terça-feira, 24 de setembro de 2019

Como os cachorros entendem nossos sentimentos?


Para os tutores de cachorros não há dúvidas: os cães são capazes de entender nossos sentimentos e emoções. Porém, é realmente possível afirmarmos isso? De acordo com algumas pesquisas já realizadas, sim.

Cada vez mais estudos têm comprovado que os cães realmente têm habilidades para compreender as emoções humanas. Para isso, eles utilizam seus sentidos. Entenda como esse fenômeno ocorre.

Como os cachorros são capazes de entender os sentimentos humanos?

Segundo pesquisas realizadas, os cães usam seus sentidos para compreender como os humanos se sentem. De acordo com um estudo realizado na Hungria, por exemplo, os cientistas descobriram que os cachorros conseguem, ao escutar sons de choro e risada de seres humanos, diferenciar essas emoções e como nos sentimos.

Além disso, outro estudo, desta vez realizado em Viena, indica que os cachorros também conseguem saber se estamos felizes ou tristes só ao observar as nossas expressões faciais.

Por que a relação entre humanos e cães é tão forte?

A relação entre humanos e cães existe desde muito tempo. Muito antes dos humanos aprenderem a plantar, antes deles começarem a se estabelecer em um só lugar, quando eram caçadores nômades, homens e cães já se relacionavam.

Há muitos anos cientistas tentam entender como essa relação começou: se foram os homens que domesticaram os cães ou se os cachorros que se aproximaram dos humanos para conseguirem alimento e outras mordomias com mais facilidade.  Devido a essa dúvida, alguns cientistas questionam o sentimento de amor e lealdade que o melhor amigo do homem tem em relação ao seu dono.

A resposta definitiva para esses questionamentos a ciência ainda não tem, mas estudos comprovam que os cães, assim como os humanos, produzem um hormônio chamado oxitocina, também conhecido como o hormônio do amor, quando passam cerca de 10 minutos juntos. Além disso, também se sabe que, ao sentirem cheiros que tenham relação com seus donos, os cachorros experimentam sensações de bem estar.

Ou seja, essas pesquisas mostram que, não importa o que levou cães e homens a começarem a se relacionar no passado, hoje em dia os cachorros sentem, de fato, amor por seus donos e nutrem por eles um forte sentimento de lealdade.

Como entender os sentimentos do seu cão?

Bom, já que nossos animaizinhos são tão atenciosos e buscam entender o que estamos sentindo, como nós humanos podemos retribuir e também compreender as emoções de nossos cães? Veja como a seguir:

Felicidade

Além de abanar o rabo quando estão contentes, você sabia que os cachorros podem rir? Uma pesquisa da Universidade de Serra Nevada descobriu que, ao brincar, algumas vezes os cães respiram e exalam o ar de forma diferente do normal. Ao reproduzir esse som para outros cachorros, eles ficavam mais dispostos a brincar.

Vergonha

No geral, os donos quase sempre sabem quando seus cachorros fizeram algo errado ao observarem a postura dos animais: cabeça baixa, rabo entre as patas, olhar triste, etc. Geralmente, associamos esse comportamento ao sentimento de culpa ou de vergonha.

Porém, essa postura indica submissão, que muitas vezes ocorro por ansiedade e medo de ser repreendido. Com essa atitude, o cachorro tenta te deixar mais calmo demonstrando que irá te obedecer.

Tristeza

Quando os cães ficam muito tristes, em uma situação de luto, por exemplo, eles demonstram sua emoção nos seguintes comportamentos: perda de apetite; apatia; muito ou pouco sono; ansiedade.

Ao conhecer e entende melhor seu cão, a relação entre vocês dois tende a se tornar muito mais forte e melhor.

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Meu pet não quer comer, o que fazer?


Quando não ocorre com frequência, a falta de apetite do pet é considerada normal. Isso pode acontecer por diversas razões: não gostou da ração, o clima está muito quente ou está com saudade do dono. Entretanto, se esse comportamento se estende para uma ou duas das refeições, ficando um ou até mesmo dois dias seguidos sem se alimentar, pode indicar alguma doença. Diante dessa situação, o que fazer? É o que explicaremos a seguir. Continue a leitura!
 

