sexta-feira, 23 de junho de 2023
Empresas que fazem a telemedicina para pets acontecer
Algumas empresas já disponibilizam esse tipo de serviço que consiste em consultas via videochamada, além de orientações médicas via chat, plataformas online ou aplicativo. A expectativa é que ainda mais pessoas passem a usar esse formato que traz comodidade e praticidade na hora de cuidar da saúde dos bichos de estimação.
Conheça algumas opções já disponíveis:
Buddy.vet - plataforma de saúde pet em domicílio.
A buddy desenvolveu uma solução para tutores cuidarem da saúde de seus amigos de 4 patas sem sair de casa!
A plataforma ainda viabiliza canal direto com o médico veterinário, agendamento e pagamento de consultas e outros procedimentos on-line, e o atendimento é em domicílio, sendo assim, um viabilizador da telemedicina. O sistema é gratuito para os usuários e permite também o recebimento de notícias e dicas sobre o universo animal, sem custo.
Saiba mais em: https://www.buddy.vet.br/
Dr.mep
Criada exclusivamente por mulheres, a Dr.mep é a primeira no mundo a desenvolver tecnologias para o atendimento remoto de pets.
O sistema utiliza alta tecnologia para fazer a conexão entre uma base de profissionais e os tutores. A intenção é encurtar caminhos para os diagnósticos, valorizar o tempo dos agentes envolvidos no atendimento e trazer conforto aos pacientes. Da mesma forma que acontece com as pessoas, muitas vezes os animais precisam de um atendimento imediato ou de uma consulta sem precisar sair de casa. Muitas vezes pode ser difícil tirar um felino ou uma ave de onde se sentem protegidos.
Outro ponto importante do sistema é o acesso a profissionais especializados. Em poucos meses de atuação, a DrMep já conta com mais de 300 veterinários parceiros, inclusive em áreas pouco trabalhadas com os pets, como cardiologia, dermatologia e endocrinologia.
Saiba mais em: https://app.drmep.com/
TeleVets
A TeleVets tem serviço de telemedicina veterinária 24 horas para orientar e tirar qualquer dúvida do tutor sobre o seu pet. A marca conta com plataformas de interação online, onde o serviço é prestado através de mensagens, áudio ou vídeo chamada pelo seu celular, tablet ou computador.
Saiba mais em: https://app.televets.com.br/
quarta-feira, 24 de maio de 2023
Jundiaí recebe o evento Drive Pet
Evento promove uma tarde dedicada à diversão dos pets e de toda a família
O Drive Pet 2023 chega a Jundiaí em sua terceira edição para um momento de diversão entre os pets e seus tutores. No sábado, 27 de maio, o evento realizado pela Special Dog Company – uma das maiores empresas de petfood do país, será dedicado à toda a família e acontece no estacionamento de um dos principais centros de compras da região, o Maxi Shopping, localizado na Avenida Antônio Frederico Ozanam, 6.000.
Além da ação de distribuição de amostras das linhas Special Dog Ultralife, Special Cat Ultralife, e do sachê da linha de úmidos, que serão entregues de acordo com a idade e o porte de cada animal, o evento também será um momento de conscientização sobre doação de sangue pet. Para isso, será montado um stand dedicado à campanha “Doe Amor”, criada pela Special Dog Company para reforçar que doar sangue é um ato de amor e de muito carinho, que pode ampliar as chances de salvar a vida de muitos pets que necessitam desse procedimento para sua recuperação. No local, os tutores receberão orientações sobre o assunto e poderão cadastrar seus pets como futuros doadores.
Sem necessidade de inscrição prévia, o evento recebe o público a pé ou no formato drive-thru, atendendo pets e tutores em seus veículos. Na edição 2022, o Drive Pet passou por seis cidades e reuniu mais de 18 mil pessoas e 1.200 veículos, além de ter cadastrado cerca de 230 cães e gatos.
Depois de Jundiaí, o Drive Pet também deve chegar a Sorocaba, São José do Rio Preto, Araçatuba, Bauru e Santa Cruz do Rio Pardo.
