terça-feira, 19 de julho de 2016
Como mudar de casa com seu animal de estimação
Mudanças de casa são sempre momentos de adaptação ao novo ambiente, seja para humanos e animais de estimação. Enquanto os seres humanos podem externar seus sentimentos, os animaizinhos precisam mais ainda da ajuda de seus tutores para que a mudança seja agradável para todos. Leia abaixo algumas dicas de como fazer uma mudança suave para seu amiguinho.
Dicas para mudar de casa sem estressar o seu pet
Preparando o ambiente
Visite a nova casa e veja possíveis pontos de problema, como muros baixos, fácil acesso a rua é outros pontos de perigo. Telê todas as janelas da casa e caso seu bichinho seja acostumado a usar uma porta para animais, providencie uma para a nova moradia. Passeie com ele pela vizinhança, para que ele conheça a região e saiba voltar, caso se perca.
Na antiga casa, vá embalando a mobília e objetos com calma. Se possível, reserve um ambiente com os objetos de seu animal, criando um ambiente familiar a ele enquanto a casa vai sendo desmontada. Deixe este ambiente por último na hora de mudar, para que a rotina dele não seja tão modificada. Retire seu animalzinho antes de desfazer este cômodo, levando-o para a casa de amigos ou parentes que seu cão ou gato costuma visitar, ou para o hotelzinho que ele frequenta nas suas viagens. Isso reduz a ansiedade e estranhamento do animal à situação.
Adaptando a casa nova
Ao chegar à casa nova, arrume seus objetos, e coloque os objetos de seu animal de estimação em um local parecido com o da casa anterior. Espalhe pela casa roupas com seu cheiro, para que ele reconheça sua presença. Tente reproduzir fielmente a rotina da casa anterior, usando os mesmos potes, caminha e ração já usadas. Fazer mais mudanças no estilo de vida deles pode ser traumatizante.
Chegando à casa nova
Chegue com seu amiguinho na casa nova na sexta ou no final de semana, para que você tenha tempo para acompanhar a exploração do ambiente pelo animalzinho. Dê acesso aos locais que ele poderá usar, sempre conduzindo pela guia e coleira, para que ele não fuja caso se assuste com algum barulho ou movimento novo.
Para os gatos, crie um cantinho para todas as coisas dele, e deixe confinado neste ambiente até que ele se sinta a vontade naquele local. Depois disso, vá abrindo o resto da casa ao seu bichano. Sempre acompanhando para que ele não fuja. Associe o novo ambiente a brinquedos novos ou petiscos, se o animal demonstrar um bom comportamento.
Quando o bichinho não se adapta
Se seu amigo apresentar sintomas como choro, falta de apetite, falta de ânimo para brincar, vômito, diarreia, prisão de ventre, ele pode estar rejeitando o novo espaço. Procure seu veterinário, que pode recomendar algum fitoterápico ou até mesmo o serviço de um adestrador, para adaptar seu amiguinho à vida nova.
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Mitos e verdades da ração canina e o impacto na saúde do bichinho
Além de mostrar que você é um tutor responsável, preocupar-se com a boa alimentação do seu animal
resulta em menores despesas com veterinários e medicamentos, seja no médio ou longo prazo. Sem contar a vantagem de ter em casa um cão com bom funcionamento intestinal, o que gera conforto e bem-estar para eles e para nós também.
Hoje, há um enorme cardápio de opções para oferecer ao seu bichinho, por isso é importante saber escolher o que mais se aproxima do ideal para cada um em particular. As rações são fáceis de encontrar, atendem às necessidades dos cães, são práticas e têm custo razoável.
Contudo persiste a crença de que as rações industrializadas provocam doenças, inclusive câncer, em razão do excesso de conservantes químicos, mas os veterinários especializados em nutrição animal discordam: não há evidências científicas que comprovem tal teoria. Rações de melhor qualidade passam por certificação rigorosa e utilizam conservadores como vitamina E e antioxidantes naturais ou conservantes químicos em baixíssima quantidade.
