sexta-feira, 17 de junho de 2016

Animais de estimação visitam pacientes no hospital


Animais de estimação visitam pacientes no hospitalAs histórias da afinidade do ser humano com os animais de estimação são incontáveis e renderam belos filmes, como o inesquecível “Sempre ao seu lado”, que conta a emocionante ligação afetiva do professor Eisaburo Uyeno com o seu cachorro Hachiko e ilustra muito bem como os bichanos podem influenciar o comportamento humano. No caso de pessoas enfermas, após anos de descrença e obstáculos, os hospitais passaram a admitir que as visitas de cães e gatos, por exemplo, são benéficas para o processo de recuperação de seus donos. Hoje, além das visitas admitidas em hospitais, existem alguns tipos de terapias com animais de eficiência comprovada. Assim, além da mera distração, admite-se que eles podem fazer parte do processo de cura.

Aqui, abordaremos inicialmente a Atividade Assistida por Animais (AAA), que tem como objetivo motivar pacientes e criar uma forma de entretenimento entre os mesmos. O encontro tem uma duração média de uma hora, com a realização de brincadeiras em que os pacientes hospitalizados podem se divertir com seus animais de estimação. A atividade pode ser conduzida tanto pelo dono do animal como por um profissional da Saúde.

Chase e Zachary

No Canadá, a história de Zachary ganhou intensa repercussão depois que sua tia Donna Jenkins driblou a segurança do hospital e levou o cachorro Chase para ver o dono. Zachary, de 25 anos, tratava de um linfoma de Hodgkin e enfrentou o calvário de diversos exames até passar por um transplante de células-tronco agressivo. Pressentia o fim e, então, implorou para que sua tia cometesse a traquinagem. A melhora foi sensível e disseminou comoção quando todos tomaram conhecimento do sucedido.

Zachary sabia que não sobreviveria muito tempo. Mais uma vez, apelou para a tia, rogando-lhe que implementasse um programa dentro de hospitais, a fim de encorajar que os pacientes pudessem ser visitados por seus animais de estimação. Assim nasceu o Zachary's Paws for Healing, que tem como missão facilitar o contato de pessoas em estágios graves de doença com seus bichinhos favoritos. As visitas são semanais e levam aproximadamente uma hora. Antes dos animais serem conduzidos para a visita aos seus respectivos donos, passam por uma rigorosa limpeza, sendo mantidos longe dos demais pacientes.

Projeto Cão Amigo

A partir de 2014, o Instituto MAPAA (Meio Ambiente e Proteção Animal) implementou o Projeto Cão Amigo, que objetiva oferecer terapia e divertimento com cães para crianças em tratamento contra o câncer. A associação mantenedora da iniciativa acredita no sucesso das atividades, que têm estimulado positivamente as emoções dos enfermos ao trabalhar com o conceito de Pet Terapia. Devidamente treinados, os pacientes vivenciam momentos de descontração e alegria.

Durante as visitas ao Ambulatório Oncológico da Faculdade de Medicina do ABC são utilizados dois cachorros. Tudo começou com Jivago, um cão da raça Golden Retriever, que depois recebeu a companhia da vira-lata Celeste. As visitas acontecem a cada duas semanas e, atualmente, o programa também integra o cronograma de atendimento a crianças com deficiências neurológicas.

Hospital Israelita Albert Einstein - SP permite a visita de animais de estimação

Foi o primeiro hospital do Brasil a autorizar a visita de animais de estimação para pacientes internados na unidade.

Projeto Dr. Cão integra animais e pacientes no Hospital do Mandaqui

Em 2005, o psiquiatra Márcio Peter de Souza Leite e a educadora Maria Cecília Branco de Souza Leite, donos de cães da raça Golden Retriever, criaram o Projeto Dr. Cão, que foi integrado à rotina hospitalar do Mandaqui em junho de 2007. Responsável pelo projeto, a cirurgiã Sunao Nishio, uma apaixonada por cães, resolveu abraçar a ideia. Seus cães, Tommy (um vira-lata de três patas), Linda (uma beagle) e Yumi (golden retriever) participam do projeto. Tendo em vista o trabalho de humanização da unidade, a iniciativa logo recebeu elogios e apoio.

