quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Agora é lei! Em São Paulo, moradores de rua podem entrar em abrigos com seus animais de estimação


Muitas pessoas se questionam sobre os motivos que levam boa parte dos moradores em situação de rua a recusar passar a noite em abrigos, mesmo quando o frio na cidade está de lascar. As razões relatadas por eles são várias: localização ruim, uma vez que há vários abrigos construídos longe das regiões centrais da cidade, violência e risco de roubos, entre outras. Mas ter que abandonar os animais de estimação para entrar nesses lugares é uma das queixas mais comuns.

As amizades construídas entre os bichos e seus donos nas ruas é tão forte que eles se recusam a deixá-los para trás e preferem passar (mais) uma noite difícil na rua, enfrentando fome e frio, entre tantos outros perrengues, a abandonar seus amigos peludos.

A difícil escolha, no entanto, promete estar com os dias contados para os moradores em situação de rua da cidade de São Paulo. A prefeitura sancionou lei que permite que todos os abrigos da capital paulista recebam os sem-teto junto com seus animais de estimação. Atualmente, há somente um abrigo que presta este serviço – e ele não é da prefeitura.

A nova medida autoriza a entrada de bichos de médio e pequeno porte não só em abrigos emergenciais, mas também em albergues, centros de serviço, restaurantes comunitários e casas de convivência. Ou seja, em todos os espaços idealizados pela prefeitura para prestar serviços aos moradores em situação de rua. Afinal, quem tem bichinhos sabe: só nos sentimos bem-vindos onde nossos peludos são bem-vindos também! Nada mais justo, não?

A prefeitura afirma não saber ainda como a medida se cumprirá na prática, mas promete ter todas as respostas até o fim do prazo de regulamentação da lei, que termina no fim de outubro. Estamos ansiosos (e de olho)!

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Nunca bata em seu cão


"Violência só gera violência”. Essas palavras podem se aplicar a diferentes áreas da vida. Por isso, nunca bata em seu cão e se faça de surdo diante daqueles que dizem que para educar os cães é necessário aplicar algum tipo de castigo físico. O bom trato, o amor e a paciência são as melhores ferramentas para a convivência. E isto se aplica também aos animais de estimação.
Razões pelas quais você nunca deve bater em seu peludo

Um cão que recebe castigos físicos se torna fugidio e temeroso. E isso não é o que queremos de um animal de companhia, não é mesmo?  Um cão que se sente intimidado por seu dono, jamais poderá assimilar corretamente uma ordem ou entender o que seu dono quer que ele faça.

Além disso, lembre-se que os cães são muito sensíveis e perceberão claramente a ira.  Portanto, nunca bata em seu cão. Com isso você apenas conseguirá com que ele:

. Fuja quando você quiser castiga-lo;
. Enfrente a situação e tente te agredir;
. Expresse a frustração e a ansiedade que sente pela situação que vive com diferentes comportamentos: destruindo objetos, lambendo compulsivamente certas áreas de seu corpo, urinando em locais inadequados, etc.

Se isto ocorrer, a solução não é aumentar os castigos físicos, obviamente, mas sim procurar uma outra maneira de ensinar o seu cão a se comportar de maneira adequada. Assim, pouco a pouco, os problemas irão se resolvendo. E se ainda persistirem alguns, você poderá procurar ajuda profissional. Mas se assegure que seja com alguém sério e responsável.

"Quando você decide ter um peludo, uma de suas responsabilidades é educá-lo. E este tema deve ser encarado com amor, paciência e respeito. Portanto, nunca bata em seu cão."

Eduque-o com amor: nunca bata em seu cão

A melhor forma de educar a um cão, sem dúvida, é com amor. E o afeto se traduz em paciência, persistência e bom trato. Utilize o chamado reforço positivo, é certo que com ele você poderá obter melhores resultados do que com o uso do maltrato que, além de tudo, é crime, nunca se esqueça disso.