Serviço
Drive Pet 2023
Quando: 27 de maio
Horário: das 14h às 18h
Local: estacionamento do Maxi Shopping, em Jundiaí
quinta-feira, 13 de abril de 2023
Gatificação do lar: o segredo dos gatos felizes
Eles são apaixonantes: bigodes longos, pelo macio e uma personalidade de dar inveja a qualquer outra espécie. Os felinos são animais com instinto caçador, mas extremamente carinhosos. Além disso, estão sendo vistos cada vez mais como animais de estimação. Um levantamento feito pelo Instituto Pet em 2021, revela que a população de felinos foi a que mais cresceu em relação ao ano anterior, saltando de 25,6 milhões para 27,1 milhões, um crescimento de 6%.
No entanto, esses animais são exigentes, embora já estejam domesticados. Quem é tutor de gato sabe que algumas expressões herdadas de seus ancestrais continuam se manifestando. Isso pode ser visto quando caçam insetos pela casa, escondem as fezes ou marcam território das mais diversas formas possíveis - algumas podem não ser tão agradáveis, como os xixis fora da caixa ou aqueles passarinhos deixados na sua cama como presente.
A chamada gatificação é uma das alternativas para resolver o problema. É o que explica a especialista em comportamento felino e idealizadora da @Romhomecat, Bruna Kievel. “Grande parte dos tutores não querem adaptar a casa para o gato porque acham que só é possível fazer isso espalhando arranhadores pelo lar, despersonificando seus ambientes internos, o que não é verdade”, conta.
Como gatificar o lar?
Antes de mais nada, vamos entender o que significa a palavra gatificação? A palavra quer dizer “incorporar ao ambiente da casa elementos que atendam às necessidades do gato”. Especialistas garantem que a gatificação é um dos segredos dos gatos felizes em apartamentos, independente do tamanho do espaço, e também uma boa oportunidade de oferecer a eles uma vida mais interessante.
“É fundamental termos em mente que gatos que estão em ambientes fechados vivem mais, pois não estão à deriva do frio e da maldade humana. Adaptar alguns aspectos da casa não vai torná-la sem personalidade, pelo contrário, temos opções que até acrescentam beleza e estilo aos espaços”, acrescenta Bruna.
Para iniciar a gatificação no lar é preciso seguir alguns passos. “O primeiro deles é conhecer o gato. Se for mais de um, os gatos. Quais são suas preferências, do que gostam mais e, claro, do que não gostam. A rotina de horários, se apreciam os arranhadores, as cordinhas penduradas, se preferem dormir em um determinado local, se gostam do alto ou preferem locais mais baixos e escondidos. Enfim, isso vai ser essencial para montar o projeto”, revela.
Após esses detalhes importantes, é hora de colocar a mão na massa. Isso pode ser feito pelo próprio tutor, caso não queira utilizar os serviços de um consultor, embora o custo-benefício do investimento costume valer a pena.
“Um dos maiores erros dos tutores é achar que os gatos têm personalidades idênticas apenas porque moram na mesma casa ou convivem juntos. Essa ideia é corriqueira e deve ser desfeita, pois cada animal tem seus gostos e desgostos independentes. Sempre digo aos meus clientes que não existe a necessidade de um gasto além do que se pode se esses detalhes forem observados. A gatificação sempre pode ser personalizada de acordo com a condição financeira do tutor”, complementa.
Do chão ao teto sem furar
Para os que desejam investir um pouco mais, existem produtos próprios para gatificação. “Essas opções variam muito de preço e modelos. Um único arranhador pode ir do chão ao teto e incluir todos os objetos que os gatos gostam, como cestinho para dormir lá no alto, brinquedos para caçarem enquanto se movimentam, além de serem bonitos e feitos sob medida, de acordo com a vontade do tutor”, diz.
É o caso dos polecats, por exemplo, playgrounds do chão ao teto sem furar, nem estragar as paredes. “A engenharia desses produtos são interessantes, vale a pena buscar no mercado o modelo mais confortável para aqueles que querem gatificar sem envolver muitos espaços pela casa”, conta.
Design sob medida
Outra opção são as estruturas que envolvem a casa toda ou boa parte dela. Esses modelos são perfeitos para tutores que querem proporcionar aventuras ainda mais emocionantes. É o caso de circuitos dinâmicos e divertidos que proporcionam ao pet mais mobilidade e exercícios. Vale lembrar que os gatos são animais que precisam gastar energia, certo?