A cada quinzena, os pacientes internados recebem a visita dos bichanos e várias pessoas observaram e relataram que durante os encontros existe uma interação que provoca algo semelhante a uma transferência de dor do enfermo para o animal.

Não há distinção e diversos cães participam do projeto, sejam eles da raça labrador, golden retriever, bernese mountain, iog, beagle ou até mesmo vira-lata. Na realidade, o que se leva em conta é que os animais devem ser seguros, aceitar carinho muitas vezes um pouco exagerado por parte das crianças e facilidade para trabalhar em equipe com outros animais.

A exemplo de outros hospitais, há um cuidado especial com os cães antes de entrar no hospital. O banho é acompanhado de shampoo-desinfetante e eles recebem vermífugo uma vez por mês. Devidamente escovados, têm que apresentar a saúde em dia”. Para evitar a contaminação de crianças e de pacientes internados, quando entram e saem dos quartos, recebem antissépticos nas patas (clorexidina, utilizado em salas cirúrgicas) e na boca. “As consultas com o veterinário são realizadas a cada quatro meses e, na alimentação, recebem o dobro da quantidade de alimento que um cão comum comeria normalmente, por causa do excesso de calorias gastas durante as atividades.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Sinais de que o seu gato pode estar doente


São animais de estimação geralmente mais fechados do que os cães, ainda assim podem dar alguns sinais de que não estão bem

Tendem a ser mais tímidos e mais independentes do que os cães, por isso não é fácil perceber quando estão com dores ou com algum problema de saúde. Pensando nisso, os investigadores da Universidade Lincoln, no Reino Unido, decidiram tentar perceber os comportamentos que indicam alguma mudança na saúde dos felinos.

Estes são os 11 sinais que devemos estar atentos

1. Deixar de brincar;

2. Esconder-se com frequência;

3. Rosnar ou gemer;

4. Lamber muito uma zona específica do corpo;

5. Ter dificuldade em andar ou saltar;

6. Perder o apetite;

7. Não deixar que lhe toque ou faça mimos;

8. Ter variações de humor ou comportamento repentinas;

9. Manter a postura curvada ou estar sempre de cabeça baixa;

10. Evitar áreas com claridade;

11. Passar muito tempo de olhos fechados.
Lembrem-se que esses sinais só devem ser considerados caso não sejam naturais ao seu felino.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Por que é tão importante a hidratação do seu animal de estimação?


Dentre todos os aspectos do seu animal de estimação que você deve estar atento, um dos mais fundamentais é a hidratação, já que ela pode ser determinante para o seu estado de saúde.

Com relação a esse fato, neste artigo iremos nos aprofundar neste tema que é tão importante.
 

Consumo e liberação de água

Em primeiro lugar, é importante assinalar que como não contamos com organismos similares, o processo de sudorese dos animais é completamente diferente do nosso, sobretudo no caso dos cães, cuja capacidade de eliminação das toxinas através da pele se encontra totalmente limitada devido às almofadinhas que possuem debaixo das suas patinhas.

Esse fato faz com que a única forma que sobra para eles poderem eliminar os líquidos da sua pele seja através da urina. Por isso, acaba sendo fundamental que a água que você dá ao cãozinho se encontre no melhor estado possível, já que, caso contrário, o seu bicho de estimação poderá sofrer alguns danos que poderão prejudicar a sua saúde.

Para conseguir isso, iremos apresentar algumas recomendações que serão muito úteis para você:

. Procure oferecer-lhe água em um recipiente grande, pois dessa forma a sua hidratação será completa e você evitará que ele continue com sede depois de beber toda a água, e esse é justamente um dos problemas mais comuns quando o recipiente é pequeno.
. Nos dias de mais calor ou quando for a época do verão, é imprescindível que você sirva esse líquido vital em um lugar que tenha sombra, já que quando o seu animal de estimação sente muita sede, ele pode ter problemas se ingerir água quente.
. Sirva o recipiente em um ambiente fechado, pois dessa forma você irá evitar que o líquido se contamine com as bactérias que costumam existir ao ar livre.
. Além disso, é fundamental que o recipiente esteja em perfeitas condições e que você mude com regularidade a água velha por uma água nova.

