quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Qual a quantidade de água que um gato deve beber


Os gatos são animais que costumam beber pouca água durante o dia, por isso é importante prestar atenção neste aspecto e saber a quantidade adequada de líquido que eles devem ingerir. Por serem pouco bebedores, o índice de desidratação em felinos, sobretudo durante as épocas de calor, é muito alto, fato que nos faz questionar se realmente hidratamos como deveríamos nossos animais de estimação. Para que não aconteça com você, neste artigo queremos lhe ensinar qual a quantidade de água que um gato deve beber.

Ao beber menos água da que seu corpo precisa para sobreviver, os gatos correm o risco de sofrer uma cristalização de sua urina, fato que pode desenvolver infecções nas vias urinárias. Assim, os rins também costumam ser afetados, provocando uma diminuição das funções renais. Os felinos de idade avançada que já sofrem de problemas renais ou de diabetes podem ter os sintomas agravados devido à desidratação.

Da mesma forma que para calcular a quantidade de comida diária que um gato deve comer nos baseamos em seu peso, para saber qual a quantidade de água que ele deve beber por dia também utilizaremos este dado. Por isso, a quantidade mínima que seu corpo precisa para se manter saudável é de 50 ml para cada kg de peso. Assim, um gato que pese 7 kg precisará ingerir um total de 350 ml de água aproximadamente (resultado obtido ao multiplicar 7kg por 50 ml).

Enquanto que, no máximo, os veterinários recomendam que tome 100 ml de água por cada kg. Seguindo com o mesmo exemplo, um gato que pese 7 kg deverá beber um máximo de 700 ml de água por dia. No entanto, tanto o valor mínimo como o máximo são orientativos, pois em função do clima e do tipo de alimentação deverão ser aumentados ou reduzidos.

Nas zonas onde a temperatura ambiental tende a ser alta, ou durante as épocas mais quentes, é conveniente que o gato ingira no mínimo de 70-80 ml por kg de seu peso ao invés de 50. Assim, os felinos que seguem uma dieta úmida, já recebem uma pequena quantidade de água com a comida, por isso você pode reduzir os mililitros de líquido diários. Por serem animais pouco bebedores, os veterinários aconselham sempre basear a alimentação do gato em comida úmida.

Desta forma, para saber qual a quantidade de água que deve beber um gato por dia vemos como melhor opção a de lhe proporcionar uma quantidade de entre 50 e 100 ml. Assim, se seu felino sofrer de algum tipo de doença ou sobrepeso é sempre aconselhável consultar seu veterinário sobre a quantidade adequada.

A água que você der a seu gato deve estar limpa e fresca, lembre-se que são animais bem mais delicados que os cachorros e não a aceitarão de outra forma.



terça-feira, 28 de outubro de 2014

Como ensinar um papagaio a falar


O papagaio é um dos mascotes mais divertidos e simpáticos que você pode ter. Graças à facilidade que ele tem para aprender e repetir palavras e frases diferentes, ele é uma excelente companhia e oferece uma excelente oportunidade para conviver com ele ao treiná-lo. No entanto, também exige muitos cuidados e atenção especial se você deseja que ele lhe responda e converse com você.

Instruções

Paciência. Nem todos os papagaios aprendem a falar com a mesma facilidade. Isto não depende tanto da inteligência do animal como de seu próprio caráter, mas também do tratamento que ele recebe e de como ele se sente em sua casa.

Primeiro verifique se o papagaio já é grande, e se já teve um dono que lhe ensinou algo antes. Se for assim, é conveniente saber quais técnicas foram usadas para não confundir o animal. Caso contrário ou se o papagaio ainda for pequeno, melhor, já que se acostumará só com você.

Em segundo lugar, você deve lhe proporcionar um espaço agradável. Você consegue isso com uma gaiola de bom tamanho, onde tenha a possibilidade de se mover. Faça com que se acostume cedo a um tipo de comida, mas compartilhe também um pouco de comida humana. Nas lojas virtuais você pode encontrar tudo o que for necessário para fazê-los se sentir em casa.

