terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
Diferenças entre tartarugas de água e terra
As tartarugas de água e terra se diferenciam devido ao habitat em que se desenvolvem, suas características físicas, sua personalidade e suas necessidades fisiológicas.
Nesse artigo, falaremos sobre algo a ser levado em conta se você decidir adotar uma delas como animal de estimação.
Com várias características em comum, também podemos encontrar diferenças entre tartarugas de água e terra. No artigo a seguir, vamos dizer-lhe como esses animais diferem e quais geralmente são escolhidos como animais de estimação.
Principais diferenças entre tartarugas de água e terra
Existem muitos tipos de quelônios no mundo, que são divididos em dois grandes grupos: de água doce ou salgada e terra. As principais diferenças entre os dois são:
1. Habitat
Sem dúvida, a diferença entre tartarugas de água e de terra mais notável é o local onde vivem. Podemos encontrar algumas espécies terrestres que habitam áreas desérticas ou ilhas remotas, como em Galápagos. Por outro lado, outras que preferem pastagens ou campos irregulares.
No caso das aquáticas, é possível encontrá-las tanto em águas doces de lagoas, lagos, rios e estuários, quanto em águas salgadas, no mar e nas regiões costeiras. Além disso, todas optam por climas quentes ou temperados.
2. Aparência
As tartarugas terrestres têm um casco mais alto e escamas mais grossas e firmes. As de água, por outro lado, apresentam-se mais “achatadas” e lisas, além de serem mais flexíveis.
Além disso, as patas são diferentes: as terrestres têm dedos e garras muito fortes. Por outro lado, as aquáticas têm algo mais parecido com as barbatanas dos peixes. Dessa forma, podem se mover mais facilmente na água.
3. Alimentação
Poderíamos dizer que é uma diferença entre tartarugas de água e terra muito importante, especialmente se você está pensando em escolher uma como animal de estimação.
Nenhuma deles tem dentes, mas sua mordida pode ser muito poderosa. Sua boca termina em forma de ‘bico’ e suas mandíbulas são muito fortes.
Em termos gerais, as terrestres são herbívoras e os aquáticas são carnívoras. Claro, existem exceções dependendo de onde elas vivem e até mesmo da idade, já que as marinhas se tornam vegetarianas na idade adulta.
4. Expectativa de vida
Sabe-se que as tartarugas são os animais mais longevos do mundo, mas existem diferenças entre as de terra e as de água.
A primeira pode exceder 100 anos de idade. O recorde de longevidade é de uma tartaruga estrelada de Madagascar, que viveu nada menos que 188 anos.
As de água podem chegar a 20 anos (se viverem no mar) ou a até 30 anos, se forem de água doce. Isto para as que vivem em estado selvagem. As que vivem em cativeiro podem viver mais se forem bem tratadas.
5. Sua personalidade
Para determinar o caráter ou comportamento de uma tartaruga, você deve levar em conta a área onde ela vive e se está acostumada a ver as pessoas ou não. Diz-se que as aquáticas são mais calmas porque não interagem com outras espécies.
No caso das terrestres, elas geralmente têm um temperamento mais forte. Dessa forma, podem se tornar bastante agressivas durante a época de acasalamento ou nidificação.
Claro que há exceções, mas a famosa tartaruga-aligator (aquática) é conhecida por morder quem a incomoda, e sua mordida é mais forte que a de um leão.
6. Seu cuidado
Quando se trata de ter uma tartaruga como animal de estimação, há diferenças entre as de água e as de terra. Para começar, as primeiras requerem um grande aquário ou viveiro para nadar sem problemas e, além disso, uma área seca para tomar banho de sol e regular sua temperatura. Se for uma espécie carnívora, teremos que lhe dar insetos, vermes e até carne crua.
As terrestres podem se adaptar a mais ambientes, mesmo em residências sem jardim ou ambiente exterior.
Eles hibernam durante todo o inverno, então precisam de um abrigo adequado. É mais fácil alimentá-las, pois consomem principalmente frutas e vegetais (alface, repolho, tomate, maçã, etc).