A ração não é a vilã
Segundo os especialistas, é comum ouvir que o número de casos de câncer entre os animais aumentou. Para parte dos veterinários, isso é atribuído à longevidade alcançada pelos bichos de estimação. Antes, os indivíduos que chegavam aos sete anos já eram considerados idosos. Agora, espera-se que ultrapassem os 15. Com isso, cresceu também a incidência de doenças, o que não deve ser atribuído ao uso de rações.
Na contramão, dietas caseiras sem balanceamento têm levado animais aos consultórios com deficiências nutricionais. Quando a opção do tutor for a alimentação natural, que bem feita pode ser muito benéfica, é necessário que a orientação e o preparo da rotina alimentar sejam realizados por profissionais capacitados para compreender as necessidades e demandas específicas de cada cão. Entre outros fatores, são levados em conta o porte e a idade do animal.
Por dentro das rações
As rações recomendadas por profissionais são as chamadas 'premium' e 'super premium'. Elas reúnem carboidratos, gorduras, fibras, minerais, vitaminas e proteínas, estes últimos elementos fundamentais, que devem compor cerca de 20% do produto. Também deve-se observar o extrato etéreo, ou seja, a gordura da ração. Tal ingrediente caro tende a estar presente em rações de melhor qualidade e o índice considerado bom gira em torno de 14% da composição. O teor de gordura, assim como para os humanos, é importante para garantir energia ao cão.
Atente-se também se na embalagem encontram-se discriminados os prebióticos como mananoligossarideo, inulina e frutooligossacarideos, que tornam o produto mais digestivo. A presença de hexametafosfato de sódio também é importante, pois o composto ajuda a prevenir a formação da placa dentária.
As rações com grande quantidade de fibras ou minerais são consideradas de pior qualidade, mas, dependendo da necessidade, são indicadas para ajudar no tratamento de animais obesos ou diabéticos. De forma geral, o mais prático para uma boa alimentação é optar por rações mais elaboradas e ficar atento à quantidade oferecida, evitando o sobrepeso. Evite os produtos de baixa qualidade (majoritariamente compostas por grãos), que podem conter micotoxinas (substâncias tóxicas produzidas por fungos) em sua composição e consequentemente causar danos à saúde dos cães.
Avanços da indústria
No mercado há produtos cada vez mais específicos para a alimentação canina que levam em conta raça, tamanho, idade e doenças. Os alimentos classificados como de manutenção ou terapêuticos apresentam características variáveis para que os bichos respondam melhor à determinada sensibilidade, como por exemplo, predisposição para doenças de pele e devem ser indicados por veterinários.
Para os animais com problemas renais, há rações com baixa quantidade de sódio e potássio. Do mesmo modo, existem produtos para os diabéticos ou com colesterol alto. Mas atente-se, os alimentos terapêuticos funcionam apenas como coadjuvantes no tratamento de enfermidades e prometem contribuir para que a necessidade do medicamento seja reduzida.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Leia isto se você não consegue se separar de seu animal
Amar nossos animais de estimação até o ponto de considerá-los parte de nossa família, cuidar deles e procurar o bem-estar deles é, sem dúvida, algo benéfico e normal. Mas algumas pessoas ultrapassam esse limite, convertendo os bichos em substitutos de relações e pessoas e humanizando-os ao extremo. Para você é difícil se separar de seu animal?
Sou muito apegado ao meu animal de estimação?
Dar muita atenção aos animais que vivem com você não é algo ruim; pelo contrário, é algo bem-vindo, desde que você cuide deles como é necessário.
Isso só é um problema quando o seu cão, o seu gato ou o animalzinho que você escolheu ter, passa a ser o centro de sua vida: o único que ama, entende e aceita você.