Deve colocá-lo em um lugar transitado da casa para que se habitue às pessoas e logo possa ser considerado como um membro a mais do grupo. Isto é, mais ou menos à altura de seu rosto, nem muito acima nem muito abaixo, isto facilitará para que ele aprenda a falar e você se esforçará menos para ensiná-lo.

Dedique-lhe pelo menos quinze minutos, duas vezes ao dia para ensiná-lo a falar. Comece com palavras breves e fáceis, como "olá", repita seu próprio nome ou o seu. Se você lhe ensinar frases longas ou difíceis, só conseguirá confundi-lo e tornar mais difícil a aprendizagem.

É importante fazê-lo se sentir como um membro a mais da casa. Trate-o com carinho e não como um acessório já que eles são muito inteligentes e podem se sentir incomodados e tristes se só o procura para entretenimento.

Finalmente, acrescentaremos que é boa ideia dar comida ao papagaio com a mão quando quiser lhe dar uma recompensa. Com certeza, eles respondem favoravelmente a estes estímulos, se sentirão felizes e vão gostar de falar com você com frequência.



segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Como cuidar de um filhote de pardal



O filhote de pardal é uma ave pequena originária da Eurásia e do Norte de África. Distribuído atualmente por todo mundo, este passarinho de cor marrom com tons negros e avermelhados não mede mais de 16 cm de comprimento e pode ser criado facilmente seguindo alguns passos simples.

Instruções

É importante garantir que o filhote de pardal esteja em boas condições de saúde.

Se ele foi encontrado no solo, temos de verificar se não está perto de seu ninho. Os pardais protegem seus filhotes e acompanham-nos durante seu crescimento. Da mesma forma, se verificar que está fora de seu ninho e o filhote de pardal ainda não desenvolveu as penas, ele pode ter caído por causa de uma rajada de vento. Nestes casos, aconselha-se sempre devolver o filhote de pardal ao seu ninho. Se não podermos voltar a introduzi-lo, podemos levá-lo para cuidar dele.

Para poder cuidar de um filhote de pardal, vamos precisar de um ninho ou uma caixa onde seja o refúgio. Outra opção é utilizar uma gaiola a qual aconselhamos manter sempre aberta. O filhote de pardal a associará a um lugar seguro e a terá como seu lar. Se a mantiver sempre com comida e bebida, o filhote de pardal voará por toda a casa e voltará à sua gaiola para estar seguro e quente.

Para que esteja confortável, prepare uma cama/ninho no local. Esta pode ser de algodão, tecido suave, alguma meia velha, ou penas, assegurando que não haja nenhum inseto entre o material. Devemos tentar que o filhote esteja quente já que precisa de muito calor. Esta cama deve ser mantida limpa todos os dias.

A gaiola deve estar em um lugar ventilado, onde chegue a luz indireta do sol, não é recomendável que o filhote de pardal esteja exposto à luz solar direta por muito tempo. No entanto, também não é aconselhável evitar o sol por completo, pois o filhote de pardal precisa da luz solar para colorir suas asas.

Se recolhemos o filhote de pardal da rua devemos pensar que possivelmente esteja desidratado depois de passar várias horas fora do ninho. Em seu ambiente natural, seus pais lhe dariam pequenas gotas de água diretamente no seu bico. Em nosso caso, é aconselhável dar-lhe um pouco de água da nossa boca. Quando notar a frescura da mesma, o filhote de pardal a beberá. Se não tiver coragem, pode utilizar uma seringa pequena, sem agulha, ou um conta-gotas para que a beba pouco a pouco.

É importante não dar leite aos filhotes de pardal, já que não o toleram e poderiam morrer por isso. A contribuição de cálcio recebem-na de sua alimentação (insetos triturados, osso de siba, casca de ovo esterilizada).

A alimentação dos filhotes de pardal realiza-se nas primeiras semanas através de uma seringa sem agulha. Aproxime a mesma do bico e o filhote irá comendo da papinha que lhe damos. Comem com uma frequência de 2 a 3 horas. Se detectarmos que eles têm a barriga vazia, também podemos dar-lhes de comer.