Faça você mesmo
Aos tutores que desejam investir menos, vale a busca por produtos únicos e pequenos, como casinhas com
placas de carpete para criar superfícies antiderrapantes sobre os móveis, prateleiras e passarelas. Isso permite que o gatinho deixe o seu cheiro no objeto.
Se o tutor tiver tempo e criatividade para criar seus próprios produtos de gatificação é só colocar a mão na massa. Uma boa ideia é forrar caixas de papelão e montar casas com esse material. Na internet é possível encontrar diversos tutoriais sobre como fazer isso, bem como divertidas construções com outros materiais, como canos de PVC e até rolos de papel higiênico.
Outra ideia interessante, até para estimular o cognitivo do animalzinho, é fazer desafios com seus gatos, colocando copos plásticos pela casa e criando caminhos para que eles tentem passar sem derrubar os obstáculos. “Vá aumentando os caminhos conforme ele for conseguindo passar e, claro, gratifica-o com petiscos”, indica Bruna. No Youtube são muitos os vídeos com desafios divertidíssimos.
Rotas de fuga são essenciais
As rotas de fugas são importantes, inclusive para aqueles gatos não tão sociáveis ou em processos de ressocialização. Na prática, um gatinho mais medroso precisa ter refúgios de fácil acesso para o caso de se sentir vulnerável com a chegada de alguma visita, por exemplo. “Deixe espaços para que ele corra quando desejar, jamais deixe o felino encurralado”, aconselha.
Um gato feliz para toda vida
A gatificação é uma forma de dar felicidade ao gato por uma vida toda. Porém, é o conjunto de ações responsáveis que tornam a existência de um felino feliz. As idas ao veterinário, as vacinas em dias, janelas teladas em apartamentos, ração de qualidade e água fresca elencam a lista. “E, claro, dê muito amor ao gato. Eles precisam (e adoram)”, conclui Bruna.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2023
Gato não, senhor gato! Idade avançada de felinos exige cuidado com alimentação e suplementação adequada
Se você tem um gato com 7 ou mais anos de idade, pode saber: você tem um senhor gato em casa. Essa é a idade em que os felinos começam a envelhecer, e para melhorar a qualidade de vida dos bichanos é preciso estar atento a alguns cuidados. E como a gente e também os pets são aquilo que comem, a alimentação é o primeiro cuidado ao qual o tutor deve estar atento. “Com o avanço da idade, muitos gatos começam a ter reduzidas as capacidades de digestão e de absorção de alguns nutrientes, por isso é preciso que alimentação seja rica em proteínas, mediana em gorduras e bem pouco carboidrato, isso durante toda a vida, mas em especial na fase idosa”, conta Mônica Carraro, médica veterinária da Organnact, marca que há 30 anos pesquisa suplementação para pets.
Mas, isso significa que tenho que parar de dar ração para meu gato? Não. As rações premium e super premium compradas em pet shop em grande parte já são balanceadas, mas é interessante passar a ofertar mais nutrientes de maneiras diferenciadas. Para quem tem um filhote o processo de adaptação na ingestão de comidas com diferentes texturas pode ser mais tranquila, mas para os gatos de mais idade, se ele já está acostumado com a ração seca, a oferta de comidas naturais, sachês e petiscos pode funcionar como uma complementação. “Hoje o setor de pet food oferece, por exemplo, comidas naturais com dietas elaboradas por médicos veterinários e que são excelentes para aqueles gatos que já não digerem tão facilmente ou que tenham algum problema de dentição. É o tipo de alimentação com maior palatabilidade e de mais fácil digestão”, diz Mônica.
Além disso, optar por oferecer comidas mais úmidas aos gatos de idade é uma das saídas para evitar que os bichanos desenvolvam algum tipo de doença renal, típica de felinos. Para se ter ideia, um estudo realizado por dois médicos veterinários e publicados na revista científica Journal of Small Animal Practice revelou que de 35% a 50% dos gatos em meia idade ou idosos são acometidos pela doença renal crônica e que o índice de mortalidade da doença pode chegar a até 57%. “Além de oferecer alimentos úmidos, deixar vários potes de água em casa, fontes, ou ainda colocar pedras de gelo na água quando está calor. O estímulo deve acontecer a vida inteira, de forma a prevenir a doença renal”, explica a veterinária.