A hidratação é vital para saúde

Se você está se perguntando o porquê disso ocorrer, só é preciso lembrar que 60% do peso total de um gato adulto e de um cão é composto por água, e, por isso, a importância da hidratação consiste em um dos numerosos benefícios que auxiliam na saúde dos nossos animaizinhos.

Além disso, a água representa o elemento mais importante que permite que o bicho de estimação possa executar de forma adequada todos os processos que ocorrem em seu organismo, os quais são fundamentais para o seu desenvolvimento físico e mental, além de serem aqueles que determinam o crescimento e as suas defesas contra os diversos tipos de doença.

Agora que sabemos sobre a importância da hidratação para a saúde dos animais, a seguir iremos apresentar uma série de recomendações para que o seu animal de estimação se mantenha hidratado de maneira adequada:

. De forma geral, a quantidade de água suficiente para qualquer animal depende do seu peso, sendo que o ideal é 60 mililitros por quilo. No entanto, esse número costuma aumentar quando existem temperaturas altas, já que nesse contexto é comum que o bicho de estimação possa se desidratar com mais facilidade.
. Os animais que são filhotes ou aqueles que contam com idades avançadas são os que mais podem sofrer de desidratação. Por isso, você deve prestar muita atenção se esse for o caso.
. Toda vez que você for levá-lo para passear, procure levar uma garrafa de água limpa e fresca para que a sua hidratação seja adequada.
. Caso seja um dia em que esteja fazendo muito calor, reduza a quantidade de tempo dos exercícios.
. Se você for viajar ou ficar muito tempo longe, faça algumas pausas para oferecer água ao seu animal de estimação.
. Nunca deixe o animal trancado em um carro sem ventilação.
. Se você cumprir esses pequenos conselhos, o seu animal de estimação sempre estará bem hidratado.

O que fazer se o meu animal de estimação não quiser beber água?

Esse é um problema bem incomum que costuma ocorrer mais com os cães, por isso, iremos dar algumas dicas que você poderá utilizar e que ajudarão a solucionar essa situação:

. Compre uma fonte de água para ele. Procure que ela esteja sempre limpa e descalcificada.
. Alimente-o com uma ração leve.
. Prepare para o animal um delicioso caldo de carne e verduras sem sal, pois o líquido irá hidratá-lo.
. Caso nenhuma das recomendações anteriores funcionem, leve-o ao veterinário o mais rápido possível.

Como você já deve ter notado, a hidratação é uma coisa muito importante para que o animal de estimação leve uma vida saudável.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

O primeiro cio do seu animal de estimação: como enfrentá-lo?


Se você tem uma cadelinha ou uma gatinha, é preciso levar em conta de que cedo ou tarde terá que enfrentar o seu primeiro cio. Como fazer isso? Com tranquilidade, levando a situação como o fato natural que ela é. No entanto, para isso é preciso contar com a informação necessária a respeito do tema.

Informe-se bem antes do seu animal ter o primeiro cio

O cio nos animais de estimação é uma questão que costuma causar dúvidas, já que existem alguns mitos sobre o assunto. Por isso é essencial se antecipar bem e obter todas as respostas para as suas perguntas.

Se as explicações oferecidas pelo veterinário não deixaram você satisfeito, leve em conta que sempre é bom contar com uma segunda opinião. E até com uma terceira. Além do fato de decidir ou não castrar o seu animal, o importante é cuidar dela para que não fique prenha tão pequena.

O fato das gatas e cadelas terem seu primeiro cio não significa que seu corpo já alcançou o desenvolvimento ótimo para que elas se transformem em mães.

O primeiro cio do seu animal de estimação deve ser enfrentado com tranquilidade, já que se trata de um fato natural. Contar com informação prévia irá ajudá-lo a lidar melhor com a situação.

O primeiro cio nas cadelas

As cadelinhas costumam ter seu primeiro cio entre os 6 e 10 meses, dependendo do seu tamanho. Lembre-se de que as raças menores são as que amadurecem antes.