Apetite seletivo x Falta de apetite

Alguns tutores ficam preocupados quando seu pet deixa de se alimentar, porém vale lembrar que algumas raças são seletivas na hora de comer e nem sempre é falta de apetite. Os pets de pequeno porte costumam ser os mais seletivos, enquanto os de porte grande são mais comilões. O ideal é estabelecer um horário para dar a comida ao peludo e não exagerar nos petiscos para evitar que ele pule as refeições.
 

Problemas de saúde

Se o seu pet não está se alimentando por vários dias seguidos é preciso levá-lo ao veterinário, pois esse comportamento pode estar relacionado a alguma doença. Se for algum problema de saúde, seu bichinho rejeitará qualquer alimento e apresentará febre ou diarréia. Outra possibilidade para a falta de apetite são problemas dentários, como infecções na gengiva ou dor no dente. Contudo, é preciso levar o seu animal de estimação ao veterinário para que seja feita uma avaliação e o profissional possa lhe orientar da melhor maneira possível.
 

Enjoado das mesmas refeições

É normal que o pet deixe de se alimentar quando o sabor da ração não o agrada ou quando lhe é servido sempre a mesma coisa. Para que isso não ocorra, é preciso variar os sabores, utilizando sempre a mesma marca com a qual ele já está habituado. De forma alguma misture a ração com uma outra, pois ele pode rejeitá-la. Há alguns alimentos que você pode incluir nas refeições do seu animal como frutas, legumes e petiscos de maneira moderada para variar no cardápio, assim, ele não enjoará das refeições.
 

Mudanças na rotina

Outro fator que pode contribuir para a falta de apetite do seu animal de estimação são as mudanças no dia a dia. A chegada ou a partida de pessoas na sua casa ou levá-lo consigo para a residência de algum familiar podem deixá-lo sem vontade de se alimentar. Outro motivo para o seu pet deixar de comer são as altas temperaturas. Contudo, esse comportamento costuma durar somente um dia. Se isso ocorrer por vários dias seguidos, pode indicar algum problema de saúde, sendo recomendado levá-lo ao veterinário.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Kit de primeiros socorros para pets: faça você mesmo


Ter um bom kit de primeiros socorros para pets é um ponto positivo no cuidado dos nossos animais de estimação. A seguir, descubra tudo que você precisa saber para montar um para o seu bichinho.

Prevenir é melhor do que remediar. Isso também vale para os nossos animais de estimação. Às vezes é inevitável que eles se machuquem, mas, felizmente, um simples kit de primeiros socorros para pets pode ser uma solução rápida para pequenos problemas de saúde.

Por que é importante ter um kit de primeiros socorros?

Como já mencionamos, os animais podem sofrer acidentes, seja em casa ou na rua. Durante o dia a dia, nossos bichinhos estão expostos a diferentes situações que podem representar um risco para a sua saúde. Entre elas, podemos destacar:

. Cortes, em casa ou na rua. Dependendo da gravidade, eles podem provocar sangramentos.
. Queimaduras.
. Mordidas, por acidente ou por confronto com outros animais.
. Asfixia, indisposição intestinal ou intoxicação.
. Quedas ou traumatismos causados, por exemplo, por atropelamentos.

Para muitas dessas situações, um kit de primeiros socorros é um ótimo aliado. No entanto, é preciso ter em mente que esse kit de primeiros socorros não substitui a consulta com um veterinário.

Além disso, é altamente recomendável que todos os produtos do kit — especialmente produtos farmacêuticos — sejam aprovados para uso veterinário.

O essencial em um kit de primeiros socorros

Para fazer um kit básico, precisamos dos seguintes produtos:

. Luvas de látex: assim, garantimos um grau extra de higiene.
. Gaze, fita e ataduras: muito úteis quando ocorrem cortes, feridas e sangramentos.
. Soro fisiológico: para limpar a área dos olhos e as feridas.
. Tesoura.
. Termômetro retal.
. Pomadas: podem ser úteis no tratamento de picadas e reações alérgicas. Este tipo de produto costuma ser receitado após uma consulta com o veterinário.

Assim, podemos lidar com pequenos acidentes que nossos animais de estimação possam sofrer. Dessa forma, é possível curá-los completamente ou controlar a situação provisoriamente enquanto procuramos um veterinário.