Mas, o que você pode fazer para que o seu cão aprenda algumas regras básicas de comportamento? Basicamente, premie seus bons comportamentos e ignore os maus. É simples, quando você conseguir fazer com que o peludo responda a uma ordem que você lhe deu:

. Dê a ele um alimento que ele goste;
. Acaricie-o;
. Expresse afetuosamente o quanto está feliz com ele e o orgulho que sente por ele.

Lembre-se que seu cão é um cão e que ele age como tal

Se você decidiu compartilhar sua vida e seu lar com um animal de estimação, nunca é demais se recordar de alguns detalhes:

. O animal não faz as coisas de propósito ou para te irritar. O que você julga, com seus conceitos humanos, como um mau comportamento, pode ser que para o cão seja algo absolutamente normal. Por isso você deve educá-lo com paciência para obter uma convivência harmoniosa.
. De nada adianta brigar com um cão por algo que ele já fez. A reprimenda só serve se você o pega “in fraganti”. Se não pegar, ele não conseguirá entender o motivo de sua irritação e você só irá confundi-lo.
. Se o mau comportamento de um cão persiste, tenha certeza que sempre há um motivo. Você deve tentar encontrar a causa para resolvê-lo. Com castigos você só piorará as coisas.

Respeito, paciência e amor na hora de conviver com um animal de estimação.

Não se esqueça nunca que se você optou por ter um animal de companhia, deverá assumir a responsabilidade de cuidar dele em todos os sentidos. E na lista de cuidados ocupa um lugar de destaque o bom trato que o seu peludo merece.

Começamos este artigo citando uma frase sobre violência. Usaremos outra para fechá-lo: “cada um colhe o que semeia”. Então, se você tratar com amor o seu animal de estimação, receberá o mesmo dele. Do contrário, se você lhe bater, terá em sua casa um cão covarde ou agressivo. É isso o que você realmente quer? É certo que não.

Lembre-se que seu peludo é um ser vivo e que como tal, merece ser tratado com muito respeito. Assim mime muito ao seu cão e tenha muita paciência com ele. Ele saberá retribuir com acréscimo. Disso você não deve ter a mínima dúvida.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Misturar alimentos pode matar o seu cão


Quando achamos que o nosso cão está enjoado de comer somente ração ou algum outro alimento seco, algumas vezes optamos por misturá-lo com um pouco de presunto, de frango ou com qualquer outra coisa que fizemos para que assim seja mais fácil para o animal aceitar o alimento. Mas você sabia que misturar alimentos pode matar o seu cão?

Hoje vamos lhe contar como e porquê há um certo perigo para a saúde de seu cão em misturar alimentos. Mesmo sendo uma ação normal que fazemos pelo bem de nosso cão, tentando lhe dar o melhor e com as melhores intenções do mundo, devemos conhecer os pormenores, que neste caso podem ser muito graves.

Por que não devemos misturar alimentos

Embora todos saibamos que alternar os alimentos para o nosso animal de estimação seja algo que é inclusive aconselhável, devemos entender que a palavra “alternar” é diferente da palavra ”misturar”.

Alternar significa trocar, quer dizer, hoje lhe damos ração e amanhã arroz com frango, por exemplo. Isto não é absolutamente prejudicial para o nosso animal de estimação, o perigo está quando em vez de alternar, misturamos.

Para entender isso, analisaremos dois tipos de alimentos e por que misturá-los poderia matar o seu cão.

Alimento seco, a chamada ração

Este alimento é criado mediante um processo de extrusão que consiste em cozinhar a mistura seca e depois moldá-la para lhe dar formas diferentes.

Digerir a ração é um processo lento, por isso os cães não necessitam mais do que duas porções de comida diariamente, porque o alimento que consomem com este processo os mantém com o estômago cheio durante mais tempo. A digestão da ração pode levar entre as 8 e 10 horas, o que demora é a fermentação do alimento.

