quinta-feira, 23 de julho de 2015

10 Fatos sobre gatos que você provavelmente não sabia


Bonitinhos, fofinhos, misteriosos e taciturnos. Os gatos possuem muitos admiradores, porém seu jeito misterioso de ser não é uma unanimidade. São conhecidos por sua beleza e arrogância, além de, claro, sua capacidade de inspirar incontáveis e-mails com apresentações em power point​​. Dúvidas sobre seu felino favorito? Conheça as 10 coisas que você não sabia sobre eles:

1 – Gatos ganham de cachorros…

… Ao menos em números absolutos e nos Estados Unidos. Segundo a Associação Médica Veterinária Americana, havia cerca de 81,7 milhões de gatos nos domicílios dos EUA em 2007, em comparação com 72,1 milhões de cães. Isso significa que pouco mais de 32% das casas estadunidenses possuem um gato, e cada domicílio tem, em média, pelo menos dois bichanos.

A propósito, cães e gatos podem viver juntos sem causar histeria em massa. Um estudo publicado em 2008 descobriu que se os cães e gatos se conhecem quando o felino tem menos de 6 meses de idade, e o cão menos de um ano, as duas espécies podem conviver em paz.

O estudo diz que confrontos entre diferentes espécies pode ser nada mais que uma falha de comunicação. Os outros animais não entendem os olhares desconfiados dos gatos ou a submissão dos cães, por exemplo. Entretanto, se os bichos se conhecerem desde pequenos, eles passam a entender uns aos outros, afirmam os pesquisadores, quase como se fossem bilíngues.

2 – Gatos são bebedores peculiares

Quando você assistir a um gato tomando água ou leite, saiba que está assistindo a um processo delicado. Em vez de simplesmente “escavar” o líquido para a boca, como os cães fazem, o gato toca a ponta da língua na superfície do líquido, criando uma coluna que se estende quando ele puxa a língua para trás. Logo antes de a gravidade superar o movimento ascendente da língua do gato, enviando o líquido de volta para baixo, o felino fecha seu maxilar, capturando o gole.

Em cada um desses processos, os gatos domésticos engolem cerca de 0,1 mililitros de líquido. Com quatro lambidas por segundo, eles conseguem beber cinco colheres de chá (24 ml) a cada minuto.

3 – Gatos têm um pênis perigoso

Os gatos possuem uma característica curiosa em seus órgãos genitais: centenas de espinhos. Ninguém sabe ao certo para que servem esses espinhas de milímetros de comprimento. Especula-se que eles possam melhorar o estímulo sexual para o macho ou talvez evitar que o pênis escorregue para fora da vagina da fêmea durante a ejaculação. De acordo com um estudo de 1967, as gatas só ovulam após a estimulação genital, então é possível que as espinhas penianas desempenhem um papel importante no sentido de garantir a ovulação.

Gatos machos castrados cedo, entretanto, geralmente não desenvolvem os espinhos no pênis. Isso porque os espinhos crescem em resposta aos hormônios masculinos. Quando um gato é castrado, seus níveis de androgênios despencam e os espinhos ou não se desenvolvem ou se retraem.

4 – Gatos são propensos a engordar

Os seres humanos não são a única espécie com problemas com a balança – Garfield que o diga. Nossos animais de estimação estão ficando cada vez mais gordos. Cerca de 54% dos cães e gatos domésticos estadunidenses estão com sobrepeso ou são obesos. Em números brutos, são cerca de 50 milhões de gatos rechonchudos.

A maioria dos gatos que vivem em ambientes fechados fazem pouca atividade aeróbica, o que significa que eles precisam de muito pouco em termos de calorias. Um gato de 4,5 quilos, por exemplo, necessita de apenas cerca de 180 a 200 calorias por dia. A obesidade chega quando os felinos ingerem bem mais do que isso. Uma porção da comida para gatos da marca Friskies, por exemplo, possui 381 calorias.