Sua comida pode ser feita de forma fácil. Preparamos uma papinha e introduzimos na seringa. A papinha deve ser dada sem o líquido para que o filhote de pardal a coma sozinho, sem a introduzir na boca.

Para começar podemos fazer estas três papinhas, é muito simples:
Podemos molhar meia bolacha Maria com água, até que a bolacha fique uma papinha.
Podemos amolecer ração de cachorro moída molhada com água até criar uma massa. Esta papinha é muito completa.
Podemos comprar massa de filhote, vendida em viveiros. Elas são feitas à base de ovos e são molhadas com água para criar a papinha.

Quando os alimentarmos temos de estar atentos para não os manchar com a papinha ou massa, já que esta pode secar e acabar sendo um problema ao colar em suas penas. Por outro lado, devemos observar também que os orifícios nasais do bico não fiquem obstruídos, já que poderia desencadear em um problema maior.

À medida que cresce, o filhote irá alimentando-se sozinho e poderemos utilizar um recipiente para que coma diretamente.

Se quer que o filhote esteja nas melhores condições, o ideal será proporcionar-lhe algumas bandejas. Uma com água e outra com areia fina. Deste modo o filhote tomará banho de areia e água para se vermifugar.

Lembre-se que perante qualquer dúvida, é aconselhável que vá a um especialista ou veterinário para que ajude você.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Porque os gatos sempre caem de pé


Os gatos são animais ágeis, rápidos e com uma impressionante resistência física. Capazes de saltar até 10 vezes seu próprio tamanho sem se lesionarem, os gatos são animais que adoram explorar o ambiente e assumir riscos. Se você tem um gatinho em casa, certamente já percebeu: cada vez que seu gato cai de alguma distância curta, o faz de pé, independentemente da pirueta que faça. A que se deve isso? Explicamos porque os gatos sempre caem de pé.

O fato de que os gatos conseguirem cair quase sempre de pé lhes valeu a fama de terem sete vidas. No entanto, é importantíssimo esclarecer dois pontos básicos para o bem-estar e saúde de seu felino: os gatos só têm uma vida como qualquer outro ser vivo, e quando se trata de quedas muito altas, o gato, ainda que possivelmente caia de pé, pode chegar a se lesionar gravemente e, inclusive, morrer.

Por tudo isto, é importante que jamais prove a resistência de seu gato, lembrando que estes animais merecem cuidado, respeito e amor.

Voltando ao fato de que os gatos caem de pé, esta espantosa resposta felina tem a ver com diferentes aspectos da anatomia e evolução do animal. Para começar, os gatos contam com uma espinha dorsal muito flexível que não possui clavícula, o que lhes permite fazer giros incríveis que parecem quase uma acrobacia.

Além disso, as patas deste animal possuem uma grande mobilidade, ajudando-os a realizar muitas de suas façanhas, já que durante as quedas as mesmas estendem-se, produzindo resistência que atua como uma espécie de freio que diminuirá a velocidade da queda.

Os felinos contam com corpos leves e um sentido da orientação preciso. Todos estes fatores lhe permitiram desenvolver um reflexo de aprumo próprio da espécie, que se apresenta entre a terceira e quarta semana de nascimento e que se aperfeiçoa aproximadamente na sétima semana.

Assim, cada vez que o animal estiver prestes a cair, ele ativará este reflexo, calculando, em função de seu ouvido interno e de sua visão, onde está o solo, e girando seu corpo altamente flexível para orientar suas patas para a superfície firme.

A espessura de sua pele e o movimento das patas que se estendem para fora ajudarão a reduzir a velocidade e realizar o giro de forma perfeita. Deste modo, o gato sempre cai de pé. Interessante, não?


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Cuidados com os animais de estimação no verão


As altas temperaturas do verão exigem cuidados especiais par os animais de estimação. Por conta do tempo seco, os pets precisam de mais hidratação e atenção.

De acordo com a rede de pet shops e clínicas veterinárias Pet Center Marginal, o desconhecimento do tutor nesta época do ano faz aumentar em 30% casos de atendimentos de cães e gatos com problemas de saúde devido ao calor.