Alimento natural

Denomina-se alimento natural aquele que nós consumimos, que são tirados dos animais ou da terra e que ao contrário da comida seca, tem uma fácil digestão e que leva pouco tempo para ser feita.
Onde está o perigo de misturar alimentos

O perigo se encontra em misturar dois alimentos tão diferentes e com processos de digestão tão diferentes. Quando ambos os tipos de comida são misturados, o alimento natural não poderá ser digerido com normalidade e irá gerar gases que podem levar o animal a ter uma torção gástrica. Isto acontece porque o alimento natural fica envolvido pelo seco impedindo sua digestão e chegando a formar parte da fermentação do seco.

A torção gástrica pode pôr fim a vida de seu animal de estimação em questão de algumas horas, por isso ela deverá ser tratada com caráter urgência por um veterinário.

Como saber se seu cão tem uma torção gástrica

Seu animal mostrará isso através de seus gestos. Os mais comuns são:

. Estar inquieto enquanto olha o chão ou o estômago;
. Tenta vomitar e não consegue. É possível que saia apenas uma espuma branca;
. Seu abdômen soará como um tambor devido a inflamação;
. Terá dor e inflamação visível no abdômen.

Se você ver algum destes sinais, embora eles pareçam insignificantes, vá sem demora ao veterinário.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Escorpiões também são perigosos para os animais de estimação


Geralmente os escorpiões se alojam nos recantos do jardim, embaixo de madeiras, ralos, materiais de construção ou até podem ser pegos circulando pela casa

A preocupação dos donos de animais, sobretudo de cachorros, com animais peçonhentos que invadem as casas, deve ser constante. No verão, por exemplo, algumas residências costumam ser invadidas por escorpiões que, dependendo da espécie, podem trazer sérias consequências para a saúde do pet. Por isso, tomar algumas providências pode ajudar a evitar acidentes indesejados. Caso eles aconteçam, procurar ajuda médica é a melhor providência.

Geralmente os escorpiões se alojam nos recantos do jardim, embaixo de madeiras, ralos, materiais de construção ou até podem ser pegos circulando pela casa. Isso já justifica a preocupação que muitos donos deve ter com o seu animalzinho de estimação, caso ele venha a ser picado.

Os escorpiões

O escorpião é um animal invertebrado, artrópode e com hábitos noturnos. Por ser carnívoro, sua alimentação é baseada em outros insetos, a exemplo do gripo, cupim, moscas, grilos e baratas. Em alguns casos de escassez de comida, eles praticam o canibalismo, comendo animais da mesma espécie. Costumeiramente o ataque, que prevê picada com ferrão que carrega na ponta da cauda, é feito quando se sente ameaçado. Dependendo do tipo do escorpião e da quantidade de veneno injetada na vítima, uma picada pode representar risco de morte.

Ataques às vítimas

A preocupação maior do dono do animal é a maneira correta de proceder, caso o cachorro seja picado na sua ausência. Alguns animais tem o hábito da curiosidade, ou seja, podem não resistir ao ver o escorpião circulando pelos cantos. Inicialmente, o dono deve prestar atenção na reação do cachorro. Ela poderá indicar o que realmente aconteceu com ele.

Sintomas do ataque de escorpião nos cachorros

Quando picado por um escorpião, os sintomas mais frequentes apresentados pelos cachorros são: cansaço, salivação intensa, náuseas, diarreia, dor abdominal, tremores, espasmos musculares, arritmias cardíacas, alterações da pressão arterial, convulsões, choque e até coma. Na identificação de alguns desses sintomas, leve seu animalzinho para o veterinário. Dependendo da espécie que picou o pet, o tratamento vai proceder de variadas formas, com base na gravidade que as manifestações são identificadas.