5 – Gatos podem ser menos inteligentes que cachorros…

Apesar de sua fama e pose de superior, os gatos podem ser mais “burros” do que os cães. Um estudo de 2010 concluiu que as espécies sociais como os cães têm experimentado um crescimento maior do cérebro ao longo dos últimos 60 milhões de anos, em comparação com animais solitários como os gatos.

Um artigo do ano anterior já havia confrontado a inteligência felina com a canina – com vitória dos cachorros. Os cães se mostraram mais inteligentes em alguns campos, enquanto os gatos dominaram outras áreas, mas o desempate veio a favor do animal mais útil para o homem. Dado que tudo que um gato faz é caçar passarinhos e cães podem farejar drogas, resgatar alpinistas perdidos e até mesmo diagnosticar câncer, os cães foram declarados os mais inteligentes das duas espécies.

Porém, alguns podem argumentar que passar a vida relaxando ao sol (com intervalos ocasionais para correr atrás de ratos) é um tipo próprio de inteligência.

6 – …Mas isso não significa que gatos são burros

Os cães podem ter mais uma vida social mais ativa, mas não subestime o cérebro felino. Ano passado, pesquisadores flagraram um gato selvagem imitando o som emitido por um pequeno macaco para chamar a atenção da presa.

O gato-maracajá, um parente muito próximo da jaguatirica, que habita a Amazônia, já foi visto fazendo barulhos de macaco perto de um grupo desses animais. Quando os micos se aproximaram para investigar o som, o gato-maracajá tentou uma emboscada. Neste caso, um dos macacos percebeu a artimanha felina e salvou os outros animais com um grito de alerta. Apesar disso, a observação sugere que os gatos selvagens podem ser ainda astutos do que pensamos.

7 – Gatos têm uma péssima memória

Os gatos se lembram de obstáculos em seu ambiente por cerca de 10 minutos, de acordo com um estudo de 2007. Além do mais, os gatos têm uma memória muscular melhor do que visual.

Quando os cientistas impediram o movimento de gatos domésticos após as suas pernas dianteiras terem superado um obstáculo, mas antes que levantassem as pernas de trás, os felinos só se lembraram que teriam de superar o obstáculo novamente nos dez minutos seguintes. Quando os gatos viam o obstáculo, mas estavam distraídos com a interrupção dos pesquisadores, eles esqueciam do obstáculo.

8 – Gatos controlam a sua mente

É verdade, donos de gatos: seu bichano está no comando. Alguns gatos têm aperfeiçoado um ronronar agudo infalível aos ouvidos humanos. Um estudo de 2009 descobriu que os humanos consideram essa mistura de alegria e agressividade difícil de ignorar. Os gatos tendem a usar esse recurso quando querem comida, e seus proprietários recebem a mensagem e atendem ao pedido dos bichanos. Quem tem gato em casa sabe do que eu estou falando, certo?

9 – Os parasitas dos gatos também controlam sua mente

Um parasita que se reproduz em gatos tem a capacidade de manipular animais – incluindo os seres humanos. O protozoário Toxoplasma gondii é um mestre controlador de mentes. Ele infecta os ratos e os faz agir imprudentemente e ir para lugares onde provavelmente sejam capturados por gatos. E é exatamente isso que o parasita quer, já que ele só pode se reproduzir no estômago dos felinos.

Mas o controle mental exercido pelo Toxoplasma gondii também se estende aos seres humanos: pessoas que vivem em países com altas taxas de infecção pelo parasita apresentaram maior probabilidade de ser neuróticos do que pessoas que vivem em áreas onde as taxas de infecção são baixas. Neuroticismo é um traço de personalidade caracterizado pela ansiedade e insegurança. Se muitas pessoas são infectadas (provavelmente através do contato com gatos), os cientistas especulam que é possível que o T. gondii possa mudar o comportamento de culturas inteiras. Sempre lave as mãos depois de acariciar seu bichano.

