segunda-feira, 13 de abril de 2015

Contato com animais de estimação contribui para o desenvolvimento das crianças


A simples ideia de ter um bichinho de estimação em casa - não importa qual, cão, gato, coelho, pássaro, hamster - assusta muitos pais. A justificativa é simples: um animal vai mudar toda a rotina da família, sem contar o aumento dos gastos com visitas rotineiras ao veterinário, vacinas e remédios. No entanto, especialistas garantem que os benefícios da convivência entre os animais e as crianças superam as razões para não tê-los.

Esse convívio, aliás, ajuda no desenvolvimento da criança, que irá exercitar o senso de responsabilidade. Além disso, passará a trabalhar sentimentos como a autoestima, a alegria, a tristeza, a frustração, a tolerância e a compreensão. Roglinei Luchetta de Souza Meleggati, 5 anos, sabe bem o que é isso. Os pais, Viviane e Roglinei, são donos do Canil Romvil, o que assegura o contato com cães de todos os portes, adultos e filhotes, dentro e fora de casa, desde que nasceu. "O pediatra disse que se os animais estivessem vacinados nunca haveria problema. Faz tão bem a ele que é preciso ficar atento na rua. Ele quer abraçar todos os cachorros que encontra", complementa Viviane.

"Tudo isso passa quando os pais percebem o quão bem esse animal pode fazer a seus filhos. Um animal de estimação é muito importante. Com o animal, a criança trabalha seu desenvolvimento global", explica a psicóloga Cristiane Bertucci Nicoleti, gestalt terapeuta."A criança desenvolve uma ótima autonomia, responsabilidade, ordem, cuidados básicos, pois precisam cuidar de seus animais, passear, dar alimento e água, limpar as sujeiras", complementa Cristiane.

"A convivência com um animal de estimação é uma experiência muito rica, já que o contato com o animal possibilita à criança recursos internos que serão importantes para seu desenvolvimento. Nesta relação, a criança pode experienciar responsabilidade pelo cuidado com o outro, solidariedade, tolerância, compaixão, redução do estresse e toda uma gama de outros sentimentos que as relações afetivas proporcionam e que vão colaborar na construção do caráter e na modelagem de sua personalidade", explica a psiquiatra Simone Secco da Rocha.

A partir de que idade?

A criança pode ter um animal de estimação a partir do momento que adquire alguma autonomia. E, é claro, vai depender do animalzinho escolhido. Até um bebê pode ter um animal de estimação em casa, porém, cabe aos pais a melhor decisão para esse momento. "Por meio do animal de estimação, a criança aprende inclusive a lidar com o processo de morte. Quando perdem um bichinho, eles trabalham esse processo de luto", explica a psicóloga Cristiane Bertucci Nicoletti. 

"A idade depende dos pais e dos cuidados que eles vão adotar, além de inspecionar o contato", diz a veterinária Cibelli Soares Frade. 
Os pais devem estar dispostos a ajudar nas tarefas, e isso requer paciência e tolerância, principalmente em relação às tarefas que exigem maior compromisso com horários, como dar comida ou remédio. As atividades mais simples devem ser atribuídas progressivamente aos pequenos. Entre outras funções que podem ser atribuídas, eles podem pentear o pelo do animal ou colocar água no recipiente. 

Existe perigo?

Muitos pais se questionam sobre o perigo de ter um pet em casa, devido a alguns comportamentos como morder, arranhar ou dar patadas. Os acidentes ocorrem devido à falta de supervisão adulta e nos casos em que o animal é muito maior que a criança, podendo ocasionar tombos ao brincar. 

"Os animais só fazem isso quando filhotes, por curiosidade, como as crianças. Quando maiores, só fazem isso se estimulados. A melhor forma de prevenir é saber que a criança nunca pode ficar sozinha com o animal. Deve sempre haver supervisão adulta, cuidando e impondo limites às ações da criança, e mostrando que o pet vai reagir de maneira negativa a agressões", diz a veterinária Ceres Faraco. 

Mais saúde

Um estudo do grupo de pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP) mostrou que os benefícios dos pets à saúde são muito maiores do que apenas de cunho psicológico. t  Vão desde a melhora da imunidade de crianças e adultos à redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado. "Os pesquisadores identificaram vários benefícios aos bebês, pois certas proteínas que exercem importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em bebês de um ano de idade quando expostos precocemente a um cão", diz a psiquiatra Simone Secco da Rocha.