Se você não sabe qual escolher, lembre-se das diferenças entre tartarugas de água e terra. E, claro, consulte um veterinário especializado em animais de estimação exóticos. Leia tudo o que puder sobre elas e, após a adoção, dê a elas os cuidados de que necessitam.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
Lei permite andar com pets no transporte público de São Paulo
Há algumas restrições que os donos devem respeitar se desejam entrar no transporte público com seus bichinhos
Transportar animais de estimação é um problema para quem não tem carro. Não é em todos os locais que se pode usar transporte público e nem sempre o motorista de veículos compartilhados aceita carregar pets. Mas, agora os moradores de São Paulo podem comemorar com a liberação de animais domésticos nos trens do Metrô, CPTM e ônibus intermunicipais da EMTU.
O projeto de lei 727/2015, que autoriza pets no transporte público , foi sancionado pelo governador do estado, João Doria (PSDB), e promulgada pelo seu vice, o governador interino Rodrigo Garcia (DEM). As regr Fazer login as do projeto começaram a valer na última sexta-feira (25), mesmo dia do aniversário da capital.
Contudo, existem algumas regras que os tutores devem respeitar na hora do transporte. Apenas bichos de pequeno porte, com no máximo dez quilos, estão liberados dentro dos trens, metrôs e ônibus e o peludo precisa estar dentro de uma caixa de transporte apropriada.
Há também algumas restrições quanto aos horários. Os animais são permitidos somente nos períodos mais calmos do dia: das 4h40 até às 6h; das 10h às 16h e das 19h até meia-noite. Apenas em casos de procedimento cirúrgico agendado que o pet pode ser transportado em horários de pico. Nessas situações o dono deve apresentar uma solicitação formal assinada pelo veterinário.
Além dessas proibições, animais ferozes e peçonhentos que causem desconforto ou insegurança aos passageiros também estão impedidos de usarem essa forma de transporte. A medida tem como propósito proteger os usuários.
Nas redes sociais, muitas pessoas comemoram a nova lei, mas outras ficaram indignadas por terem deixados os animais de porte grande de fora. O governo não se pronunciou sobre medidas no caso desses pets.
Vale a pena ressaltar que animais de serviço, aqueles treinados para auxiliar pessoas deficientes, sempre foram aceitos no transporte público e continuarão tendo acesso livre.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
14 dicas para construir uma casa para cães
Independentemente da localização ou dos materiais com os quais a casa for fabricada, é essencial ter em mente que eles devem estar limpos e secos.
Um presente para um bom amigo nunca é demais. Estas 14 dicas para construir uma casa para cães nos ajudarão muito. A convivência cotidiana proporciona amor, companhia, segurança e grande alegria a toda a família.
Fatores a serem avaliados
Existem vários fatores a serem levados em conta ao se construir uma casa para cães. Você deve pensar no tamanho, peso, idade e pelagem do animal de estimação. Um canino pequeno, médio ou grande possui necessidades diferentes.
Você também tem que levar em conta a raça ou se é um filhote que continuará a crescer. Seu peso também aumenta a cada mês quando ele atinge a idade adulta. O fato de ele ter pouco ou muitos pelos também é um fator importante.
Um pet protegido e feliz
O mais importante é que o animal se sinta seguro, confortável, feliz, limpo e mimado dia e noite. A localização é outro aspecto fundamental; geralmente coloque seu espaço no jardim, na garagem ou em um lugar onde o cão não sinta calor ou frio, dependendo da estação.
O projeto da casa para cães deve estar de acordo com seu temperamento e costumes. Existem cães que tendem a ser muito ativos, inquietos, brincalhões. Outros são passivos e sonolentos.
Uma casa limpa e seca
Lembre-se sempre de que a casa do seu cão é um abrigo que deve ser mantido limpo e seco, isolado de poeira, areia, vento ou chuva. Também de insetos e vermes, para evitar assim que o cão fique doente.
O ideal é construir uma casa moderna, prática e forte para o seu animal de estimação. Seu amor, lealdade e companhia serão bem pagos.