10 – O aquecimento global pode significar mais gatinhos

De todas as possíveis consequências das alterações climáticas, esta é provavelmente a mais fofinha: temperaturas mais quentes e invernos mais curtos podem levar a períodos mais longos de procriação para os gatos. Com isso, mais gatinhos viriam ao mundo. Porém, isso infelizmente pode não ser uma coisa boa.

Em 2007, a organização de adoção de animais de estimação Across America avisou que cada vez mais e mais gatinhos aparecem em abrigos em todos os Estados Unidos, uma tendência atribuída aos verões mais longos. Uma vez que os gatos são procriadores de tempo quente, invernos mais curtos significam um intervalo menor entre as ninhadas. A solução é simples, de acordo com a organização: castre seu gato e contribua para o controle da superpopulação de gatinhos, independentemente da temperatura que faz lá fora.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Temos muito que aprender com eles!


São considerados os melhores amigos do homem, uns autênticos companheiros de aventuras e fazem parte da família. Os animais de estimação são mais do que isso, aliás, até temos muito a aprender com eles.

Todos eles demonstram sempre uma grande gratidão por quem os estima– estando sempre alegres, fieis e gratos – é assim que as pessoas se devem, também, comportar.

Segundo diz o Huffington Post, há muito para aprender com os animais de estimação, pois estes transmitem uma felicidade imensa a todos aqueles que os rodeiam, portanto ficam aqui alguns pontos a frisar:

1. Viver o momento – nem todos os dias correm como o esperado e desejado, mas se reparares, um cão assim que entras em casa o que apenas importa é o momento, é a alegria da recessão tão comum e espontânea do animal.

2. Perdoar – diz este artigo que colocar-se na pele do animal de estimação ajuda a entender melhor algumas situações. Um bom exemplo disso é ponderar as atitudes tomadas e saber perdoar.

3. Cuidar – um animal de estimação ajuda todas aquelas pessoas cuidem dele e de quem lhes é querido.

4. Atitude  – os animais de estimação mesmo depois de um dia de solidão e aborrecimento, esperam fielmente pelo seu dono, esta atitude é meio caminho andado para a felicidade.

5. Afetos – se um dono assim o faz com o cão e o cão retribui, o mesmo deve ser feito com as pessoas, só assim o carinho oferecido será retribuído e reconhecido.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Você sabe por que o seu gato esfrega a cabeça contra seu corpo?


Os gatos são uns dos animais mais queridos no mundo todo porque os humanos adoram a companhia destes felinos misteriosos, inquietos e brincalhões, mas às vezes apresentam comportamentos bem estranhos, como esfregar sua cabeça contra nós.

Os gatos não são carinhosos

Talvez tenha ouvido isso em várias oportunidades, mas isso não é mais do que um mito.

Na realidade, dependendo da raça e, em especial, da criação, os gatos podem ser animais extremamente carinhosos.

O que acontece é que as pessoas estão acostumadas às demonstrações de afeto dos cachorros, para os quais seu dono é o seu universo.

Os gatos são animais absolutamente independentes e autossuficientes, eles não duvidam nem por um instante em abandonar você por alimento ou um abrigo, além disso, os cães são mais efusivos em demonstrar carinho.

Porém, isto não significa que sejam hostis ou desinteressados, pois os gatos demonstram de diversas formas que gostam da nossa companhia, como esfregando sua cabeça e o corpo contra o “amo”.

Quando um gato se aproxima o suficiente, como para se esfregar, ou permite que você o acaricie, significa que confia em você e que sabe que não você irá machucá-lo, mas se acontecer o contrário ele fugirá ante sua presença.

O ronronar também indica que o animal está tranquilo e que, em geral, não se incomoda com a sua companhia, mas também pode significar que está sob muito estresse, portanto é melhor analisar sua linguagem corporal.