Fonte: Diário da Regiao

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Como fazer seu gato gostar de tomar banho


Dar banho é uma tarefa muito importante para a saúde e o bem-estar do seu gatinho. Porém, muitas vezes, esse momento pode se tornar muito difícil, dependendo da resistência que ele tiver à água.

Muitas pessoas acham que o gato não precisa tomar banho porque eles geralmente “cuidam” da própria higiene, mas é importante que eles mantenham uma rotina de cuidados e banhos, sim. Por isso, o ideal é ambientá-lo desde filho a essa situação.

Saiba como fazer com que a hora do banho seja mais um momento divertido na rotina do seu bichano.

Sem pressa!

Primeiramente, você não deve dar banho no gato se estiver com pressa. Esse é um momento muito especial, que exigirá atenção e cuidados.

É muito importante também que você se organize: no dia anterior, se possível, escove o animal, para que ele não solte muito pelo no momento do banho.

Outra dica é associar o banho a uma situação agradável. Nunca obrigue o bichano a tomar banho ou force uma situação. Isso só piorará o medo dele.

O recomendado também é não colocá-lo logo de cara em uma banheira cheia de água e tentar secá-lo com o secador, pois essas ações podem assustá-lo. Vá com calma, respeitando o limite dele.

Deixe tudo o que você for usar separado, como toalha, shampoo, produtos etc. Apresente ao bichinho tudo que envolverá o momento do banho, lembrando que você sempre deve utilizar produtos recomendados pelo médico veterinário.

Hora do banho

Prepare uma bacia com uma borracha de EVA no fundo, para evitar que ele escorregue. Não deixe o recipiente muito cheio e preste atenção na temperatura da água.

Proteja o ouvido dele com um chumaço de algodão, e tome cuidado com os olhos e o nariz, pois você nunca deve jogar água diretamente nesses locais.

Os primeiros banhos devem ser dados em etapas: comece molhando só as patinhas, depois vá jogando água no restante do corpo dele.

Deixe o bichano sentir o cheiro dos produtos que você usará. Durante esse tempo, ofereça um petisco, brinque com ele, faça carinho e fale em um tom de voz suave.

Secador

Ao usar o secador, tome cuidado para ambientar o gato ao objeto com calma. Como o aparelho faz muito barulho, o bichano poderá ficar assustado no início, se não for bem habituado a ele.

Primeiro, ligue o secador distante do animal, para acostumá-lo com o barulho. Nas primeiras vezes, você pode fazer isso em outro cômodo da casa e, depois, trazer o objeto para mais próximo dele.

Deixe o secador na potência mínima e, aos poucos, direcione o jato de ar na direção do gato, ainda mantendo uma distância para não assustá-lo.

Tente secá-lo e, se ele não ficar muito arisco, continue o procedimento. Nunca continue fazendo isso se ele apresentar qualquer reação de repulsa. Não se esqueça de elogiá-lo e recompensá-lo em cada avanço apresentado!

Fonte: Cão Cidadão

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Animal de estimação pode deixar dono mais feliz, otimista e ativo


Cães, gatos e outras mascotes ajudam pressão, hiperatividade e depressão

Ter um animal de estimação em casa pode ser melhor do que remédio e terapia juntos. Isso porque um cão, gato ou outro bichinho mais exótico – como aves, peixes, tartarugas e escargôs – é capaz de deixar o dono mais feliz, otimista, ativo e menos solitário.
Além disso, os animais domésticos podem fazer bem para o coração (pressão arterial e circulação sanguínea), sistema imunológico, hiperatividade, depressão, postura e alergias.
Em alguns casos, até animais de grande porte podem ajudar, como cavalos e botos.

Sua saúde x do animal
Animais seguem os donos em vários aspectos: costumam saber quando a pessoa está triste ou feliz e podem ser os melhores companheiros. Mas é importante saber que a saúde deles também é determinante para a sua.

Um animal com a saúde debilitada, por exemplo, pode ser incapaz de desempenhar as funções de convívio social, vínculo afetivo e companhia que você espera. Ele pode, ainda, se tornar arredio e ficar estressado. Por isso, pelo bem da sua saúde, mantenha seu animal sempre bem.

Cão contra depressão
- Quando você acaricia um cachorro, há uma mudança hormonal no seu corpo
- A produção de hormônios do estressa (cortisol e adrenalina) diminui
- O coração desacelera e a pressão arterial cai
- A produção de hormônios do bem-estar (serotonina e noradrenalina) aumenta
- O dono se acalma, fica mais tranquilo e relaxado.

5 coisas que um animal pode melhorar em você
- Comunicação
- Autoestima
- Humor
- Saúde do coração
- Peso

Fonte: Jornal de Rolândia

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Meu animal de estimação está vomitando... o que eu faço?