O fato de você não conseguir se desapegar de seu bicho de estimação pode ser visto, portanto, como um mecanismo de compensação – psicológico ou emocional – que surge de forma inconsciente na maioria das vezes e é reforçado com o passar do tempo, chegando a se tornar um obstáculo para as relações com amigos e familiares.
“Se você é incapaz de se desapegar de seu animal, algo não está correto na forma como você se relaciona com ele e que deve ser resolvido, para o seu bem e do seu companheiro.”
O que pode fazer você não conseguir se desapegar de seu bicho
Entre as razões pelas quais uma pessoa apresenta uma pego excessivo ao seu animal de estimação, podemos apontar dificuldades para interagir e se comunicar com os outros. Por exemplo:
Timidez;
Complexos psicológicos;
Insegurança.
Além disso, são pessoas que, entre outras coisas:
Necessitam de aceitação;
Sofreram alguma decepção;
Sentem-se decepcionadas.
Também podemos encontrar entre aqueles que têm um apego excessivo aos animais, pessoas que não tiveram filhos ou sofreram a perda de um ente querido (família, amigos ou parceiro).
Comportamentos denunciam apego excessivo aos animais de estimação
Para saber se você faz parte do clube das pessoas que não conseguem se desapegar dos bichos de estimação, veja se você se reconhece em um dos comportamentos que listamos abaixo:
Evita o contato social para não deixá-lo sozinho. Por exemplo: você não vai a alguns lugares porque não permitem a entrada de animais ou evita reuniões familiares ou de amigos porque o seu peludo não foi convidado.
Investe muito tempo e dinheiro em coisas que podem não interessar à sua mascote – roupas, produtos de higiene e acessórios – ao ponto de deixar de satisfazer as suas próprias necessidades.
Leva o animal ao veterinário ante o menor dos sintomas e passa a maior parte do tempo procurando por informações sobre alimentação, cuidados, doenças etc.
Não para de fotografar o bichinho e exibir as imagens em todos os meios possíveis. Você, inclusive, abriu contas em seu nome nas redes sociais.
Riscos de humanizar os animais
Tenha em mente que tratar um animal como se fosse uma pessoa pode ser muito prejudicial, já que você não está respeitando a sua natureza.
Existem casos de bichos de estimação que chegam a ser tratados como crianças mimadas. E algumas pessoas acabam se preocupando mais com eles do que com os próprios filhos.
Algumas atitudes podem indicar uma humanização dos animais, como:
Vesti-los ou fantasiá-los, causando desconforto, problemas de pele, calor excessivo etc.
Entupi-los de alimentos, mesmo aqueles que não são adequados para a sua espécie, causando graves desequilíbrios nutricionais, como excesso de peso.
Não criar regras de conduta e convívio, podendo causar problemas de comportamento.
Uma relação de amor e respeito
De acordo com especialistas, como as pessoas que mostram um apego excessivo por seus bichos não são conscientes desse fato, é necessário que recebam a ajuda de amigos e familiares que tenham percebido essa situação. Acompanhamento psicológico talvez seja necessário.
O amor pode ser tão grande quanto perigoso e essa é uma regra que se aplica às relações entre pessoas e também às que estabelecemos com seres de outras espécies. É muito importante que você aprenda a ter menos apego ao seu animal de estimação, desenvolvendo um vínculo saudável, de respeito à natureza dele, sem nunca esquecer que você tem uma vida para além de seu bicho.
terça-feira, 12 de julho de 2016
Animal de estimação: 5 motivos (comprovados pela ciência) para o seu filho ter um
Quantas crianças não pedem um animal de estimação de presente? Com uma rotina cada vez mais atarefada, não dá para culpar os pais se a tendência é que a resposta seja negativa. No entanto, existem alguns motivos, comprovados pela ciência, que podem fazer você pensar duas vezes antes de dizer "não". Depois de ler os cinco itens abaixo, existem grandes chances da sua família ganhar um novo membro!