Entre os sinais que entregam que sua cadela está no cio, podemos ressaltar:

. Inchaço e vermelhidão na vulva;
. Sangramento (se apresenta com um gotejamento);
. Lamber constantemente a região genital;
. Inflamação leve nas glândulas mamárias mais próximas das patas traseiras.

Além disso, ela ficará mais carinhosa e irá pedir mais atenção.
Outros dados sobre o cio das cadelinhas

O período de sangramento pode durar entre 3 e 21 dias, já que nenhum animal é igual ao outro. Se você tem dúvidas e não sabe se pode dar banho na sua cadela nestas circunstâncias, a resposta é sim.

No caso de estar incomodado pois ela pode manchar o piso ou os sofás com sangue, pode-se encontrar à venda calcinhas e fraldas para cadelas no cio. Em todo caso, consulte o veterinário para saber se o uso das mesmas pode causar algum inconveniente para a sua amiguinha fiel.

O mais importante é que sua cadela não fique prenha durante o seu primeiro cio. Por isso, limite seus passeios ou leve-a em horários nos quais não encontre muitos cães com o desejo de transformá-la em mãe. E não solte a sua coleira.

Informação sobre o primeiro cio nas gatas

As gatinhas apresentam seu primeiro cio, no geral, entre os 6 e os 9 meses. No entanto, as raças de pelo curto costumam ser mais precoces do que as de pelo longo.

O cio das gatas não tem sinais físicos que possam ser detectados facilmente. Você irá reconhecê-lo sem problemas através das mudanças no comportamento. Por exemplo:

. Ela se mostra muito ativa e afetuosa;
. Pode urinar mais, marcando território;
. Fica miando – de forma alta e breve, e os miados aumentam em intensidade conforme o cio avança – para chamar os machos;
. Esfrega-se contra pessoas e objetos – principalmente com o seu rosto – para realizar uma marcação com as glândulas que tem em sua cabeça;
. Lambe a região genital.

Outros dados sobre o cio das gatinhas

Diferentemente das cadelas, que entram no cio aproximadamente a cada seis meses, as gatinhas têm vários cios durante o que poderíamos chamar de sua “estação reprodutiva”, que costuma se estender entre 6 e 7 meses.

Uma gata tem uma sucessão de cios que duram cerca de uma semana e se repetem a cada 10 ou 15 dias.

O fator que mais contribui para o cio é a luminosidade do ambiente: é necessário um mínimo de 12 horas sem luz. No entanto, as gatinhas que moram no interior de uma casa, com luz artificial e calefação, podem entrar no cio inclusive no inverno.

Quando uma gatinha está no cio ela produz uma substâncias volátil que elimina através da vagina. Trata-se dos feromônios, que além de atraírem os machos, podem induzir o cio em fêmeas que estejam próximas.

É muito provável que se a gata não tem acesso ao exterior, ela tente escapar em busca de um macho. É de vital importância evitar que isso aconteça, já que sua gatinha ainda não terminou de se desenvolver para suportar uma gestação nas melhores condições.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Conheça a terapia celular em animais de estimação


Tratamento indolor e não invasivo permite cura ou melhora na qualidade de vida dos bichinhos.

Doenças como cinomose, lesões tendíneas ou ósseas - como osteoartrite e oesteoartrose - e complicações renais em pets podem ser tratadas com terapia com células-tronco. Em 80% dos casos há melhora ou até mesmo cura do problema.

“Nessas doenças já existe cura comprovada com tratamento com células-tronco”, afirma a bióloga Nance Nardi, doutora em imunologia e diretora científica da CellVet Medicina Veterinária Regenerativa.

Em outras, como hérnia de disco, em que o cão perde os movimentos das patas traseiras, não há ainda comprovação de cura, mas muitos tutores têm optado pela terapia também nesses casos.

As células-tronco adultas são retiradas do tecido adiposo de pets e, segundo a bióloga, costuma-se aproveitar a cirurgia de castração para fazer a coleta. Com forte capacidade de regeneração, qualquer animal está apto a recebê-las, desde que sejam retiradas de um pet da mesma espécie.