Produtos adicionais

O kit de primeiros socorros pode ser complementado com alguns elementos mais específicos, que geralmente dependem do animal de estimação de cada um. Alguns deles são:

. Pinça especial para remover carrapatos.
. Cortadores de unhas.
. Produtos de limpeza para os ouvidos, muito apropriados no caso dos cães.
. Protetor de almofadas, caso o animal sofra algum tipo de irritação com tecidos.
. Indutor de vômito, que pode ser de grande ajuda para envenenamentos.
. Produtos antiparasitários específicos: além de proteger o cão com coleiras ou ampolas, recomenda-se sempre uma proteção extra, como uma coleira extra ou um spray antiparasitário.

Por fim, algo importante, como dissemos, é que você consulte seu veterinário para garantir que tudo no kit seja adequado para o seu animal de estimação. Além disso, para garantir rapidez no momento de emergência, coloque o kit em um local de fácil acesso, mas seguro.

Manter o kit arrumado ajuda a encontrar as coisas mais rapidamente. Você pode usar uma caixa ou pasta com compartimentos e distribuir os diferentes produtos de acordo com o tipo de uso. Uma boa ideia é ter um segundo kit, caso vá viajar com seu animal de estimação.

Verifique se tudo que está contido no kit está dentro do prazo de validade. Essa revisão periódica é fundamental no caso de medicamentos, seja para uso tópico ou oral.

Por último, mas não menos importante, mantenha sempre uma folha de papel ou um arquivo no celular com os números de emergência veterinária listados.

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Adoção Responsável - O que você precisa saber antes de adotar um pet


Adotar um animal de estimação é tudo de bom, mas é preciso planejar e analisar bem todas as questões antes de dar um novo lar a um pet.

Quem pensa em adotar um pet precisa estar ciente de que a atitude requer várias ações e planejamento antes de vir a dar um novo lar para um animal de estimação abandonado. Com isso, trouxemos hoje algumas dicas para você deixar todo esse processo o mais tranquilo possível, tanto para você quanto para o pet.

Antes de mais nada avalie se as suas condições de vida possibilitam a chegada de um novo integrante. Sua casa/apartamento tem espaço? É seguro para um animal (seja ele cão ou gato)? Todos que vivem na casa estão de acordo? Financeiramente é viável? Você pode se comprometer a cuidar e zelar pela vida desse pet? - Essas são algumas das perguntas que você precisa fazer a si mesmo para saber se realmente pode adotar. A adoção responsável é de suma importância, pois sem ela ocorrem os diversos casos de abandono de animais nas ruas ou até casos de maus tratos.

Se as respostas foram todas sim, agora é a hora de procurar por seu novo amiguinho. Associações como As Protetoras realizam o acolhimento e resgate de animais, cuidam da castração, primeira ida ao veterinário e muitas vezes da vacinação dos pets que estão esperando por uma nova família. Antes de adotar você precisa saber como está o estado de saúde do cachorro ou gato, carteira de vacinas, castração e outras observações importantes. Não escolher o pet por impulso é muito importante também, lembre-se sempre das suas condições. Caso o animal que você escolheu adotar não esteja vacinado ou castrado, você tem a opção de arcar com os valores antes de levar o seu amiguinho de quatro patas para casa.

Com toda a questão de saúde e documentação do seu pet acertada, é hora de habituar o novo integrante da família no novo lar. Isso consiste em adaptar a casa para o animal (caso seja filhote ou possua alguma deficiência, evite objetos ou coisas que possam machucá-lo), decidir quem vai ser responsável por ele na maior parte do tempo ou em eventuais viagens, onde ele irá ficar (cada animal precisa de um lugar para dormir, comer e fazer suas necessidades) para que ele possa se acostumar a uma rotina.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Animais de estimação ajudam a combater a depressão


Para quem sofre de depressão, ter um animal de estimação pode ser um ótimo remédio. Afinal, possuir esse amigo ao lado faz muito bem para a saúde física e mental. Apesar de estudos revelarem que o transtorno é mais frequente entre as mulheres, o problema atinge pessoas de qualquer sexo e idade. A sensação é de uma infelicidade crônica. Isso afeta a capacidade de produzir as atividades rotineiras com prazer e aumenta o risco de doenças cardíacas.

E é aí que ter um animalzinho é uma decisão positiva. O convívio diário reduz os níveis de triglicérides e colesterol e faz bem ao coração. Com isso, as pessoas vivem mais, além de deixar a casa mais alegre.