Assim como os seres humanos têm diferentes formas de chateado que nosso corpo sob a forma de vômitos, nossos animais de estimação devem receber cuidados ou outra, eles não conseguem manter-se no estômago e acabam retornando. Vamos ver como agir dependendo do tipo de vômito que podemos detectar:

Tipo de vômito e o que fazer em cada caso:

. Água: interrompa a ingestão de água e comida por seu animal de estimação durante 12 horas.
. Sangue: você deve ir ao veterinário com urgência porque tende a ser a manifestação de alguns casos de infecções ou doenças do aparelho digestivo.
. Parasitas: você deve ir ao veterinário com uma amostra de parasitas expelida pela mascote do.
. Espuma:
   . Branco: deveria suspender água potável e alimentos para seu animal de estimação durante 12 horas, porque tende a ser o suco gástrico. Se vomitar, você deve ir ao veterinário.
   . Amarelo: descontinuar a ingestão de água e comida para seu animal de estimação durante 24 horas, porque o cartucho é bile, por causa de uma gastroenterite possível. Se o animal não melhorar, vamos ao veterinário.
   . Verde: se é um isolado episódio pode ser ignorado, se isso se repetir, deve ir ao veterinário. O que impulsiona é bile oxidada.
   . Rosa: vômitos repetidos mais de duas vezes, deve ir ao veterinário. Que unidades são sucos gástricos e sangue.
. Corpo estranho: normalmente quando você ingeriu um corpo estranho e ejeta-lo sem mais, sem dar maior importância. Eles posteriormente devem produzir vomitando sangue, você deve ir ao veterinário, porque o objeto ingerido pode ter causado danos ao trato digestivo.

Fonte: Edukavita

terça-feira, 7 de abril de 2015

Como acostumar o gato a usar a caixa de areia


Gatos são animais muito higiênicos e aprendem muito fácil onde devem fazer as suas necessidades, porém, existem alguns bichanos que não sabem utilizar a caixa de areia. Mas, não se preocupe: com muita paciência e calma é possível ensiná-lo! Segundo o especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, o ideal é sempre ter uma caixa higiênica a mais do que o número de gatos que você possui em casa. Por exemplo, se você tem dois gatos, o ambiente deverá ter três caixas, e assim por diante. 

Dicas


Banheiro ideal Existem vários modelos de caixas e substratos em pet shops, próprios para o gato depositar as necessidades e enterrá-las. O ideal é ir descobrindo de quais o seu gato gosta mais. Teste diferentes caixas e substratos, bem como os possíveis locais de colocação das caixas. Quantidade Ofereça sempre uma caixa a mais do que o número de gatos que você tenha em casa. Posição As caixas devem ser colocadas nos lugares onde o gato se sinta mais à vontade. Evite posicioná-las perto de lugares onde ele bebe água ou come. Limpeza Mantenha também as caixas sempre limpas! Alguns gatos acabam segurando as necessidades até que alguém as limpe, o que não é bom para a saúde dele.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Cachorros sabem quando alguém é desonesto, aponta pesquisa


Cachorros podem não parecer incrivelmente inteligentes quando correm atrás de seus próprios rabos, mas usam outras maneiras para demonstrar como são criaturas espertas. Uma de suas melhores qualidades é que eles estão sempre atentos aos seres a sua volta, tanto humanos como outros cães.

Muitos estudos já demonstraram que cachorros são capazes de perceber as emoções humanas. Pesquisas recentes descobriram que eles podem notar a diferença entre rostos alegres e tristes, e conseguem até demonstrar ciúme.

Mas um trabalho que foi há pouco tempo publicado na revista científica Animal Cognition revelou que os cachorros também percebem quando uma pessoa não é confiável. E uma vez que decidem que determinado indivíduo é desonesto, param de seguir suas instruções.

O estudo foi realizado na Universidade de Kyoto, no Japão, pela equipe da cientista Akiko Takaoka. Partindo da noção já comprovada de que os cães entendem quando um humano aponta algo para eles, os investigadores puderam concluir que os animais também percebem rapidamente quando o gesto de um humano é enganoso.

A equipe liderada por Takaoka realizou três rodadas de experimentos com 34 cães.

Na primeira vez, uma pessoa apontava corretamente para um recipiente que escondia comida. Mas na segunda rodada, o indivíduo indicava um recipiente que acabava se revelando vazio.