1. Crianças que convivem com cães têm menos probabilidade de sofrer de ansiedade infantil
Um estudo recente, realizado pela Universidade de Oklahoma e publicado no site do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), nos Estados Unidos, acompanhou 643 crianças de 4 a 10 anos por 18 meses e concluiu que as crianças que convivem com cães de estimação têm menos probabilidade de sofrer de ansiedade infantil. Para a psicóloga e psicoterapeuta especializada em comportamento infantil Andreia Calçada, o resultado do estudo faz todo o sentido. "A relação com o animal estimula o afeto, o companheirismo, a organização, a paciência, a responsabilidade... Quem tem uma tendência a desenvolver ansiedade na infância tem uma preocupação muito grande com tudo. O animal tira um pouco esse foco e ajuda a criança a aproveitar mais o momento e curtir ali com seu novo amigo, sem pensar no que vai acontecer depois, sem acelerar o fluxo", explica a especialista.
2. Crianças que têm animais de estimação desenvolvem melhor as habilidades sociais
A convivência com animais de estimação também melhora a qualidade da relação dos pequenos com as pessoas ao redor. Segundo um estudo da Universidade de Cambridge, aquelas que têm vínculo forte com os pets ajudam mais aos outros, aprendem a dividir e interagem mais. A pesquisa, que analisou o comportamento de crianças de 2 a 12 anos de idade, revelou ainda que algumas delas, principalmente as meninas, confiam mais nos bichos do que nos próprios irmãos. "Elas podem sentir que os pets não estão julgando e, como eles não parecem ter os próprios problemas, eles simplesmente escutam", explicou o psiquiatra Matt Cassels, um dos responsáveis pela análise.
3. O contato com animais durante a infância diminui risco de asma
Crescer ao lado de um cachorro pode diminuir em 15% o risco de apresentar asma. É o que diz uma pesquisa que analisou os registros de mais de um milhão de crianças na Suécia. Os resultados do estudo foram publicados na conceituada revista Jama Pediatrics em novembro deste ano. "Estudos anteriores mostraram que crescer em uma fazenda reduz o risco de a criança apresentar asma pela metade. Queríamos ver se essa relação também era verdadeira para crianças que crescem com cães em casa. Nossas resultados confirmaram o efeito das fazendas e também vimos que crianças que cresceram com cães tinham 15% menos asma do que as outras", disse Tove Fall, professor assistente em Epidemiologia do Departamento de Ciências Médicas e do Laboratório de Ciência para a Vida, da Universidade Uppsala, que coordenou o estudo junto com pesquisadores do Instituto Karolinska, em Estocolmo, na Suécia.
4. A convivência com cães deixa seu filho mais resistente a alergias
Quando nasce um bebê, muitas pessoas aconselham os novos pais a se livrarem dos animais de estimação da casa porque eles podem causar alergias ao bebê. No entanto, de acordo com um estudo da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, concluiu que o que acontece é o contrário: de acordo com os especialistas, a exposição dos bebês desde cedo ao contato com os pets pode influenciar positivamente o desenvolvimento do sistema imunológico e reduzir a probabilidade de a criança apresentar certas alergias. Os cientistas acompanharam 275 crianças por três anos e concluíram que as que tinham um cachorro em casa tinham menos probabilidades de apresentar dermatite atópica e ruídos decorrentes de crises de asma.
5. Crianças que têm animais de estimação são mais ativas
Correr, brincar, levar para passear, cuidar do bichinho... Dá para entender facilmente porque as crianças que têm pets em casa são mesmo mais ativas que as outras. Pesquisadores da Universidade St. George, em Londres, no Reino Unido, usaram monitores de atividade para gravar o nível de movimentação de mais de 2 mil crianças de 9 e 10 anos ao longo de sete dias. As crianças com cachorros tinham, em média, 325 minutos (mais de cinco horas) de atividades físicas por dia. As crianças que não tinham animais se movimentavam 11 minutos a menos por dia. Durante os sete dias, a diferença soma mais de uma hora. O estudo foi publicado no American Journal of Public Health.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Melhorando a comunicação com o animal de estimação
Toda a pessoa que tem animais de estimação gostaria que a comunicação com eles fosse mais fácil. Que eles respondessem com palavras, falassem onde está doendo ou o que estão querendo naquele momento. Mas, mesmo com essa dificuldade, é possível tornar essa comunicação melhor. Podemos observar a linguagem corporal e ensinar alguns comandos.