Outro ponto importante quando se fala da saúde de gatos idosos é a oferta de suplementação. “Mesmo com a inserção de mais proteínas na dieta, é importante suplementar o gato idoso. O uso de suplementação voltada especificamente para gatos idosos é uma das maneiras de garantir que o animal esteja consumindo os níveis adequados de nutrientes. Importante buscar suplementos que sejam de fácil administração, como os oferecidos em pó que podem ser adicionados em qualquer tipo de alimentação do animal”, conta Mônica. Para os animais que não adaptam à suplementação em pó, é possível fazer uma bolinha com água, de forma que eles brinquem e comam.
Mas é claro que os cuidados deve ir além de uma alimentação e de uma suplementação adequada. A oferta de um ambiente enriquecido para garantir que o gato mantenha-se ativo, com brinquedos, arranhadores é essencial para que a saúde física e mental do bichano esteja em alta. Ainda, é importante levar o gatinho com mais frequência nas consultas veterinárias, pois é preciso garantir que o envelhecimento seja saudável. “Assim como as pessoas idosas, os animais também precisam ter os cuidados redobrados com a saúde para que cada ano vivido a mais seja um tempo de qualidade e carinho”, conclui Mônica.
Sobre a Organnact
A Organnact é uma empresa que oferece carinho para os animais e suas famílias. Estamos há mais de 30 anos produzindo o que há de melhor em suplementação para cães, gatos, cavalos e outros animais. Todos os produtos e serviços da Organnact oferecem experiências que aprofundam e fortalecem laços, nutrindo animais mais saudáveis e relações mais duradouras. Temos como missão oferecer nutrição e saúde para as famílias multiespécies, que pode assim ter mais qualidade de vida e, por consequência, mais momentos inesquecíveis.
quarta-feira, 19 de outubro de 2022
Bolas de pelos, como ajudar o seu felino a lidar com elas?
A eliminação das bolas de pelos tem uma frequência ideal para acontecer e pode gerar um certo incômodo para os gatos e para os tutores
Conhecidos pela sua higiene exemplar, os gatos realizam sua limpeza pessoal utilizando a própria língua, que é composta por papilas gustativas pontudas com o poder de atuar como um pente. Enquanto os gatos se lambem, os pelos soltos são puxados por estas papilas e muitas por vezes acabam sendo ingeridos. Quando estes pelos não são digeridos, eles formam as famosas bolas de pelos, também conhecidas como Tricobezoar.
As bolas de pelos são compostas por pelos, saliva, suco gástrico e em algumas vezes por restos de comida. Sua eliminação é esperada, seja por meio de vômito ou pelas fezes, e a frequência de vômito das bolas de pelos considerada comum e saudável pelos médicos veterinários é de 1-2 vezes ao mês, mas se tornam mais frequentes nas épocas em que ocorre maior troca de pelos, como outono e primavera.
“De forma geral, o felino é capaz de expelir a bola de pelos sem precisar de ajuda, mas a cena pode gerar algum desconforto no tutor, especialmente pelos animais que tem um pouco mais dificuldade neste momento e aparentam estar engasgando”, explica Andrea Nagata, médica veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal.
Quem já presenciou o evento sabe que pode realmente não ser muito agradável aos espectadores. Ainda assim, existem animais que não conseguem eliminar as bolas de pelos com facilidade e elas podem promover sérios problemas de saúde.
“Um animal que não elimina bola de pelo nem por meio do vômito e nem por meio das fezes vai apresentar fraqueza e apatia, prisão de ventre, vômitos líquidos e regurgitações frequentes. Animais com mais de dois dias de sintomas assim devem ser encaminhados ao veterinário e, em alguns casos, pode ser necessária uma intervenção cirúrgica para a remoção da bola de pelos”, Andrea conta.
Existem algumas maneiras de prevenir problemas com as bolas de pelos com eficácia, que vão desde a escovação frequente do animal, eliminando parte dos pelos mortos, até a possibilidade de facilitar a digestão das mesmas pelo pet, como é o caso do extrato de malte, produto de origem natural que melhora a digestão e o trânsito gastrointestinal dos felinos.