Considere que dentro do esquema social do gato ele ocupa o papel hierárquico, e você simplesmente é outro animal com quem compartilha o seu espaço e mantém uma relação simbiótica, você lhe proporciona alimento e ele deixa você viver no seu território.

Entender o papel dominante do gato é fundamental para uma boa convivência; o único que devemos lembrar é que o felino nos indicará quando poderemos fazer carícias nele, brincar, comer ou, em geral, quando está de humor e disposto.

Territorialidade

Como já citamos acima, os gatos são animais muito territoriais. Para eles tudo aquilo que estiver dentro de seu “território” (a sua casa e até o quintal do vizinho) lhes pertence, por isso marcam o território da mesma forma que o fariam na natureza.

Além disso, os gatos usam mais do que suas glândulas anais para fazer a marcação, isto é, não precisam borrifar um objeto para que fique identificado como próprio, em geral costumam esfregar o corpo contra as coisas para indicar aos outros que isso lhes pertence, impregnando seu cheiro, e isso inclui você.

Normalmente os gatos gostam de delimitar muito bem seu território, pelo que também irão usar elementos visuais para evidenciá-lo, e todos aqueles que tiverem gatos podem garantir isso ao observar os móveis ou travesseiros.

Para estes animais, tudo aquilo que estiver marcado com arranhões, é da sua propriedade.

Porém, devemos levar em conta que esta marcação não é somente visual, pois os gatos têm glândulas nas almofadas das patas que segregam um cheiro forte que impregna seus bens.

Portanto, em certas ocasiões quando um gato nos faz massagens com suas patinhas, nos arranhando leve e agradavelmente, significa que está marcando o seu território.

A pelagem, na área próxima ao folículo piloso, segrega um líquido oleoso que serve para fazer a marcação, por isso eles esfregam seu corpo contra coisas que entraram em contato com outras pessoas alheias ao lar ou com outros animais.

A mesma coisa acontece com o seu rosto; caso perceba que o gato esfrega a cabeça contra a sua, significa que, além de estar cumprimentando você, está te impregnando com seu cheiro através das glândulas em ambos os lados do rosto.

Então agora você já sabe, as demonstrações de carinho dos gatos estão relacionadas com o que consideram como próprio. Mas isto tem suas vantagens, como receber surpresas noturnas, desde baratas e cigarras até pássaros e roedores eviscerados.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Conselhos para fazer um cachorro dormir


Deve-se ter clara a importância do sono para nosso animal de estimação. Um cachorro tem de dormir as horas necessárias, principalmente à noite. Não apenas para que você possa descansar, mas também para que ele se beneficie de um sono reparador.

Muitos são os cachorros que têm dificuldades para dormir à noite, por isso é muito importante que você o acostume desde filhote. Com Meus Animais queremos dar alguns conselhos simples para fazer seu cachorro dormir, sendo ele filhote ou adulto.

Ensinar um filhote a dormir

Muitos donos de animais de estimação relatam que adotaram um filhote e é muito difícil que ele durma à noite; principalmente nas primeiras semanas, quando não nos deixam dormir com seus latidos, choros, etc… Mas você não precisa se preocupar, pois há solução! É necessário apenas um pouco de paciência.

O motivo do filhote não dormir nas primeiras semanas é porque ele se sente desorientado e inseguro, já que foi separado de sua mãe e de seus irmãos. Também deve-se entender que ele se encontra em um ambiente diferente, com humanos diferentes e até com cheiros que não conhece. É por isso que é preciso ter um pouco de compreensão.

Mas isto não significa que devamos deixar a situação sem solução. É necessário seguir alguns conselhos úteis listados abaixo.

A rotina

Já sabemos que os cachorros são animais de rotina; desta forma, desde o primeiro dia, você deve planejar a sua rotina e fazer com que o cachorro a siga. Deve ter um horário para comida, passeio, brincadeiras e, é claro, para as horas de descanso. As atividades diárias deverão ser realizadas nos mesmos horários para que ele se acostume.