Assim como nós, os cães e os gatos possuem uma linguagem específica para se comunicarem entre si. Nós usamos palavras, tons de voz, gestos, posturas corporais e movimentos sutis dos olhos e boca.
Os cães possuem uma linguagem específica, como odores (por isso fazem o xixi de demarcação e cheiram o bumbum do novo colega), postura corporal, posição e movimento da cauda, pelagem, sons e alguns gestos, como, por exemplo, abaixar as patas da frente para chamar o amigo para brincar.
Gatos também têm a sua própria linguagem: a vocalização (miados com tons diferentes), posição da orelha, movimento da cauda e do olhar.
Essas diversas formas de comunicação dos peludos são importantes, pois é assim que demonstram os sentimentos de humor e preferências. Aprender a identificar o significado da postura corporal deles pode te ajudar a evitar uma briga na rua. Mas vale ressaltar que essas atitudes devem estar inseridas em determinados contextos. Não adianta olhar só a cauda, sem saber o que está acontecendo naquele momento.
Conhecendo melhor essas possibilidades, você pode perceber se determinada situação está causando desconforto ao seu pet, se ele está com muito medo, se está apresentando sinais de agressividade ou, ainda, se está em um momento de pura diversão com você, feliz e descontraído.
Se seu cão está lambendo muito a pata, por exemplo, esse comportamento pode significar tédio. Ele não tem o que fazer e fica “mexendo” compulsivamente em si mesmo. Porém, a atitude também pode ser uma dermatite (problema de pele). Vale ficar de olho e levar o seu amigo ao veterinário, se preciso.
Por outro lado, o ato de lamber pode significar carinho ou mais uma maneira de chamar a sua atenção. Por isso, reforço que o contexto ajuda a entender o que pode estar acontecendo.
Outro forma de chamar atenção é latindo. No geral, para cada circunstância há um tipo de latido. Quando o seu cão avista outro cão, quando o lixeiro passa, quando chegam visitas em casa ou até mesmo por diversão.
Os cães são exímios observadores da nossa linguagem corporal e percebem pequenas mudanças de humor, devido a nossa postura. Então, devemos aprender com eles e prestar atenção nos sinais para conseguirmos nos comunicarmos melhor.
Como fazer isso?
Para melhorar a comunicação podemos usar até três tipos de tons:
Encorajadores: o cão percebe que é uma situação alegre e responde prontamente ao chamado. Esse tom é mais agudo e bem entusiasta, é o mesmo que usamos para conversar com crianças. Mas, deve-se tomar cuidado para não exagerar e entusiasmar demais o bichinho de estimação.
Comando: é um tom mais curto, firme, baixo e grave, para pedir que o pet venha, sente ou deite.
Repreensão: é um tom mais baixo e também chamado de desaprovação. Contudo, é importante tomar cuidado para não exagerar, gritar ou ainda mostrar irritabilidade, pois isso fará com que o seu bichinho fique assustado e com medo.
Pets e os significados das palavras
Estudos indicam que o cão aprende cerca de 100 palavras, mas, com estímulo, pode chegar até 1000. Para ensinar ao cão o significado de algumas palavras é preciso que, antes, ele corresponda aos tradicionais comandos: VEM, SENTA, FICA, PATA, MORTO.
Esses comandos vão ajudar a lidar com o pet no dia a dia. Caso chegue uma visita, o “senta” te ajudará a evitar pulos. Caso o bichinho precise realizar algum exame, o “morto” será muito eficiente.