14 dicas para construir uma casa para cães
Estas são algumas dicas muito importantes na construção de uma casa para cães:
. Casas para cães podem ser construídas de madeira ou plástico. O material dependerá de sua localização, fora ou dentro da casa.
. Uma recomendação é que a construção seja de qualidade; ou seja: durável, resiste às mudanças climáticas e que permaneça em boas condições.
. A base da casa para cães pode ser feita com tábuas de madeira ou de concreto (piso) em uma superfície superior ao solo. Pode ser forrada com cobertores fáceis de serem trocados e lavados.
. O comprimento da casa deve ser uma vez e meia o comprimento do cão sem a cauda. A largura será estimada medindo 3/4 do comprimento do corpo do cão, também sem a cauda.
. Para a altura você tem que adicionar mais ¼ da altura para a cabeça do cão. No cálculo da entrada, seis centímetros serão adicionados à medida entre os ombros do animal.
. A entrada deve ser adequada ao tamanho do cão, de preferência retangular ou semicircular. Larga o suficiente para deixá-lo confortável para entrar e para ele não escolher dormir em outro lugar.
. Se a casa for de madeira, o ideal é construí-la com placas, painéis de telhado e paredes. É conveniente envernizar o interior para garantir a higiene do abrigo.
. Depois de ter as dimensões prontas, você pode cortar a madeira com uma serra elétrica. Você também pode levá-las até uma serralheria para que eles possam cortar no tamanho ideal. Isso facilitará o processo de construção.
. Para unir as placas, usaremos pregos, cola fria e parafusos.
Pintura, telhado e recipientes para a casa de nosso animal de estimação
. No momento da pintura, use materiais não-tóxicos. São ideais esmalte sintético ou tinta óleo.
. Recomenda-se um teto removível, ancorado com dobradiças, para facilitar a limpeza. O telhado deve estar inclinado e ter beirais para impedir a entrada de água da chuva, sol ou neve. Você também pode usar telhas de asfalto para dar um toque de elegância.
. Não é aconselhável fixar tapetes dentro da casa. Eles ficarão sujos regularmente e será difícil trocá-los. Em vez disso, colchas ou travesseiros são os melhores para o animal descansar.
. O mais aconselhável é manter os recipientes de água e comida fora de casa. Isso garantirá uma limpeza mais duradoura.
. A colocação de acessórios na frente irá ajudá-lo a personalizar a casa para o seu cão. Uma placa com o seu nome é indispensável. As paredes de cores marcantes e ganchos para pendurar correias e coleiras são excelentes alternativas.
Seu próprio espaço
Um animal de estimação é sempre um bom amigo, parte da família e muitas vezes o mais mimado de todos. Mimá-lo, entretê-lo e amá-lo é parte de nosso compromisso com ele. Estas 14 dicas para construir uma casa para cães lhe darão seu próprio espaço. Ele estará livre para usá-la como quiser, para dormir ou descansar, de acordo com suas preferências.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
A Importância dos Animais de Estimação na Família
Os animais de estimação trazem benefícios para toda a família, pois proporcionam boas experiências e novas aprendizagens. Podem ajudar ao nível da socialização, lealdade, espontaneidade, companhia, amizade, sentido de responsabilidade, respeito e amor, além de garantirem momentos de felicidade e de relaxamento a todos.
Mais de 50% das famílias em todo o mundo tem um animal de companhia.
A convivência entre animais e seres humanos tem vindo a sofrer alterações ao longo dos tempos, à medida que os papéis desempenhados pelos animais se vão modificando. Os animais de estimação são, cada vez mais, encarados como membros da família. Esta interação parece ser benéfica quer para as pessoas, quer para os animais.
Tal como nós, também os animais respondem aos estímulos e às experiências e, também para eles o contato social é importante. Os animais de estimação devem ser escolhidos de acordo com as características e necessidades das pessoas que com eles vão viver, sem esquecer a adequação do ambiente e as condições de que o animal irá dispor.
Qual a criança que nunca pediu um cão ou um gato aos pais? Perante este pedido os pais ficam hesitantes. Ponderam as despesas, o esforço e a dedicação que um animal exige e questionam-se se o seu filho terá já capacidade para cuidar de um animal.