O ambiente

Você deve criar um ambiente agradável e propício para o descanso de seu animal de estimação. Um lugar que seja para ele e onde esteja sua caminha. Um erro muito cometido pelos donos de filhotes é que quando começam a chorar, os levam para a sua cama, e isso não deve ser feito, já que seu animal de estimação se acostumará. Isto pode ser solucionado comprando-lhe uma caminha coberta, assim se sentirá seguro.

Nas primeiras semanas coloque junto à sua cama um relógio de ponteiros,  já que o som que emite o fará lembrar dos batimentos do coração de sua mãe e, assim, se sentirá mais tranquilo. É muito importante também evitar os barulhos que possam assustá-lo.

O que você não deve fazer

Não acuda imediatamente se o filhote começar a chorar, já que ele entenderá que cada vez que chore você irá atender o seu chamado e utilizará o choro como reclamação. Mas é claro que você deverá vigiá-lo à distância para verificar que está tudo bem.

Não o dê de comer antes de dormir, pois isto lhe dará energia e possivelmente irá querer brincar. É preferível dar-lhe de comer 3 ou 4 horas antes de dormir.

Fazer um cachorro adulto dormir

Se seu cachorro adulto não dorme à noite, é porque algo está acontecendo com ele. É necessário avaliar a situação. Se você mudou de casa, se há um novo membro na família ou um novo animal de estimação, se os donos estão estressados, etc, tudo isto pode influenciar para que seu cachorro tenha perdido a vontade de dormir. Quando esta nova situação passar, possivelmente seu cachorro voltará a descansar tranquilamente.

Ambiente para dormir

Em primeiro lugar, você deve proporcionar a seu cachorro um bom ambiente para que possa dormir e descansar, ter uma caminha confortável que ele identifique como sua e onde irá dormir. Se ele não for para a caminha, você pode ensiná-lo colocando algum tipo de “presente” que ele goste.

É muito importante estabelecer a hora do descanso, pode ser a mesma que a sua ou outro horário diferente. Para isso, crie sempre a mesma rotina diária como apagar as luzes, desligar a televisão, fechar a porta, etc… para que ele possa identificar o momento de ir dormir.

A comida

Da mesma forma que os filhotes, os cachorros adultos não devem comer antes de ir dormir, já que isso lhes dará muita energia. Devem comer 3 ou 4 horas antes de dormir. Também é importante que façam bastante exercício durante o dia, assim se sentirão cansados e dormirão mais rapidamente.

Massagens relaxantes

Uma vez que seu cachorro já esteja na cama, você poderá mimá-lo com massagens relaxantes, principalmente na zona da cabeça e das costas. Isso irá relaxá-lo e ajudá-lo a dormir.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Animal de estimação: 6 coisas para deixar bem longe do seu


Se seu animal de estimação, seja ele um cachorro, gato, tartaruga, tarântula e/ou outro é um tanto intrometido, é melhor prestar bastante atenção para não deixar que ele chegue perto de algumas coisas que provavelmente estão dentro da sua casa, a não ser que você esteja preparado para encontrar bastante vômito pelos corredores – e esse nem é o maior problema, porque coisa ainda pior pode acontecer com os coitadinhos.

Veja:
6 coisas para deixar bem longe do seu animal de estimação

Enxaguante bucal

Levantar a tampa do vaso e brincar na água da privada não é a pior coisa que seu animal pode fazer no banheiro. O enxaguante bucal que você tem em cima da pia pode ser bastante perigoso se ingerido. Alguns deles possuem ácido bórico em suas fórmulas, que além de vômitos, podem levar o animal a um estado de coma. Em alguns casos, também podem afetar a reprodução e o desenvolvimento dos bichos. O ácido bórico pode ser encontrado também em outros produtos, como esmaltes de unha, cremes, talcos e pomadas.