No local da picada, o animal vai sentir muita dor, inclusive, em alguns casos, o ferrão do escorpião ainda pode estar no local. Por isso é preciso ter cuidado redobrado. Para sanar a dor, o veterinário vai recorrer ao uso de analgésicos. Em seguida, o médico certamente indicará a internação do cachorro, pois só assim ele poderá ficar sob observação ou até ter o atendimento facilitado, caso apresente mais algumas reações pelo fato ocorrido.

Precauções

Para que casos dessa natureza sejam evitados, é bom que você, na posição de dono, preste atenção a algumas medidas para prevenir ou combater o aparecimentos dos escorpiões na sua residência.

A primeira delas é recorrer a um serviço de dedetização, caso seja identificado a presença desses animais; evitar o acúmulo de entulhos, entre eles restos de madeira ou de construção; cobrar a limpeza constante de terrenos baldios, pois o local também é um excelente criadouro para esses animais; evitar o acúmulo de lixo e proteger com tela os ralos e usar protetor nas portas.

Quando estiver passeando com o seu animal, fique atento ao menor contato que ele possa fazer com animais, sobretudo escorpiões. Vale também o esforço de manter os comedouros limpos.

Com essas medidas, não só os animais de estimação, mas também toda a família, estarão livres de incidentes com escorpiões.

terça-feira, 26 de julho de 2016

O que fazer quando o seu animal de estimação morrer?


Recentemente o noticiário falou bastante sobre o projeto de lei que quer autorizar o sepultamento de animais domésticos em cemitérios públicos de São Paulo. O projeto é de autoria dos vereadores Roberto Tripoli (PV) e Antonio Goulart (PSD). O assunto é polêmico, mas nos faz pensar sobre a seguinte questão: para onde podemos levar o nosso bichinho quando ele morrer? Quem já perdeu um animal de estimação sabe que esse é um momento de muita tristeza.

O corpo dos cachorros, gatos, pássaros e de outros animais domésticos não deve ser enterrado em terrenos baldios, nem jogado no lixo comum, pois essa ação é prejudicial ao meio ambiente. A carcaça desses bichinhos pode atrair roedores e insetos, contaminar o solo e o lençol freático e provocar doenças.

Uma pesquisa do Instituto de Geociência da USP (Universidade de São Paulo), realizada em 2008, constatou que 60% dos animais mortos são jogados em terrenos baldios ou enterrados no quintal de casa. Cerca de 7% são colocados em saco de lixos na calçada ou em caçambas, 20% são jogados na rua ou levados à prefeitura e apenas 13% são encaminhados à uma clínica veterinária.

Atualmente já existem serviços privados de cemitérios e crematórios para animais. Uma opção gratuita para quem mora na cidade de São Paulo é levar o corpo no bichinho de estimação à Estação de Transbordo Ponte Pequena que é mantida pela Loga e fica na Avenida do Estado, 300, no bairro do Bom Retiro. Nesse local o corpo do animal será refrigerado e depois será incinerado. O horário de funcionamento é de segunda a sábado, das 10h às 20h.

Além disso, existe um crematório de animais em São Paulo, o Pet Memorial. Ele foi inaugurado em junho de 2000 e é um espaço destinado ao culto de animais e é o primeiro crematório individual de animais domésticos da América Latina. Lá existe uma capela onde o dono pode fazer orações e prestar homenagens ao seu pet. Também tem salas de velório onde a família pode realizar uma cerimônia para o bichinho de estimação, além de contar com um cinerário que é uma gruta que a pessoa pode adquirir para guardar a urna com as cinzas do animalzinho. O Pet Memorial é um serviço pago, mas mantém convênios com vários pet shops e clínicas veterinárias. Mais informações podem ser obtidas no site www.petmemorial.com.br.