É importante que os pais de crianças pequenas e adolescentes conheçam os benefícios de ter animais de estimação em casa, dado que esses efeitos positivos parecem ser enormes, tanto a nível físico, como social, cognitivo e emocional.
Os aspetos positivos de ter animais domésticos como parte integrante da família são difíceis de medir e definir, já que estamos a falar, em grande parte, de sentimentos e emoções.
Mas a verdade é que parecem ser bastantes os benefícios que os animais de estimação podem proporcionar aos seres humanos:
1. Companhia, companheirismo e a amizade que derivam da relação: pensa-se que a companhia seja um fator essencial para a promoção da saúde mental, apresentando entre outras vantagens a obtenção de amor, carinho, prazer e proteção; os animais podem ser uma grande fonte de conforto nos momentos mais difíceis.
2. Os animais de companhia promovem a interação entre os donos e outras pessoas:quando os donos passeiam com os seus cães, experimentam mais encontros sociais e um maior número de conversas com desconhecidos, face ao que aconteceria caso fossem a passear sozinhos; maior participação na comunidade; maior interação social.
3. Diminuição de sentimentos de solidão, isolamento, ansiedade, depressão e aumento da autoestima.
4. Melhoria na qualidade de vida dos elementos da família, com maiores estados de felicidade.
5. Promovem experiências estimulantes e inspiram humor e brincadeira.
6. Promovem sentimentos como a fidelidade, a segurança e o sentido de pertença.
7. Os animais de estimação também auxiliam na educação, na medida em que permitem que as crianças vivam, desde cedo, experiências e confrontos com situações naturais como a morte, o nascimento, a doença e o aprender a cuidar dos outros.
8. Crianças com animais de estimação tendem a estar melhor integradas socialmente, com redes sociais mais amplas na escola.
9. O desenvolvimento da linguagem é também estimulado através da interação com os animais de estimação.
10. Crianças que vivem em famílias com animais de estimação têm um sistema imunológico mais fortalecido: há estudos que descrevem que o contacto com animais no primeiro ano de vida diminui a incidência de rinite alérgica e asma; presença de animais na família pode ajudar a combater o aparecimento de alergias.
11. Os animais de estimação proporcionam um significativo sentido de segurança às crianças.
12. Melhorias ao nível da saúde física: estimulam o exercício físico, nomeadamente através de um maior número de caminhadas; maior satisfação física; animais incentivam para um nível de vida mais ativo; podem ser um bom aliado para combater a obesidade infantil.
13. Potenciam o exercício de responsabilidades (alimentar e escovar os animais, por exemplo); as crianças criam empatia com os animais e aprendem a preocupar-se com a sua saúde e bem-estar.
14. Diversão garantida para toda a família.
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
Benefícios de uma pessoa solteira ter um animal de estimação
Animais de estimação podem ajudar na nossa socialização com outras pessoas, forçando-nos a sair à rua, melhorar nossa autoestima e estimular um senso de responsabilidade, questões importantes para pessoas solteiras.
Adotar um cão ou um gato é uma decisão sábia se quisermos ter uma excelente companhia por muitos anos. Para os solteiros, pode ser o que eles precisam quando chegam em casa, já que compartilhar uma vida com um animal de estimação é muito bom. Neste artigo, contaremos quais são os benefícios de uma pessoa solteira ter um animal de estimação.
Os benefícios de uma pessoa solteira ter um animal de estimação é que eles não ‘discriminam’ ninguém, já que não importa sua idade ou estado civil.
Adotar um cão ou um gato – seja um Yorkshire, um Dogue alemão ou um Angorá – faz muito bem para nossa saúde emocional, sejamos solteiros ou não.
Entre os principais benefícios de uma pessoa solteira ter um animal de estimação encontramos:
. Adeus à solidão
Talvez tenhamos decidido pela ‘solteirice’, mas isso não significa que às vezes não nos sintamos sozinhos. A melhor solução é um animal de estimação!
Claro, porque, quando você chegar em casa, terá alguém que o receberá abanando o rabo ou miando para que você o mime.