Naftalina

O naftaleno, também conhecido como as bolinhas de naftalina que você deixa no armário como inseticida ou desodorizante, pode causar danos tanto aos animais como aos seres humanos. Nos bichos, ataca principalmente o sistema nervoso se for inalado ou ingerido. Quando metabolizada, a substância também pode causar problemas no fígado. Algumas pesquisas feitas em ratos até mesmo indicam que a naftalina causa câncer de nariz nos animais. A recomendação dos veterinários é que ela seja trocada por aqueles sachês aromatizantes – até porque o cheiro é bem melhor.

Plantas

Por mais inofensivo que pareça, um passeio no jardim pode ser bastante perigoso para os animais domésticos. Alguns estudos apontam que existem mais de 700 plantas que podem ser tóxicas para animais de estimação. Entre elas, estão flores como o lírio, a azaleia e até mesmo folhas e o caule de algumas árvores, como o carvalho. Geralmente os sintomas incluem sonolência, salivação excessiva, vômitos, diarreia, entre outros, que podem levar à morte. Não é o caso de evitar que seu cachorro aproveite a vida dele correndo pela grama, mas é bom prestar atenção.

Produtos de limpeza

Sabe aquele aviso que é encontrado em praticamente todo produto de limpeza, que diz “mantenha fora do alcance de crianças e animais de estimação”? Pois é. Leve ele a sério. A maioria dos produtos de limpeza, entre eles amaciantes e detergentes, são extremamente tóxicos para os animais. Crises de vômito, salivação excessiva e pupilas dilatas estão novamente entre os sintomas mais comuns. Em caso de intoxicação por produtos de limpeza, não force o vômito do animal. Corre-se o risco de lesionar o esôfago dele. A única coisa que você pode fazer antes de chegar no veterinário é dar para seu amigo carvão ativado, produto que é vendido em farmácias e diminui a absorção do produto de limpeza pelo corpo dos bichos.

Paracetamol

Se você perceber que o seu animalzinho está gripado e quer ajudar, não dê paracetamol para ele. Seu remédio pode ser veneno para seus amigos de quatro patas, principalmente para os gatos. Somente um comprimido de paracetamol atinge drasticamente os glóbulos vermelhos e o fígado dos animais, levando à morte em alguns dias. Isso acontece porque os felinos não conseguem metabolizar os componentes do remédio no fígado, pela atividade reduzida de algumas proteínas. Em casos de ingestão, os gatos devem ser levados imediatamente a um veterinário. Nos cães, o efeito do paracetamol não é tão agressivo, mas ainda assim o remédio pode causar danos permanentes no fígado. Outros remédios humanos, como a dipirona e a aspirina, também podem causar efeitos devastadores em cães e gatos. Resumindo: não automedique seu animal, em nenhum caso.

Chocolate

Esse talvez seja o alimento mais famoso entre aqueles que são tóxicos para os animais. Para os animais como um todo, não só para os cachorros. Gatos também têm sérios problemas se decidem atacar aquele ovo de páscoa esquecido dentro do armário. O problema é uma substância chamada teobromina. Ela não é metabolizada direito pelo fígado dos pets, causando vômito, diarréia, tremores, falta de coordenação e até mesmo a morte, se consumida em grandes quantidades. Doses perto de 100 mg/kg são consideradas tóxicas, sendo fatais perto das 200 mg/kg, dependendo do tamanho do animal. A presença desta substância varia de acordo com o tipo de chocolate. Aqueles que têm maior concentração de cacau possuem mais teobromina. O chocolate em pó e o chocolate preto amargo contêm entre 15 a 20 mg de teobromina por grama. O chocolate ao leite contém menos: cerca de 1,5 mg por grama.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Por que gatos gostam tanto de caixas?


Todo dono de felino já passou por essa situação: comprar um brinquedo supercaro para seu animal de estimação, só para ele não dar a menor bola para o objeto e correr se enfiar em uma velha caixa de sapatos, ou qualquer outra caixa de qualquer outro tamanho colocada em qualquer outro lugar da casa.