O nível de recuperação depende da reação do organismo de cada pet, mas quanto mais jovem o animal e se as lesões ou doenças estiverem em estágios iniciais, maior é a perspectiva de cura.

Outro ponto considerado na reabilitação é a propensão genética do pet em desenvolver a doença. O tratamento pode ser feito em cães, gatos e equinos de qualquer idade, mediante uma avaliação pelo veterinário e a eliminação de riscos.

Como funciona

De acordo com Nance, a terapia é indolor e não invasiva. As células-tronco são aplicadas em uma injeção na região da lesão ou via endovenosa - quando se trata de uma doença sistêmica como complicação renal. Se forem injetadas em um osso, por exemplo, transformam-se em células sadias do tecido ósseo. Assim, o órgão ou tecido doente começa a se regenerar.

“Com o acompanhamento do veterinário, duas a três semanas depois pode ser feita uma nova aplicação”, explica a bióloga.

Além de inovadora, a terapia com células-tronco tem altos índices de êxito depois de aplicadas as primeiras doses em determinadas patologias. “Nos mais de 300 animais que tratamos em seis anos de atuação, cerca de 80% apresentaram melhoras”, diz Nance.

Conhacimento é a chave, diz veterinária

Para Nance, o tratamento com células-tronco em pets ainda é desconhecido por muitos tutores. E o conhecimento, segundo ela, é a grande chave para ampliar a procura pelo tratamento entre os donos de animais. “Acredito na popularização do tratamento com células-tronco”, opina a bióloga.

No Brasil, existem apenas quatro empresas de bancos particulares de células-tronco. No mundo, já foram tratados cerca de 20 mil animais. A pesquisa em pets começou há cerca de 20 anos e há uma década começou a aplicação nos pets, sempre dentro de critérios éticos. 

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Como convencer sua mãe a te dar um gato


Animais de estimação são sempre desejo de muitas crianças em certas fase da vida e, os gatos podem ser um dos preferidos de milhões de pessoas ao redor do mundo. E isso por uma boa razão, pois são animais amáveis, divertidos e companheiros. Porém, se os seus pais são contra você ter um animal de estimação como o gato, o que você pode tentar fazer é convencê-los de alguma forma.

Instruções

Primeiramente é importante que você saiba o motivo pelo qual seus pais não querem que você tenha um animal de estimação. Descubra se alguém é alérgico, pois isso pode ser um grande obstáculo na hora de os convencer.

Se o proprietário do lugar que você mora não permite animais, nesse caso não há muita saída, a não ser que você possa ou queira se mudar de casa.

Caso a sua mãe não lhe queira dar um gato por questões econômicas, pode sempre tentar economizar dinheiro. Comprar um gato em um pet shop pode ser muitas vezes caro demais. Ou você pode optar por adquirir um indo até um abrigo de animais, ONGs que doem animais, com certeza que lá encontrará um bichinho que precisa de um lar. Lembre-se que ao adotar um gato está a ajudá-lo a ter uma vida melhor e uma casa, por isso pondere sempre esta opção primeiro.

Mesmo que você economize dinheiro para o comprar ou opte por adotar um gato, pode ainda existir o problema econômico. Pois ter um gato como animal de estimação significa gastos com comida, brinquedos, veterinário e outros cuidados que sejam necessários para o seu gato ter uma vida saudável e feliz. Por isso, o negócio de economizar para conseguir manter um gato pode ser um argumento que pode utilizar para convencer sua mãe a te dar um gato.

Se seus pais disserem que a situação financeira atual não é adequada para criar um gato no momento, talvez você tenha que esperar por algum tempo, ou procurar um trabalho para sustentar o seu animalzinho (isso claro se você for maior de idade). Se não tiver as condições necessárias e ótimas para ter um gato, o melhor é mesmo não o ter para já. É importante reunir primeiro as condições necessárias e só depois ter um pet em casa.

Pesquise em livros e na internet, com seus amigos, quais os benefícios de ter um gato e depois conte para os seus pais. Ou convide o seu amigo para um almoço, ou um chá em casa e peça que ele mesmo fale como é bom ter um gato. Se o seu amigo for convincente ele pode mudar a ideia dos seus pais e convencê-los a ter um gato. Por outro lado, se eles não gostarem da ideia, isso pode ser até pior.