Os animais são muito carinhosos e expressam seu amor e gratidão continuamente, especialmente se em algum momento de suas vidas eles já passaram fome, frio ou sofreram violência.
Sem dúvida, os animais de estimação nos tiram da solidão quando não temos mais ninguém com quem contar.
. Eles nos ajudam a socializar
Em relação a isso, talvez queiramos fazer novos amigos ou, ainda, encontrar um amor. Para isso podemos “aproveitar” os benefícios sociais dos animais de estimação, quando os levamos para uma caminhada até o parque.
Levá-los para a rua nos torna pessoas mais sociáveis, nos permite interagir com outras pessoas, conversar até com estranhos… e se gabar de todas as virtudes de nosso melhor amigo!
. Melhora a autoestima
Este é outro dos benefícios dos animais de estimação para pessoas solteiras e, portanto, os idosos que vivem sozinhos também são aconselhados a adotar um cão ou um gato.
Sem dúvida, é uma companhia agradável. Os animais são incríveis e nos fazem muito bem.
Quando não temos um bom dia, ficamos deprimidos ou tristes; quando recebemos más notícias, eles sempre estão lá para confortar-nos ou para ‘nos roubar’ um sorriso.
. Ajuda no exercício diário
Seja você uma pessoa muito ativa ou que precisa deixar de lado o estilo de vida sedentário… um animal de estimação é o ideal!
No primeiro caso, você pode se inscrever numa corrida de canicross, praticar bikejoring – andar de bicicleta com seu cão – ou caminhar.
Mas você não precisa ser um atleta de elite para curtir seu cachorro, pois também pode dar um passeio até um parque, uma praia ou dar a volta no quarteirão várias vezes.
Diga adeus ao excesso de peso e deixe de lado a ideia de que o exercício só é possível em uma academia.
. Eles nos tornam mais responsáveis
É verdade que uma única pessoa tem que cuidar de muitas coisas em casa, mas também é verdade que às vezes é maravilhoso acrescentar uma responsabilidade adicional, sim, ter um amigo com quem interagir.
Ter um animal de estimação é um compromisso que nunca podemos deixar de lado. Os animais precisam de comida, amor, um bom lugar para dormir, brincadeiras… e os seus donos são obrigados a dar-lhes tudo o que precisam.
Sem dúvida, eles merecem tudo isso!
Finalmente, você terá que se perguntar qual animal de estimação é perfeito para você.
Se você optar por ter um cão, deve levar em conta que tem que levá-lo para passear e que, em muitos casos, eles não se sentem bem quando são deixados sozinhos.
No caso de você preferir um gato, pode ser uma excelente opção, já que é um animal mais independente, você não terá que levá-lo para passear e ele não terá problemas em ficar sozinho o dia todo.
Se você mora sozinho, pode mudar sua vida completamente adotando um animal de estimação.
Você aprenderá muito mais do que imagina, se sentirá amado, não importa o que faça, e experimentará um belo sentimento de estar fazendo algo de bom para um ser vivo (que não é você).
Adote seu novo melhor amigo!
quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
Requisitos para adotar um animal
Cada espécie é um mundo, com suas necessidades específicas. Por isso, o primeiro a ser feito antes de acolher um animal é avaliar a situação ou o ambiente em que ele vai viver.
A adoção é fundamental para lutar contra o abandono e ajudar os cães e gatos necessitados. No entanto, o abandono não é questão de espécie, idade, nem de raça. Hoje em dia, pode-se acolher todos os tipos de animais abandonados. Se você quer fazer sua parte, vamos lhe contar os requisitos para adotar um animal.
Requisitos para adotar um animal: depende de cada animal
Nossas preferências pessoais nos inclinam a querer conviver mais com um tipo de animal do que com outro. No entanto, todos os animais gostam da nossa companhia e podem ser grandes amigos. Antes de decidir adotar um pet, não pense em uma só espécie.
Pode ser que seu estilo de vida não te permita adotar a espécie que você tinha em mente, mas aceite conselhos do abrigo de animais em que você vai buscar seu novo amigo peludo.