Por quê, ó céus, por quê? Por que gatos gostam tanto de caixas?

Há uma vantagem óbvia de predação que a caixa proporciona: gatos são predadores de emboscada, e caixas são bons esconderijos para perseguir presas.

Mas não pode ser só isso que explica o gosto dos felinos por caixas, né?

Felizmente, biólogos e veterinários possuem algumas outras explicações interessantes. Na verdade, quando você olha para todas as evidências em conjunto, pode ser que o seu gato não apenas goste de caixas; pode ser que precise delas.

Conforto e segurança

50 anos de pesquisa comportamental sobre gatos deixaram uma coisa clara: felinos derivam conforto e segurança de espaços fechados.
Em situações de estresse, gatos muitas vezes procuram uma caixa ou qualquer outro tipo de compartimento fechado para se sentirem melhor.

A veterinária Claudia Vinke, da Universidade de Utrecht, na Holanda, estudou níveis de estresse em gatos de abrigos animais. Ela forneceu caixas para um grupo de gatos recém-chegados, privando outro grupo do mesmo benefício. Ela descobriu uma diferença significativa nos níveis de estresse entre os gatos que tinham caixas e os que não tinham. Os com caixas se acostumaram com seu novo ambiente mais rápido, ficaram muito menos estressados e se mostravam mais interessados em interagir com humanos.

Faz sentido quando consideramos que a primeira reação de quase todos os gatos a uma situação estressante é se retirar e se esconder. “Se esconder é uma estratégia comportamental da espécie para lidar com mudanças ambientais e estressoras”, explica Vinke.

Isto é verdadeiro tanto para gatos selvagens quanto domésticos.

Isolamento social

Em alinhamento com o item anterior, também é importante notar que gatos não são a fim de resolução de conflitos, e preferem fugir de uma situação do que lidar com ela. A mania de se esconder vale para quase tudo – felinos apreciam um certo isolamento social.

Ou seja, não fique chateado se o seu gato não vem quando você o chama. Sim, ele está te evitando. Mas não é nada pessoal.

A caixa, nesse sentido, pode representar uma zona segura, um lugar onde as fontes de ansiedade, hostilidade e atenção indesejada simplesmente desaparecem.

Temperatura

Além de caixas, muitos gatos parecem escolher outros lugares estranhos para relaxar. Alguns enrolam-se em uma pia. Outros preferem sapatos, bacias, sacos de compras, canecas, caixas de ovos vazias e outros espaços pequenos e fechados.

O que nos leva à outra razão pela qual seu gato pode gostar muito de pequenas caixas (e outros lugares aparentemente desconfortáveis): frio.

De acordo com um estudo de 2006 do Conselho Nacional de Pesquisa dos EUA, a neutralidade térmica para um gato doméstico é de 30 a 36 graus Celsius. Essa é a faixa de temperatura em que eles ficam “confortáveis” e não têm que gerar calor extra para se manter quente ou gastar energia metabólica em refrigeração.

Essa faixa também é cerca de 10 graus mais elevada do que a nossa, o que explica por que não é incomum ver um gato esparramado no asfalto quente em um dia que para você já está calorento demais.

Também explica por que muitos gatos podem desfrutar de espaços confinados. O papelão é um ótimo isolante térmico, e lugares pequenos forçam o gato a se enrolar, o que por sua vez ajuda a preservar o calor de seu corpo.


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terça-feira, 14 de julho de 2015

Como relaxar um cachorro


Sim, cães também se sentem estressados, sofrem dos nervos e precisam relaxar. Deixando de lado questões tais como fatores genéticos, que exigirão um tratamento veterinário específico, os animais de estimação, como os seres humanos, são emocionalmente afetados por questões da vida cotidiana. Existem, porém, técnicas que relaxam e devolvem a harmonia ao nosso querido animal. Carícias, massagens e passeios, podem ser soluções simples, baratas e eficazes.

