação serão mais felizes, e nós também, se nós os encararmos como eles realmente são e amá-los por isso.
Gatos vs. biodiversidade
Cada um dos gatos no estudo trouxe para casa cerca de dez presas em um mês, mas especialistas em comportamento de animais afirmam que os gatos só trazem para casa cerca de um terço de suas mortes reais. As outras presas são comidas na cena do crime, ou destruídas na brincadeira, ou simplesmente deixadas para trás.
O número não é muito grande visto isoladamente, mas considerando que gatos domésticos não fazem parte dos ecossistemas em que caçam, eles podem desempenhar um fator de desequilíbrio, uma vez que o sistema já possui predadores naturais. O resultado global é que os donos de gatos não parecem perceber – ou preferem não perceber – como os hábitos de caça de seus gatos causam um impacto total muito maior sobre os ecossistemas locais do que eles imaginam.
Pra fora
Se você acha que colocar um sino em seu gato dá às aves do bairro uma chance de escapar, pense novamente. Os pesquisadores queriam saber quais os fatores que contribuíam para a contagem da matança dos gatos, assim, mantiveram o controle sobre vários detalhes da vida felina e, em seguida, compararam o número de animais mortos que os gatos trouxeram para casa. Vestir um sino não faz qualquer diferença para o número de mortos ou para o tipo de alimento que os gatos comeram. Também não houve diferença de gênero entre os caçadores felinos; as gatas tinham a mesma probabilidade de voltar para casa com um troféu de caça do que gatos machos.
A quantidade de tempo que um gato passa fora de casa, independentemente da hora do dia, parece ser a única coisa que interessa, mesmo que eles tenham evoluído como caçadores noturnos. Os gatos mais jovens trouxeram para casa mais presas do que os mais velhos, provavelmente porque estavam em melhor forma física. Os gatos que viviam perto de campos agrícolas também trouxeram para casa mais presas, o que é facilmente explicado pela abundância de diferentes tipos de animais selvagens nessas áreas.
Pra dentro
Mesmo descobrindo sobre os hábitos de caça de seus bichanos, os proprietários que responderam a pesquisa foram rigidamente contrários a quaisquer medidas que pudessem restringir a liberdade dos seus animais de estimação. 60% das pessoas discordaram da ideia de que os gatos eram prejudiciais para os outros animais. Enquanto isso, 98% dos entrevistados disseram que se opunham a manter seus gatos dentro de casa em tempo integral.
No entanto, os dados indicam que os gatos estão muito mais seguros dentro de casa. No geral, gatos caseiros tendem a ter vidas mais longas e mais saudáveis do que os gatos que vagueiam livremente para fora. A caça é um negócio perigoso, e o gato nem sempre ganha, então gatos ao ar livre podem ser gravemente feridos se brigam com o animal selvagem errado. Eles também podem pegar doenças infecciosas e parasitas de suas presas, o que significa que o seu gato pode voltar para casa com pulgas, carrapatos ou raiva. O mundo exterior está cheio de perigos feitos pelo homem, também. Os carros são uma das principais causas de morte de gatos ao ar livre.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
S.O.S. Gatos Medrosos
Seu bichano é daqueles que se esconde quando chega visita? Só retorna ao ambiente quando tem certeza de que não existe nenhuma voz diferente em casa?
Isso é muito comum nos gatos, que são independentes e não tão sociáveis quanto os cães. Mas, isso também pode acontecer porque seu bichano está com medo e seu período de sociabilização foi comprometido.
Já comentei em vários artigos sobre o período de sociabilização. Entre o segundo e o terceiro mês de vida do gato, ele precisa conviver com vários estímulos, como objetos, sons, pessoas, etc.
Agora, se seu gato, que já é adulto, tem esse problema, o que precisamos fazer é mostrar que a visita (ou outra coisa que ele tenha medo) não faz mal a ele. E, de que forma? De uma forma prazerosa.
Dê ao seu gato o petisco (ou comida, brinquedo, etc) que ele mais gosta quando a visita estiver por lá. É importante que ela siga algumas regras, como não olhar diretamente para o gato, evitar movimentos bruscos e não tentar pegá-lo. Mas, por que isso? Para que o bichano comece a se sentir mais confortável durante esse período. Ao longo do tempo, ele vai se sentir mais solto e terá certeza de que aquela pessoa não fará mal algum a ele.
É claro que, em se tratando de medo, cada um age e tem uma resposta diferente. Portanto, respeite o limite de seu gato. Se ele não estiver afim, deixe para uma próxima oportunidade.
sexta-feira, 3 de julho de 2015
Preparando o gato para a mudança
Você e sua família vão se mudar para uma casa nova e, claro, o gatinho vai junto. Como proceder para que o animal fique o menos estressado possível com a mudança?
Mesmo com todas as precauções, é natural que seu felino se sinta desconfortável no início. Porém, com alguns cuidados simples, é possível diminuir o estresse até que ele esteja à vontade no novo ambiente.