É possível que um animal de outra espécie seja muito feliz em sua casa, e que vocês se tornem grandes amigos.
Seus horários são importantes
Os horários de trabalho e fora de casa são importantíssimos para escolher com qual animal conviver. Um cão precisa de muito mais dedicação que um gato, que precisa de mais do que roedores pequenos, como hamsters.
Há animais que podem ficar sozinhos em casa durante muito tempo, e outros que precisam de mais atenção.
Antes de adotar um animal, leve seus horários em conta: não só de trabalho, mas também os finais de semana e as férias.
Se você costuma sair muito nos seus dias livres ou gosta de viajar, é muito melhor ter um animal que possa se adaptar a esse estilo de vida, como um cachorro.
No entanto, se você gosta de tranquilidade e não passa muito tempo fora de casa, um coelho, um gato ou até uma ave podem ser boas companhias.
Animais diferentes para economias diferentes
Um dos requisitos imprescindíveis para adotar um animal é ter capacidade econômica para mantê-lo e prestar o atendimento adequado quando surgirem urgências médicas.
Isso porque, depois de adotar seu pet, esses gastos passam a ser seus, e a entidade que lhe entregou o animal não terá mais obrigações econômicas.
Ainda que você não tenha uma fortuna, há animais que dão menos gastos que outros. Por exemplo, os roedores comem pequenas quantidades e geralmente não precisam de muitas idas ao veterinário.
No entanto, os cães ou animais de fazenda passam geralmente mais tempo no veterinário, além de comerem dietas especiais.
É lógico que, se você não pode pagar as contas do animal, não deve ter um. Mas há alternativas. Por exemplo, você pode buscar clínicas que cobrem menos ou escolher um animal que exija poucos gastos.
Onde você mora
O tamanho da sua casa é outro dos requisitos para adotar um animal a ser levado em conta. Morar em uma casa pequena não impede a presença de animais, assim como ter um terreno grande não lhe obriga a ter um cachorro.
Em uma casa pequena ou apartamento, os roedores, coelhos, aves e até répteis podem viver confortavelmente.
São animais pequenos e, além disso, não precisam de muito espaço para se desenvolver. Uma jaula para descanso e um lugar para esticar as patas será suficiente para eles.
É comum ter cães em uma casa com quintal, mas não é necessário. Se você quer aproveitar todo o terreno e possibilidades de seu quintal, um burro pode ser uma boa opção.
Ele vai aparar a grama e adubar o solo sem que você peça. Os animais de granja e de tração precisam de muitos metros quadrados para poder viver bem, e você poderá dar isso a eles.
Por outro lado, os gatos geralmente escapam e se colocam em perigo em casas abertas. Se você tem varandas ou uma pequena horta, deverá fecha-los para proteger os bichinhos da casa. Esse tipo de casa não é aconselhável para a adoção de felinos.
Uma adoção é para sempre
Antes de tudo, leve em conta que uma adoção é definitiva e que você vai conviver com esse animal durante toda a vida dele, aconteça o que acontecer.
Antes de assinar os papeis da adoção, pense a médio e longo prazo, e busque um animal que possa se encaixar em seus planos.
Com uma vida familiar estável, um cão que vai viver 10 anos é uma boa opção. No entanto, se você é estudante e pensa em viajar ou buscar trabalho em outras cidades, pode ser melhor escolher um animal mais independente, com uma vida mais curta, como um roedor, uma ave ou um gato.
A adoção é um dos métodos mais éticos que temos para ter um animal de estimação. Milhares de animais são abandonados todos os anos e todos eles precisam de uma família definitiva.
O problema do abandono não vê raça nem espécie específicas. Se você quer conviver com um animal de estimação, vá ao abrigo de animais próximo e pergunte qual animal melhor se adapta a você.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
Como socializar seus filhotes?
Um cão precisa de interação com outros cães e pessoas, desde cedo, para não desenvolver um comportamento instável, seja de excesso de timidez ou de agressividade.