“O extrato de malte gera um efeito estimulador do sistema digestivo do felino, ajudando a eliminar as bolas de pelos de forma natural através das fezes, sem gerar desconforto para o pet, e quando é fornecido com uma certa frequência para os felinos ajuda a prevenir problemas como obstrução gástrica ou intestinal pela presença do tricobezoar”, elucida Andrea.
Preocupada com o bem-estar dos felinos e buscando desenvolver soluções que agreguem na rotina do médico veterinário, a Avert lança o HBFel, suplemento alimentar composto por extrato de malte e cistina, que tem como objetivo auxiliar na eliminação das bolas de pelos de forma natural e sem estresse.
“Fizemos o HBFel com uma formulação altamente palatável, o que facilita a ingestão espontânea pelo pet. Sugerimos que durante os primeiro 15 dias, ele seja fornecido diariamente, e depois disso uma vez por semana ou a critério do médico veterinário”, finaliza.
Sobre a Avert Saúde Animal
Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br
terça-feira, 11 de outubro de 2022
Como ajudar o pet a superar os barulhos de fogos e comemorações?
Fogos de artifício nas comemorações da copa do mundo e festas de fim de ano promovem medo e ansiedade aos cães
Nos próximos meses estaremos imersos de momentos de comemorações e festas, com a Copa do Mundo acontecendo um pouco mais tarde do que o habitual e muito próxima das celebrações de final de ano. Embora estes sejam momentos divertidos e de descontração para os humanos, os pets, cuja sensibilidade auditiva é maior, sentem-se mais estressados nestes momentos com tantos barulhos e estímulos ambientais diferentes do habitual, e podem apresentar alterações comportamentais ou até mesmo em sua saúde.
“O medo dos cães à barulhos estridentes, como fogos de artifício, é o segundo problema comportamental mais relatado pelos tutores, e interfere não apenas no bem-estar animal, mas em todo o núcleo familiar”, relata Mariana Raposo, médica veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal.
Ciente da gravidade do problema, as pesquisas na área comportamental animal vêm avançando cada vez mais, cotando com a colaboração entre empresas e médicos veterinários. As chamadas “Forças-tarefa” têm o intuito de promover um ambiente mais seguro e confortável para os cães que apresentam medo de fogos, associado ao uso de suplementos alimentares específicos e com ação comprovada, que ajudam a prevenir a respostas comportamentais ao estresse decorrente de estímulos perturbadores.
“Suplementos alimentares com associação de Passiflora, Valeriana e Triptofano, como é o caso do Quetin®, são comprovadamente capazes de prevenir essas respostas. Por ser um suplemento e não um fármaco, ele pode ser fornecido para animais de todas as idades, mas o seu uso precisa iniciado pelo menos 40 dias antes do início destes eventos mais estressantes”, Mariana explica.
Diferente dos fármacos psicoativos comuns que são indicados especificamente para estes momentos aos pets que sofrem com os barulhos, os suplementos são indicados para qualquer fase de vida do animal e não apresentam contraindicações, mas precisam ser fornecidos pelo período indicado pelo fabricante para que faça o efeito desejado.
A médica veterinária também reforça que a suplementação é apenas um ponto da força-tarefa nessa empreitada para reduzir o medo dos cães, cujos outros pilares importantes estão descritos abaixo:
Segurança é imprescindível: Nos momentos de meios barulho as portas e os portões devem estar fechados, e as pessoas precisam estar muito atentas ao entrar ou sair de casa nestas horas, para evitar que o cão fuja. Plaquinha de identificação precisa estar no cãozinho sempre!
Ambiente familiar e confortável: Para o cão que tem medo, o melhor lugar para estar nestes momentos de muito barulho é em casa! De preferência, dentro de casa com as janelas e cortinas fechadas, para abafar os sons externos.
Esteja sempre junto: Caso seja inevitável sair de casa, leve o pet com você e não se esqueça de levar objetos familiares dos quais o pet goste (brinquedos, coberta, casinha – se pequena). Jamais deixe o cão sozinho em casa.