Quanto mais comandos, mais próximos você e seu bicho de estimação ficarão. Mais divertidas serão as interações de vocês, além de ser uma maneira muito saudável de manter o cão próximo a crianças.
terça-feira, 5 de julho de 2016
Cachorro ou Gato? Qual Animal de Estimação é Melhor para Você?
A dúvida mais crucial para as pessoas que pensam em ter um animal doméstico, é ter de escolher, na maioria das vezes, entre o cachorro ou o gato. Não é uma escolha fácil, já que ambos os animais possuem seus prós e contras em determinadas circunstâncias.
A grande maioria dos homens preferem o cachorro, por ser um animal fiel e companheiro. Já as mulheres os gatos, pois são mais caseiros e carinhosos. Partindo disso que nasce o verdadeiro dilema, qual é o melhor animal para se ter em casa? O cachorro ou o gato?
Ambos tomarão um pouco de seu tempo pessoal, pois irão necessitar de atenção, brincadeiras e idas regulares ao veterinário. Mas quando se trata da escolha entre os dois, é algo que depende muito da própria pessoa e de quanto ela está disposta a dedicar seu tempo e energia com o animal.
Vamos apontar os prós e contras de ambos os pets para que você possa fazer sua escolha com mais certeza, mas já adianto que não importa a opção, os dois são sempre ótimas companhias para se ter ao lado.
1) Prós e contras de se ter um cachorro
A) Prós
Apesar de tudo, devido ao forte laço que o cachorro possui ao seu dono, ele se tornará um fiel companheiro para todos os momentos. Ao adquirir um cão, ele formará um laço muito afetivo a você. Eles estarão presentes em vários momentos de sua vida e adoram cada momento que você passa ao lado deles, um animal que sempre estará feliz com você e tentará te agradar a todo instante.
Eles também desempenham múltiplas funções, como ser cães de guarda por exemplo, o que passa uma ótima sensação de segurança, se saem melhor até mesmo que um alarme de segurança. Porém a escolha de um cão deve prevalecer devido sua principal característica que é ser um parceiro para todas as horas e nunca lhe ignorar não importa a ocasião.
B) Contras
Os cães geralmente tomam mais tempo que os gatos, pois requerem mais responsabilidades e seus custos e cuidados são maiores. Eles necessitam que você passe um tempo ao seu lado e sentirão falta quando você estiver ausente.
Com o cachorro você terá que ser mais comprometido, ele também precisará que você passeie e brinque com ele quando for preciso, você não poderá negligenciar suas necessidades pessoais.
Caso você precise viajar, seja por férias ou a negócios, e não poder leva-lo, deverá achar alguém que cuide dele durante sua ausência para alimenta-lo e leva-lo para passear, pois ele se sentirá só durante seu afastamento.
No geral os cachorros são mais caros de manter do que os gatos, como, por exemplo, na alimentação, a ração do cachorro é mais cara e dependendo de seu porte ele irá consumir mais. Além de outros cuidados que envolvem a higiene.
2) Prós e contras de se ter um gato
A) Prós
Caso você não possua tanto tempo para dispor, o gato é o animal apropriado para sua escolha, pois eles são parcialmente independentes e não necessitam de atenção quase que constantemente.
Embora sinta também sua falta, eles conseguem se virar em sua ausência, são independentes pois possuem um instinto de caça e transitam livremente pelos lugares sem que você precise leva-los.
Gatos também precisam de brincadeiras e momentos com você, mas essas brincadeiras demandam menos esforço físico. Eles também se adaptam rápido a mudança de residência e são mais aceitos em condomínios e apartamentos no geral.
B) Contras
Embora precisem de menos cuidados em comparação aos cachorros, não quer dizer que são isentos disso. Os gatos precisam de alguns cuidados periódicos como a escovação, corte das unhas e a areia de sua caixa deve ser trocada todos os dias.