Entre 3 e 12 semanas de vida, se inicia um momento chave na vida de todos os animais domésticos. Durante esse período, os cães aprendem a se relacionar com o ambiente e com tudo o que há nele. E é nesse período que você deve socializar seus filhotes.
Socialize-o com seu ambiente
Além de outros seres vivos, os filhotes também devem aprender a interagir com os objetos que estarão presentes durante toda a vida.
Qualquer animal de estimação deve saber viver com outros animais e com pessoas de qualquer idade. Você também tem que estabelecer limites e fazê-los “entender” que existem coisas que não são permitidas.
Há alguns casos recorrentes nos lares:
. Cães agressivos ou inseguros que não se dão bem com outros cães ou gatos.
. Animais que latem constantemente ou que “roubam” brinquedos.
. Animais que não seguem uma única ordem, nem seguem uma voz de comando.
. Animais de estimação que envergonham seus donos diante de estranhos.
Esses e outros casos são exemplos de cães domésticos que não foram socializados corretamente durante seu crescimento.
Eles realmente são animais de estimação que não sabem como se comportar, porque nunca aprenderam.
Viver e conviver
Conseguir socializar bem os filhotes é fundamental para se ter um animal de estimação pleno e feliz. Também para que a vida no ambiente familiar corra bem.
Os cães aprendem as normas da coexistência com suas mães e seus donos humanos. Além disso, eles nascem prontos para respeitar uma ordem hierárquica e seguir diretrizes.
Quando os filhotes são adotados, seus benfeitores devem, desde o primeiro momento, devem estabelecer regras claras.
Em todos os momentos você deve educá-lo através de reforços positivos; as punições só conseguem dar ao animal uma ideia errada das coisas. Cada nova experiência deve ser agradável.
Como socializar seus filhotes: alguns truques
Para socializar seus filhotes, você precisa sair de casa e, também, permitir que ele conheça tudo o que está no ambiente.
Os primeiros passeios dos animais de estimação com seus donos devem ocorrer quase ao mesmo tempo em que o filhote foi recebido em sua nova casa. Se ele ainda não tem suas vacinas completas, é aconselhável deixá-lo em seus braços.
Neste período, cada saída representa uma nova aventura e algo para aprender; o filhote deve conhecer outras pessoas e outros animais de estimação.
Se você vai “apresentar” outro cão pela primeira vez, este deve ser um animal dócil, sem problemas para se socializar. O mesmo deverá acontecer quando ele encontrar um gato pela primeira vez.
Se suas primeiras experiências com outros animais forem traumáticas, será preciso muito trabalho para que o filhote supere os momentos desagradáveis.
Como um mecanismo de defesa, pode se tornar um espécime muito agressivo ou muito tímido. Em ambos os casos, será um animal emocionalmente instável.
Inibição da mordida
O hábito de ensinar os cães a não morder, ou a fazê-lo suavemente em momentos de distração, é um ponto-chave do período de socialização.
Quando os filhotes permanecem com a mãe e com os irmãos, esse conhecimento é transmitido através de brincadeiras e o filhote aprende rapidamente sobre o que se trata.
Se ele morde muito e machuca seus companheiros de equipe, a atividade termina no mesmo instante.
Na ausência de outros cães, o dono deve assumir a posição de professor. Para fazer isso, você deve permitir que o filhote morda as suas mãos para se divertir.
Quando o animal aplicar demasiada força, com uma voz forte, deve-se dizer “não”, “ai” e exteriorizar a dor. Além disso, nesse momento, a brincadeira deve ser suspensa.
O dono terá que ignorar o cão por alguns segundos antes de voltar a brincar. Essas aulas devem ser repetidas em lugares diferentes e, se possível, com outras pessoas, para que o filhote compreenda a experiência.
Não é aconselhável envolver crianças muito pequenas nessas atividades, os resultados podem ser muito frustrantes para ambos.
Um processo de lazer
Socializar seus filhotes pode levar tempo, especialmente quando se trata de espécimes que já ultrapassaram 12 semanas de vida ou que passaram por episódios traumáticos.
Em qualquer caso, forçar o animal a se adaptar a uma nova situação – como viajar de carro – é a pior opção a ser escolhida.
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