Segundo a médica veterinária Karina Mussolino, é importante trocar com frequência a água da vasilha, para que esteja sempre fresca e disponível."Como não possuem glândulas sudoríparas, cães e gatos costumam desidratar mais facilmente que os humanos. A cena do bichinho deitado, com barriga no piso frio, explica o fato" diz.

Com apenas 10% de perda de fluidos corporais, os bichinhos já podem desidratar."Os sintomas são perda de elasticidade da pele, letargia, perda de apetite, olhos fundos, focinho, boca e gengiva secas. Atenção especial para os gatos, principalmente, que não ingerem tanta água e por causa disso podem desenvolver problemas renais", completa.

Em passeios ou viagens mais longas, também é importante não se esquecer de oferecer água e comida. "As caixas de transporte costumam esquentar também, se ele for permanecer tempo confinado, faça paradas para o animal andar e se refrescar", explica Karina.

Outra dica é certificar-se para que tenham um lugar fresco, onde não bata sol, para que possam se proteger do calor e das chuvas de verão. É importante que tenham a opção de um lugar com sombra, distante dos raios solares para se abrigar.

A veterinária finaliza, explicando que o aconselhável é que o animal tenha um piso frio, com os azulejos do banheiro e da cozinha, para poder deitar esparramado - uma forma instintiva para se livrar do calor e baixar a temperatura corporal.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Casinhas para gato: que tal aproveitar o monitor?


Se você vai trocar o computador de mesa ou mesmo a televisão da sala, veja essa oportunidade bacana de reaproveitamento. Que tal utilizar o monitor que ia para o ferro-velho e transformá-lo em caminha para o seu gato?

São ideias muito fofas para o seu pet, que certamente ele vai adorar! E não tem mistério. Para começar é necessário obviamente desmontar o monitor, retirando todas as peças internas e limpar toda a carcaça com um pano úmido. Em seguida, com uma tinta spray multiuso, borrife a cor escolhida por toda a peça.

Dica: se o monitor for de cor escura, o ideal é aplicar uma base tinta branca spray, aguardar secar e depois pintar com a cor da sua preferência.

Quando a nova caminha estiver completamente seca, use a criatividade! Se a pintura não tiver sido personalizada, decore com adesivos e acomode a almofadinha. Pode servir para cãezinhos pequenos também. Pet e dono irão amar o resultado!



terça-feira, 21 de outubro de 2014

Motivos para não deixar seu gato sair na rua


Saiba os motivos pelos quais você não deve deixar seu gato sair na rua e caso ele saia como você pode diminuir os riscos.

Não deixar seu gato sair na rua pode parecer que você está tirando aquilo que os gatos mais amam: a liberdade. Mas é necessário entender que é uma decisão para o bem dele. Afinal, as crianças também gostam de brincar na rua, mas os pais agem de maneira prudente e não permitem, as crianças podem até ficar chateadas com os pais, mas os pais fazem isso para o bem dos filhos, pois eles sabem os riscos que seus filhos correm brincando na rua.

Os riscos que seu gato corre nas ruas são vários:

. Atropelamento
. Envenenamento intencional ou acidental
. Ferir-se ao brigar com outro gato ou ser atacado por cães
. Contrair doenças e parasitas de outros gatos
. Ficar perdido

Caso seu gato já esteja acostumado a sair e seja impossível mante-lo dentro de casa, você deve tomar algumas precauções para ao menos minimizar os riscos.

Principais precauções:

. Vacine seu gato contra todas as doenças infecciosas e parasitas possíveis (converse com seu veterinário)
. Coloque um colar confortável no seu gato com o número do seu telefone e endereço para caso ele se perder
. Castre-o. No caso das fêmeas, além de ajudar a prevenir diversas doenças, evita que sua gatinha apareça em casa com, digamos, uma barriguinha indesejada. E no caso dos machos, também ajuda a prevenir algumas doenças e também faz com que a vontade de sair de casa em busca de aventuras diminua

Portanto, evite ao máximo deixar seu gato sair na rua e qualquer dúvida sempre procure um veterinário de confiança.