Lembre-se, não chore, não implore não reclame e muito menos chantageie. Além disso, mostrar muita imaturidade não vai ajudar em nada.

Comece a mostrar responsabilidade e maturidade suficiente para ter um gato de estimação. Esforce-se mais em casa, ajude nas tarefas domésticas, cuide dos animais dos vizinhos que estiverem viajando. Isso é muito importante tanto para você ir pegando experiências e hábitos como para mostrar aos seus pais que está realmente interessado e tem o que é preciso para ter um gato como pet. Irá mostrar para eles o quanto é responsável para cuidar de qualquer animal.

Lembre-os sempre de que você será responsável pelo animal. Irá se responsabilizar de o treinar, alimentar, limpar as sujeiras, cuidar para que ele não arranhe nem destrua nada, todas essas coisas.

Estude bastante sobre os felinos, seus comportamentos, o que comem, como se alimentam, como se hidratam, se limpam, etc. Todas essas coisas são muito importantes.

Agora coloque em prática estes conselhos e boa sorte! E se seus pais não aceitarem um gato, quem sabe se não aceitam um cachorro?

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Veja 10 cuidados básicos com os animais de estimação

É preciso oferecer alimentação, proteção, vacinação e também diversão aos cães e gatos.

Antes de adotar ou mesmo comprar um animal de estimação, é preciso ter em mente que os cuidados necessários para oferecer uma vida de qualidade aos bichinhos vão muito além do que providenciar água, comida e um teto.

1. Proteção
É dever do proprietário proteger seu animal do sol e da chuva, além de impedir que os bichinhos fujam ou saiam sozinhos na rua. Assim, evitamos brigas, atropelamentos, envenenamentos e crias indesejáveis.

2. Alimentação
Oferecer sempre uma ração de boa qualidade, respeitando as características de cada animal e faixa etária (ração de filhote, adulto e idoso). E sempre disponibilizar água limpa e fresca.

3. Castração
A castração é sempre aconselhável quando não se quer um filhote. Com isso, evitamos superpopulação, abandonos, doenças uterinas, neoplasias (câncer), doenças prostáticas, agressividade e marcação de território.

4. Passeios e brincadeiras
Animais também precisam de atenção e carinho. Por isso, é necessário passear regularmente com os cães e brincar com brinquedos. Desse modo, estimulamos tanto a parte física quanto a psicológica, ajudando a prevenir doenças causadas por estresse e obesidade.

5. Vacinação
Cães e gatos possuem um esquema vacinal de acordo com sua espécie e características individuais. Geralmente, a vacinação é anual e só pode ser realizada por um médico veterinário. As vacinas previnem doenças graves que podem levar o animal à morte, bem como doenças que podem ser transmitidas para os humanos (zoonoses).

6. Controle de parasitas
Os donos ainda devem ficar atentos com infestações de pulgas e carrapatos, que podem transmitir doenças graves para os animais e humanos.

7. Vermífugos
Assim como as vacinas, os vermífugos são muito importantes, pois os parasitas intestinais (vermes) podem comprometer a saúde dos animais, levando ao emagrecimento, à queda de pelos, anemias e zoonoses.

8. Higiene bucal
Cães e gatos também precisam escovar os dentes, mas com produtos veterinários específicos. Doenças periodontais, além de causar o desagradável mau hálito, prejudicam a alimentação, causam dor e as bactérias da boca podem se desprender e causar lesões em outros órgãos.

9. Banhos e escovação
Nos cães, o ideal é dar banho a cada 15 dias. Já nos gatos, este intervalo deve ser maior. Os banhos devem ser com produtos veterinários e com mínimo de estresse possível. Durante estes momentos, você observa melhor seu animal e, assim, pode notar algo diferente ou errado.

10. Visitas ao veterinário
É de grande importância realizar, pelo menos, uma vez ao ano uma consulta com o veterinário. Muitas doenças podem ser evitadas com a prevenção. Esteja sempre atento a qualquer mudança de comportamento ou hábito do seu animal, pois isso pode sinalizar doenças.