Por que meu cachorro está estressado?

Existem várias situações que podem alterar o emocional de um animal.

– Barulhos causados por tempestades ou fogos de artifício e outros decorrentes de certas festividades

– Mudanças

– Alojamento temporário de cachorros ou hotéis quando a família sai de férias

– A chegada de um bebê em casa

– A chegada de outro animal de estimação em casa

– A fase da gestação canina

Note também que se você está estressado ou nervoso, o seu cachorro pode “pegar” isso de você.

Ainda que você não grite ou manifeste outras reações agressivas, lembre-se que os animais são muito sensíveis e têm a capacidade de detectar estes estados e serem afetados por eles.

Dicas para relaxar um cachorro

Passaremos a você algumas dicas que servem para que ele, e também você, relaxe e faça uma pausa da rotina sempre tão acelerada.

– Fale com uma voz suave e carinhosa enquanto você o acaricia.

– Sente-se com seu animal de estimação em algum lugar tranquilo da casa e lhe faça uma massagem. Comece suavemente pela cabeça, suas orelhas e pescoço. Siga para a espinha e, não se esqueça, você também deve massagear as pernas. Com estas práticas, você devolverá, pelo menos em parte, o mesmo contato físico que ele teria na natureza com seus pares.

– Saia para andar com ele. Mas ande bastante. A ideia não é apenas que ele faça as suas necessidades e retorne. É percorrer ruas tranquilas e com pouco tráfego. E caminhe lentamente. O objetivo é aproveitar o passeio e relaxar um pouco.

– Leve-o para um parque onde você possa soltá-lo da coleira e deixá-lo livre para correr e brincar. Passem a desfrutar, juntos, de um pouco mais de ar fresco e do verde. E se ele se cansar, depois de tanta atividade física, ele irá dormir mais relaxado e acordará renovado. E talvez você também.

– Se você vive perto de um rio ou do mar, leve-o para nadar. Os cães geralmente adoram água e lembre-se que ela é relaxante. Nos últimos tempos, surgiram piscinas para animais de estimação. Se seu orçamento permite, pode ser uma opção a considerar.

– Relaxe também com músicas. Ouvir músicas relaxantes, principalmente as clássicas, também ajudará o relaxamento de seu cão.

– Tente não o confundir com atitudes contraditórias. Coloque-se de acordo com os membros da família, para que então todos emitam o mesmo tipo de sinais para com o cachorro.

É óbvio que o ideal seria ser capaz de se antecipar e procurar formas de evitar ou atenuar o estresse, a ansiedade ou o nervosismo. Mas nem sempre é possível.

Para eventos específicos, tais como o ruído pelo uso de fogos de artifício em certas festividades, você pode administrar gotas sedativas. Consulte seu veterinário sobre a dose adequada.

Mas outras questões exigirão paciência e muito amor. Porque tal como acontece com as pessoas, não esconda o sintoma, mas tente encontrar sua causa para que as coisas possam ser resolvidas rapidamente.

Se os problemas persistirem, você terá que recorrer a um veterinário para evitar as más consequências de saúde do seu animal de estimação a longo prazo.

Pode ser necessário um profissional de massagem para aplicá-las. Existem clínicas especializadas no assunto. Outros tratamentos possíveis podem ser encontrados na homeopatia, nas essências florais de Bach ou na aromaterapia.

Existem remédios homeopáticos que são eficazes e sem efeitos colaterais, não produzem habituação ou vício.

Também são úteis coleiras e os difusores de feromônios. Verificou-se que essas substâncias, que as cadelas liberam quando amamentam os seus filhotes, têm efeito calmante nos cães.

Talvez você deva combinar diferentes tratamentos que tranquilizem o seu cachorro. Mas lembre-se que o elemento fundamental será sempre uma palavra de afeição e um carinho.

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