Crie um cantinho seguro para o pet: escolha um ambiente da casa que melhor abafe o som e coloque os brinquedos e outros pertences que o pet gosta de ter ao redor, incluindo uma caminha ou a caixa de transporte a qual ele esteja acostumado. Nos momentos de maior barulho, permita que o pet vá ao cantinho seguro e fique por perto.
Abafe o som: utilizar fones de ouvidos para cães ou mesmo chumaços de algodão para reduzir o som pode ser muito útil, contanto que o cão esteja acostumado com eles.
Gaste energia: antes dos eventos barulhentos, leve o pet para dar um longo passeio e brinque bastante para que ele gaste energia. Além de estreitar os laços entre pet e tutor, isso vai ajudar o pet a relaxar um pouco mais durante os barulhos.
Use a alimentação como aliada: petiscos especiais, sachês, ossinhos de roer, biscoitinhos e outros agrados são uma ótima forma de distrair o pet nos momentos de maior barulho. Se ele não quiser comer, não tem problema, ofereça em outro momento.
Brinquedos e brincadeiras: distraia o pet com as atividades que ele mais gosta de fazer no momento do barulho. Mostre entusiasmo e alegria com a brincadeira para que ele também se sinta animado e esqueça as alterações no ambiente.
Quando o pet não quer comer e nem brincar: se o medo e o estresse do cão são grandes, e ele não se importa com a comida e nem com os brinquedos, o tutor pode promover uma massagem ou outro tipo de contato físico que o pet aprecie e esteja acostumado, para que ele se sinta acompanhado e acolhido.
“A utilização de Quetin em associação com essa força-tarefa é a melhor estratégia para o bem-estar do pet e de toda a família durante essas comemorações e celebrações sem gerar preocupação. Um conjunto importante para manter o bem-estar do pet e de toda a família”, finaliza.
Sobre a Avert Saúde Animal
Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br
terça-feira, 6 de setembro de 2022
Setembro Lilás: campanha conscientiza sobre o combate e a prevenção de câncer em animais
Criada em 2016, pela Fórmula Animal, a ação tem o objetivo de alertar os tutores de cães e gatos sobre a importância de consultas regulares ao veterinário e medidas de precaução contra a doença, que incluem quatro estratégias simples e eficazes.
Atualmente, o câncer é uma das principais causas de óbito entre cães e gatos, mas, com a adoção de algumas medidas preventivas, os pets podem ficar a salvo da doença. Por isso, em 2016, a Fórmula Animal ― rede de franquias de farmácia de manipulação veterinária, que produz medicamentos e produtos voltados à saúde animal de forma personalizada ― idealizou o Setembro Lilás, campanha de conscientização e combate ao câncer animal.
“O bem-estar animal e de toda a família do pet está em nosso DNA, assim, decidimos criar a campanha para levar informação aos tutores sobre a importância do diagnóstico prévio por meio de consultas de rotina com o veterinário, principalmente à medida em que o animal envelhece, além de medidas que ajudam a reduzir o risco de surgimento da doença. É importante ressaltar que, assim como nos humanos, quando o diagnóstico é feito precocemente, as chances de cura aumentam consideravelmente”, diz Renata Piazera, farmacêutica e CEO da Fórmula Animal.
Tipos de câncer e fatores de risco
Os tipos mais comuns de câncer entre cães e gatos são o de pele ― principalmente em animais de pelo curto e claro ―, de mama e de próstata. Há, também, o linfoma ― sendo o vírus da leucemia felina (FeLV) relacionado à ocorrência deste tipo de neoplasia ―, e o tumor venéreo transmissível (TVT), que é um tipo de câncer comum entre os cães.
De acordo com uma pesquisa da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, um em cada cinco cães pode desenvolver algum tipo de câncer ao longo de sua vida. Já um levantamento feito pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), mostra que 45% das cadelas e 30% das gatas desenvolvem câncer de mama, sendo que cerca de 20% desses diagnósticos são feitos tardiamente, dificultando o tratamento e reduzindo a possibilidade de cura.
“O check-up periódico e as medidas preventivas devem fazer parte de todas as fases da vida do animal. Isso porque, o desenvolvimento de doenças como o câncer pode estar relacionado a questões hereditárias, hormonais, relacionadas à idade do pet e, até mesmo, a fatores ambientais. Outras razões que podem levar ao aparecimento da doença são hábitos alimentares inadequados, obesidade, falta de exercícios físicos e exposição excessiva ao sol”, explica Gisele Starosky, médica veterinária da Fórmula Animal.