Gatos gostam de lugares altos e com pouco movimento. Caso ele prefira ficar dentro de algum armário, deixe-o. Entenda que lá é o local que ele escolheu e que, aos poucos, principalmente durante à noite, ele conseguirá explorar o território.
Coloque a caminha e brinquedos bem perto do local que ele tiver escolhido. Apenas quando você sentir que ele está mais adaptado, coloque os objetos no lugar definitivo.
Florais e feromônios sintéticos, vendidos em pet shop, também podem auxiliar no processo de adaptação. Tenha paciência e lembre-se de que é preciso tempo para que seu amigo esteja completamente à vontade em seu novo lar.
Fonte: Cão Cidadão
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Os cuidados na velhice dos cachorros
Hoje vamos falar da etapa mais difícil da vida de um cachorro. Estamos nos referindo a sua velhice. No entanto, não queremos somente abordar seus cuidados básicos, como a alimentação e saúde, mas também a dedicação e o carinho de seus donos com eles.
Quem tem cachorro sabe perfeitamente que quando vamos adotar um, ficamos encantados em vê-los como filhotinhos, contemplando seu crescimento e desenvolvimento ao longo dos anos, cuidando da sua educação e garantindo que não lhe falte nada.
Mas também é muito difícil ver como nosso querido amigo vai se tornando velhinho, começa a ter problemas de saúde e já não é tão ágil quanto antes.
Mas não se preocupe. Nós da “Toca dos Pets” queremos ensinar os cuidados que deve-se ter na velhice dos cachorros e também dar conselhos para nos acostumarmos que a lei da vida; e para que nosso fiel amigo passe por esta etapa feliz. Pois, assim faremos com que este processo natural seja mais facilmente enfrentado.
Primeiros indícios da velhice dos cachorros
As etapas dos cães não são medidas somente pela idade que eles têm, pois depende também do tipo de raça.
Assim, a velhice chegará em idades diferentes dependendo da raça de cada cachorro. Pois bem, a velhice pode ser detectada facilmente.
Por exemplo, quando notarmos que nosso cão está com pelos grisalhos, principalmente na cara e posteriormente se estendendo por toda a pelagem do corpo.
Iremos perceber também que nosso animal já não é mais tão ágil quanto antes, que ele tem dificuldade ao fazer exercícios e que já não se entusiasma muito em sair para passear.
Isso ocorre pois ele se sente mais cansado e porque seu corpo já não responde da mesma maneira que antes.
É importante ter muito cuidado com isso, já que se ele não fizer nenhuma atividade física, corremos o risco de que o nosso animal de estimação sofra com o sobrepeso, algo que não ajuda em nada a saúde dos ossos e das articulações.
Também podem surgir doenças como a insuficiência renal, problemas cardíacos, transtornos intestinais, etc. É muito importante que você leve seu cão regularmente ao veterinário, já que desta forma ele poderá detectar os possíveis problemas a tempo.
Os cuidados com a alimentação
Como falamos anteriormente, nosso cão já não fará o mesmo exercício físico de antes, por isso não irá queimar o mesmo número de calorias. Assim, será necessário mudar a sua alimentação.
Consulte um veterinário, pois nesta etapa o ideal é dar ao cachorro comida tipo “sênior”. Também teremos que alterar a quantidade diária, mas lembre-se de que esta mudança deve ser feita pouco a pouco, de maneira gradual.
É recomendável uma alimentação rica em fibras e vitamina C. Seria importante consultar um veterinário e verificar a necessidade de fazer uso de suplementos vitamínicos naturais, como podem ser a spirulina, resveratrol, etc.
Procure alimentar seu cão em horários fixos e sempre no mesmo lugar. Nesta etapa da velhice, os cães se incomodam com mudanças no ritmo ou no local de suas coisas. Também é melhor dividir sua ração de comida diária em partes diferentes. Desta forma poderemos facilitar a digestão.
Cuidados com o corpo
Agora, mais do que nunca, você deve prestar bastante atenção ao cuidado com o corpo e a higiene do cachorro.
Fique ainda mais atento aos seus dentes. Nesta etapa da vida dos cães começam a aparecer problemas nos dentes, mau hálito, tártaro acumulado, etc, que podem provocar doenças mais sérias, algumas que chegam a ser fatais.
É necessário levar seu cachorro ao veterinário para que ele examine os dentes e, se necessário, faça uma limpeza bucal.
Também é importante cuidar das suas unhas e principalmente dos esporões, vigiando para que eles não sejam infectados, já que isso pode ser muito doloroso para ele.
Por isso você deve levá-lo ao veterinário para cortá-los regularmente, ainda que você também possa fazer isso em casa, prestando muita atenção para não machucá-lo.
Nesta etapa você deve escovar os pelos do seu animal quase diariamente, pois desta maneira poderá evitar o surgimento de nós e o alojamento de parasitas.