Na terceira rodada, a mesma pessoa apontava de novo para um objeto contendo comida. Mas desta vez os cachorros não respondiam ao comando daquele indivíduo. Segundo Takaoka, isso sugere que os cães se baseiam em sua experiência anterior com aquela pessoa para avaliar se se trata de alguém confiável.

Depois das três experiências, outra pessoa completamente diferente repetia a primeira rodada, e novamente os cães seguiam avidamente suas orientações.

A cientista diz ter ficado surpresa com o fato de os cachorros restaurarem sua confiança em um humano tão rapidamente.

“Os cães têm uma inteligência social mais sofisticada do que pensávamos. Isso evoluiu seletivamente na longa história que esses animais têm com o ser humano”.

Segundo Takaoka, o próximo passo de sua equipe será testar espécies relacionadas aos cachorros, como os lobos. Isso poderia ajudar a revelar “os efeitos profundos da domesticação” na inteligência social dos cães.

Para John Bradshaw, da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, a principal conclusão do estudo japonês é o fato de que cães gostam que as coisas sejam previsíveis.

Assim que os acontecimentos em suas vidas se tornam irregulares, eles procuram por atividades alternativas.

E se eles consistentemente ficam sem saber o que vai acontecer, podem se tornar agressivos ou medrosos. “Cachorros cujos donos são inconsistentes costumam apresentar distúrbios de comportamento”, afirma Bradshaw.

Cada vez mais nos convencemos de que os cães são mais inteligentes do que se acreditava no passado, mas, segundo Bradshaw, essa inteligência é diferente da nossa.

“Cachorros são muito sensíveis ao comportamento humano, mas eles têm menos pré-concepções”, diz o cientista. “Eles vivem no presente e não refletem sobre o passado de maneira abstrata, assim como também não planejam o futuro.”

Quando encontram uma situação, os cães reagem para o que está ali “em vez de pensar profundamente no que aquilo significa”.

Para Brian Hare, diretor científico da empresa americana Dognition, especializada em testes de personalidade com cachorros, esses animais claramente estão atentos quando uma pessoa gesticula para eles, e este estudo prova isso.

“Cães avaliam a informação que transmitimos com base em quão confiável ela é em ajudá-los a conseguir seus objetivos”, diz Hare.

Fonte BBC Brasil

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Animais de estimação: como cuidar?


O animal de estimação sempre esteve presente na vida dos homens. Seja para fazer companhia, para o trabalho ou mesmo como meio de transporte. Foi nessa convivência que algumas espécies passaram a ser domésticas e saíram da zona de selvageria. Hoje, o cachorro acaba sendo um dos animais de estimação mais procurados na sociedade. Considerado o amigo fiel, sempre sai em defesa do dono e vive alegre com a sua presença.

E quais devem ser os cuidados essenciais com esses bichinhos? Por exemplo, para se ter um cachorro?

- Frequência no veterinário para confirmar os ciclos de vacinas e evitar doenças perigosas que podem inclusive ser transmitidas para os donos.

- Tosa é como banho na vida dos animais. Algo essencial na rotina para que o calor excessivo não atraia parasitas. Além disso, cuidado com as unhas. Assim, além de saudável o animal também ficará livre de parasitas. Ninguém merece, por exemplo, ver um cachorrinho se coçando o tempo todo.

- Banho semanal e escovação dentária também são rotinas básicas para a higiene.

- Para tratar a pulga ou carrapato que insiste em aparecer mesmo depois de todos esses cuidados, vale a pena investir em xampus específicos ou mesmo sabonetes de qualidade comprovada para o mundo animal. Se possível, o próprio dono deve retirar os parasitas do corpo do bichinho.

Carinho e atenção são indispensáveis

Os animais de estimação tal qual os humanos acabam se apegando aos donos. Não à toa sempre demonstram alegria com a chegada dos seus “pais”. Por isso, nada mais coerente do que esse mesmo dono estar atento aos passeios e aos cuidados com seu “filhinho”. Nada de deixá-los sem brinquedos ou mesmo presos o tempo inteiro. Isso gera estresse entre os animais.

O cuidado com a alimentação também demonstra o grau de atenção que o dono mantém com o animal e não deve ser tratado de forma precária. Até mesmo a água deve ser fresca e muito limpa. Comida estragada ou sobras de alimentos podem fazer mal ao animal.

Se você ainda não tem o seu bichinho, que tal acolher aquele menor abandonado que você viu em sua rua? Há ainda outros animais que acabam recebendo maus tratos por parte dos donos. Tente combater esse tipo de prática.

Se você teve uma experiência com animal selvagem e não teve muito sucesso, respeite a sua forma de vida e liberte-o.

Fonte: Colégio Web