Estratégias de prevenção
Assim como acontece com os humanos, a alimentação saudável e balanceada, a prática frequente de exercícios físicos e o uso de protetor solar estão entre as medidas essenciais que ajudam a prevenir o aparecimento de doenças como o câncer. Mas é importante reforçar que, no caso dos pets, a principal forma de precaução são as consultas regulares e exames de rotina com o veterinário. “As visitas ao consultório devem ocorrer a cada 6 meses, em geral, e não devem ultrapassar o intervalo de 1 ano”, orienta Gisele.
Também é importante que os tutores fiquem atentos ao comportamento do animal, em lesões que não cicatrizam e no aparecimento de massa ou bolinhas pelo corpo do pet. “Esses sinais indicam que algo não está certo e que o tutor deve buscar a ajuda de um veterinário imediatamente”, alerta a médica veterinária da Fórmula Animal.
Quatro medidas para afastar a doença
Para auxiliar os tutores a manter a saúde dos pets e afastar o risco de desenvolvimento de câncer, Gisele Starosky preparou uma lista com as quatro principais medidas de prevenção. Confira!
1. Faça do veterinário o melhor amigo do seu pet
Quando as visitas ao veterinário são periódicas, o tutor tem a oportunidade de receber diversos tipos de informações que são importantes para a saúde do animal ― entre elas a prevenção do câncer. Além disso, o animal será examinado e o profissional fará alguns exames, como a palpação das mamas, que identifica possíveis tumores mamários, além de ter a possibilidade de solicitar outros exames mais detalhados, caso seja necessário.
2. A castração precoce reduz o surgimento da doença
Outro ponto importante de informação para os tutores durante as consultas é em relação à castração dos animais. Há estudos que demonstram que a castração precoce reduz o risco de desenvolvimento de tumores mamários em fêmeas, por exemplo. Quando a castração é realizada antes do terceiro cio, o risco de desenvolvimento de neoplasias em cães e gatos reduz drasticamente. E, quando castradas antes do primeiro cio, a possibilidade de desenvolver tumores mamários é ainda menor: apenas 0,5%.
3. Atenção à alimentação e ao aporte nutricional adequado
Apesar de alguns estudos epidemiológicos evidenciarem a ligação da obesidade ao desenvolvimento de câncer, ainda não se sabe exatamente como se dá esse mecanismo. Como forma de prevenção, promover uma alimentação equilibrada é importante para proporcionar uma melhor qualidade de vida ao animal. Além disso, o consumo de nutracêuticos e fitoterápicos ajuda a reduzir o risco de aparecimento da doença. Eles também podem ser usados como tratamento adjuvante nos casos em que a doença já está instalada, visto que melhoram a resposta dos pets contra os efeitos colaterais da quimioterapia.
4. Evite a exposição solar excessiva e aplique protetor solar
O desenvolvimento de alguns tipos de câncer tem ligação com a exposição à radiação solar. Um deles é o carcinoma de células escamosas que atinge, principalmente, cães e gatos com pele pouco pigmentada e/ou pelos brancos. Assim, o uso de protetor solar por animais com essas características é fator essencial na prevenção desse tipo de câncer. É importante ressaltar que o protetor solar é a principal medida de proteção contra os efeitos nocivos dos raios UVA e UVB em cães e gatos.
Sobre a Fórmula Animal
A Fórmula Animal é uma rede de franquias de farmácia de manipulação veterinária que produz medicamentos voltados à saúde animal de forma personalizada. Na Fórmula Animal as formulações são feitas no formato e sabor que o animal mais gosta, facilitando a vida dos tutores que escolhem como desejam oferecer a medicação ao seu animal - que pode ser em biscoitos, pastas, sachês saborizados, cápsulas, torrões de açúcar, entre outras. A marca conta com mais de 80 franqueados distribuídos pelo Brasil e continua expandindo seguindo a premissa de proporcionar bem-estar aos animais e às famílias, desde 2010. Em 2022, a Fórmula Animal recebeu o Selo de Excelência em Franchising da ABF.