Aproveite este momento para tocar em seu cão e notar se surgiu alguma verruga ou até um pequeno tumor, e se perceber algo diferente consulte o veterinário.
Conselhos para uma velhice feliz
É muito importante cuidar da saúde física e mental de seu animal de estimação. Dedique mais tempo a ele e leve-o para passear, fazendo com ele uma lista de exercícios diários (você pode consultar quais seriam os mais apropriados com o seu veterinário).
Lembre-se de que ele terá menos vontade de fazer atividade física, mas é necessário que ele brinque e caminhe diariamente.
Não se esqueça de levar seu cachorro ao veterinário regularmente, pois temos que aumentar o controle nesta etapa da vida.
Todos estes cuidados são muito importantes para a saúde do nosso animal, mas algo que é primordial na velhice do seu cão são as carícias e a atenção dedicada a ele.
Lembre-se de que ele foi o seu amigo fiel durante toda a sua vida, que vocês compartilharam momentos muito bonitos e que agora é o momento no qual ele irá partir pouco a pouco. Assim, é você quem deve dar a ele sua total atenção e carinho.
Fonte: Meus Animais
quarta-feira, 1 de julho de 2015
O que o rabo do seu gato está dizendo?
Os gatos têm uma linguagem corporal muito rica através da qual eles se comunicam com outros gatos e com os seres humanos. Seus gestos, olhares e miados indicam como ele se sente ou o que é o que ele está pedindo.
Os gatos mandam constantemente sinais que indicam se está zangado, contente, doente, tem fome, quer carinho… através das suas orelhas, seus olhos, bigodes, rabo, etc. Aqui vamos ver quais são as coisas que o rabo do seu gato pode estar dizendo a você.
O que significam os movimentos do rabo do meu gato?
Os gatos podem mexer o rabo de diferentes maneiras para indicar diferentes coisas. Como regra geral, os movimentos suaves e pausados indicam calma, bem-estar e vontade de brincar, e os movimentos rápidos e bruscos indicam medo ou descontentamento.
Quer dizer, o rabo pode adquirir diferentes posiciones dependendo das intenções do gato.
Se o gato quiser ou estiver esperando alguma coisa, seu rabo vai estar imóvel e rígido para cima.
Se, pelo contrário, estiver totalmente esticado ou esticado com a ponta para baixo, se mexendo de cima para baixo, é porque o gato esta feliz e com vontade de brincar.
Se o rabo estiver esticado quase na altura do lombo, mas um pouco para cima, então o gato apresenta uma atitude amigável e ele pode ser acariciado sem problemas.
Ao contrário dos cães, mexer o rabo de um lado a outro, seja estando de pé ou sentado, significa que o gato está zangado e é melhor deixá-lo em paz por um momento.
Quanto mais ele mexer o rabo, significa que mais zangado ele está. Se o rabo está baixo, isso indica tristeza e se colocar o rabo entre as patas é porque o gato esta chateado, tem medo ou adotou uma atitude submissa.
Se o rabo estiver ligeiramente encurvado e apontando para o chão, é porque o gato está adotando uma atitude defensiva e se o rabo estiver para baixo, você então esta diante de atitude agressiva ou ele adotou uma posição de ataque.
Tome cuidado se vir seu gato nessa posição, porque ele pode pular sobre você.
É muito provável que você já tenha visto seu gato sentado, olhando pela janela e com a ponta do rabo se mexendo lentamente para os lados.
Este movimento indica que o gato está concentrado ou pensando, e normalmente vem acompanhado de uma inclinação da cabeça.
Se o gato balançar seu rabo de trás para frente, ele está se expressando na sua forma mais selvagem. Esse movimento é usado para espreitar uma presa e se equilibrar sobre ela.
Possivelmente, isso vai ser observado quando seu gato brincar com seus novelos de lã, ou com seus brinquedos.
Se o rabo de um gato virar repentinamente, cuidado. Isso significa que o gato está preparado para atacar se a pessoa não retroceder.
É uma advertência para indicar que ele quer ser deixado em paz, portanto, deixe de acariciar seu gato se o vir nessa posição.
Às vezes os gatos mexem o rabo enquanto dormem. Isso indica que estão sonhando e, provavelmente, pensam que estão perseguindo um pássaro ou um coelho.
Esse movimento provoca ternura, e é muito engraçado ver um gato sonâmbulo de rabo.
Além de indicar estados de ânimo e pedir coisas para os seus donos, o rabo do gato também pode ser usado como um brinquedo.
As mamães gato costumam usar seus rabos para distrair seus gatinhos. Dessa forma, elas os mantém controlados, além de estimular sua motricidade, curiosidade e instinto de caça.
Do mesma modo, não é pouco comum ver um gatinho brincando de perseguir o rabo, gesto que sempre faz os humanos sorrir e que pode distrair o gato durante algumas horas.
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