Os gatos geralmente são menos sociáveis que os cachorros, eles não possuem uma necessidade inata de procurar agrada-lo, não demonstram tanto sentimento e geralmente tomam algumas atitudes baseada em seus próprios interesses. A forma que ele tem de demonstrar seu carinho é diferente e peculiar.
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Ter animais de estimação faz bem para a sua saúde! Descubra por que!
Veja os inúmeros benefícios de ter um animal de estimação.
Ter bichos de estimação é bom para a sua saúde mental e física, afirmam os médicos. São inúmeros os benefícios que chegar em casa e ser recebido com uma festinha do seu bichinho podem te trazer. Um abanar de rabo do seu cachorro ou ronronar do seu gato fazem com que você se sinta amado e recepcionado, aliviando o stress de um dia ruim. Veja como os animais de estimação podem melhorar a sua saúde.
Como os bichos de estimação melhoram a sua saúde
1. Diminui o colesterol ruim
Uma pesquisa realizada pela Fundação Nacional Australiana do Coração revelou que as pessoas que possuem bicho de estimação, especialmente os homens, tendem a ter níveis de colesterol e triglicérides mais baixos. Diversas são as razões, dentre elas o exercício que eles te obrigam a fazer para brincar com eles ou levá-los para passear ajudam a deixar seu colesterol em dia.
2. Ajuda a aliviar o estresse
Você está trabalhando no computador e de repente o seu gatinho pousa em cima do teclado querendo carinho! O sorriso e o relaxamento são imediatos. Segundo a pesquisadora Rebeca Johnson só de estar em um mesmo cômodo que o seu bicho de estimação você sente efeito calmante. “A oxitocina é liberada quando olhamos para o nosso animal de estimação, o que traz sentimentos de alegria. Ocorre também uma diminuição no cortisol, um hormônio do estresse.” Outro dado interessante foi obtido sobre o efeito poderoso dos bichinhos com pessoas que sofrem de transtorno de estresse pós-traumático (PTSD). “Um veterano de guerra não conseguia deixar sua casa sem sua esposa, até que comprou um cão e, em menos de uma semana, ele foi capaz de dar a volta a sua cidade”, diz ela.
3. Reduz a pressão arterial
Ao acariciar o seu cão ou gato, a nossa pressão sanguínea reduz consideravelmente, e nosso amigo fica todo contente com o carinho. Pesquisadores da Universidade Estadual de Nova York em Buffalo fizeram um estudo e descobriram que pessoas que já tomam a medicação para a hipertensão foi possível reduzir a dose pela metade depois de adotar um bichinho de estimação.
4. Previne alergias em crianças
Muitas pessoas pensam o contrário, mas um estudo publicado na Clinical & Experimental Allergy mostra que crianças que foram expostas a animais de estimação antes dos seis meses de idade têm menor propensão em desenvolver doenças alérgicas e eczema à medida que envelhecem. “No primeiro ano de vida, os bebês que são expostos a cães em casa têm menor probabilidade de desenvolver alergias, asma e infecções respiratórias superiores”, diz Johnson. Ser exposto em uma idade precoce a pêlos e alérgenos, significa ser menos reativos a eles ao longo do tempo.
5. Alivia a depressão
Bichos de estimação podem dar apoio social aos seus donos, que tendem a ter um melhor bem-estar geral do que aqueles que não têm um bichinho em casa, de acordo com um estudo publicado no Journal of Personality and Social Psychology. Eles promovem o bem-estar terapêutico e psicológico, reduzindo os níveis de estresse e aumentando a autoestima, bem como sentimentos de autonomia e competência. “A presença calmante e do laço social que os bichos trazem pode ser muito poderosa,” diz o Dr. Christenson. “Animais dão algo em que se concentrar ao invés dos pensamentos negativos em uma pessoa deprimida. Quando um animal de estimação presta atenção em você, eles estão dando-lhe amor incondicional e aceitação.”
Fonte: Dicas Online
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