Cremar ou enterrar o seu animalzinho de estimação pode custar entre R$ 100 e R$ 930, dependendo da empresa e dos serviços oferecidos. Outra alternativa, é procurar o Centro de Zoonoses da sua cidade.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Animais domésticos: dicas de posse responsável


É muito difícil mensurar a quantidade de animais (em geral, cães e gatos) abandonados nas grandes cidades. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que em grandes centros urbanos, há um cão - por exemplo - para cada cinco habitantes. Infelizmente, estima-se que 10% desses animais estão em estado de abandono. Em cidades como São Paulo..., calcula-se que o abandono atinja a casa dos milhões de cães e gatos.

Por isso, ter consciência da nossa responsabilidade pelo bem-estar dos animais, considerados de estimação, reflete na diminuição do abandono. Além disso, é importante lembrar que, quando são abandonados, os animais estão mais sujeitos às doenças, à violência e maus-tratos e à possibilidade de contribuir para uma superpopulação, tendo em vista de que muitos deles não são esterilizados.

O convívio saudável com os animais domésticos de estimação não deveria ocorrer por impulso ou induzido pelo consumismo ou modismo. Para que não ocorram arrependimentos ou sofrimentos desnecessários para ambos os lados, recomenda-se refletir sobre todos os aspectos dessa futura convivência.

Para lhe orientar na decisão de ter, ou não, um animal de estimação, considere os seguintes aspectos:

. Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida - muitos podem viver por mais de 10 anos. Por isso, é importante que todos os membros da família concordem com a decisão.
. Animais geram custos com alimentação, saúde e bem-estar. Verifique se o orçamento familiar permite esses gastos extras.
. Nas férias e feriados prolongados, alguém da casa pode cuidar do animal?
. Antes de comprar por impulso, dê preferência aos muitos animais de abrigos públicos e privados que precisam de uma família. Verifique se estão vacinados e castrados.
. Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida como tamanho, personalidade e espaço físico necessário para que o animal viva com conforto.
. Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, os passeios são fundamentais. Utilize uma coleira ou guia para conduzí-lo e deixe a tarefa para quem possa contê-lo (no caso de cães grandes ou fortes).
. Zele pela saúde do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.
. Animais demandam atenção. Faça carinho, brinque e interaja com ele.
. Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.
. Animais fazem sujeira. Destine um espaço na residência para isso. Recolha e jogue os dejetos em local apropriado.
. Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses, ou órgão similar na sua cidade. Informe-se sobre a legislação do local. Se possível, recomenda-se uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).
. Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e as fêmeas. A castração é a único método definitivo no controle da procriação.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

7 vezes que seu cão disse "te amo", mas você não percebeu


Algumas atitudes do cotidiano podem parecer banais, mas são uma forma dos cachorros demonstrarem afeição. Veja 7 atitudes que seu cão pode ter dito para demonstrar todo este amor.

Ele te trouxe aquele brinquedo roído e fedorento, mas que é o preferido dele – Provavelmente, você pensou que seu cachorro estava apenas querendo brincar, não é? Em muitos casos, é isso mesmo. Mas, às vezes, ele pode estar te oferecendo um presente.

Ele terminou de jantar e deitou ao seu lado – Quando um cachorro gosta de se aconchegar no tutor mesmo estando com a barriga cheia, é um sinal de amor verdadeiro. Isso significa que ele não se interessa por você apenas por causa da comida.

Ele boceja logo depois de você – Esse fenômeno de bocejo contagioso é um sinal de empatia entre os humanos. E um estudo comprovou que nossos cães também fazem isso.

Ele continua deitado e mal levanta a cabeça quando você sai pra trabalhar – Você pode até pensar que o cachorro não se importa, mas isso demonstra que ele confia em você e sabe que vai voltar.

Empolgação quando você chega em casa – O momento da chegada costuma ser bem diferente, o cão não consegue conter a alegria de ter sua companhia novamente.

Ele deita no meio da sua cama e ocupa todo o espaço – Isso demonstra que o cão quer ficar perto de você e um grande símbolo de lealdade. Quer dizer que ele te considera como parte da matilha.

Aproveita cada segundo de amor que você dá para ele – Quando você dá carinho e atenção, seu cachorro adora.