Interação

Todo “bichinho” precisa se movimentar. Brincar e cuidar de um pet eleva os níveis de serotonina e dopamina, que estão ligados à sensação de bem-estar. Ao contrário dos gatos, os cachorros têm necessidade de passear. Com isso, o tutor ou dono ao fazer caminhadas pratica uma atividade física naturalmente. Os exercícios liberam endorfinas que aliviam os sintomas da doença.

Afinal, ter um pet ajuda a realizar mudanças comportamentais, protege o organismo contra doenças e a vida se torna muito mais saudável. De acordo com especialistas, eles têm a capacidade de afastar pensamentos negativos, acabar com a angústia, tristeza e solidão.

Por isso, pessoas que vivem sozinhas são as mais beneficiadas com a companhia de um animal. O amigo peludo é capaz de preencher um vazio deixado por outra pessoa. Aliás, favorece o contato social. Para as pessoas tímidas, melhora a comunicação.

Crianças

Algumas pesquisas mostram que os animais de estimação também trazem benefícios para as crianças, principalmente, para as autistas. O bichinho combate estresse, melhora o aprendizado, controla o impulso e a agressividade e reduz as frustrações. Aprender a se conectar primeiro com um cão ou gato pode estimular uma criança autista em suas interações com outras pessoas. O convívio antes de um ano de idade também reduz o risco de desenvolver alergias.

Decisão

Na hora de escolher, não importa qual o pet. Pode ser um peixe ou até um passarinho. Mas é importante considerar que o cachorro é o mais indicado para quem tem depressão. Os depressivos precisam de um animal muito mais companheiro e amoroso. Os gatos, por exemplo, são independentes e gostam de ficar sozinhos. O local onde moramos (casa ou apartamento), o tempo livre e a personalidade são fatores indispensáveis na escolha.

Para quem não pode ter um bichinho, a dica é frequentar um abrigo ou ajudar com trabalho voluntário em uma ONG. Se ainda assim não puder, visite um amigo ou parente que tenha um amigo peludo em casa.

Dicas

Confira outras dicas que podem facilitar a escolha do cãozinho certo:

- Ele vai envelhecer, parar de brincar e ficar doente. Portanto, nada de comprar ou adotar por impulso.

- Escolha o cão de acordo com a sua personalidade e estilo de vida. Se vive correndo, prefira um de porte pequeno e que não tenha a necessidade de longos passeios e cuidados constantes.  

- Pesquise tudo o que puder sobre a raça (temperamento e comportamento) que mais combina. Assim, evita frustrações. Um pug, por exemplo, é fofo e adora um colo, mas são preguiçosos e sofrem com problemas respiratórios.

- Quem mora em apartamento, o recomendado é ter um de pequeno a médio porte e que não seja muito ativo para não destruir a casa.

- Para os idosos, o ideal é um pet adulto. É mais fácil de cuidar e o amor não vai mudar. E para as crianças, o melhor são os cães pequenos.

- Eles precisam ter um cantinho, com caminha, potes de água e comida e objetos exclusivos.

- Quem é alérgico não precisa se privar do convívio de um pet. Escolha uma raça que não solte muito pelo, como o poodle.

- Quem tem tempo e disposição para se dedicar a brincadeiras e passeios, o beagle e o labrador são raças perfeitas.

- Ao invés de comprar um, que tal adotar um “amigo de quatro patas”? Diversos cães e gatos estão à disposição em busca de um tutor responsável. Para encontrar um é fácil. Basta uma pesquisa rápida na internet para identificar uma feira de doações ou entidade responsável em sua cidade.

Resumindo: o que vale é escolher um animalzinho que esteja ao seu lado e que te deixe feliz.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Arranhador: um passatempo necessário para os gatos


Um dos itens obrigatórios na casa de quem tem gatos é o arranhador! Geralmente, ele já faz parte do enxoval de chegada do gatinho, mas, com o passar do tempo, pode ser esquecido no canto dando lugar às arranhaduras em móveis e estofados.

Ao falar em arranhadores, é necessário levar em conta os hábitos da espécie e de cada animal, especificamente.

Existem muitos tipos de arranhadores no mercado e muitas formas de confeccioná-los em casa, o que pode salvar seus móveis. Para isso, preste atenção na altura do passatempo: para gatos filhotes, o poste pequeno pode funcionar, mas, ao crescer, o gatinho sentirá necessidade de se alongar e agarrar com as patas, portanto, precisará de um poste alto, que permita essa posição (arranhadores que tenham entre 90 centímetros e um metro de altura têm mais chances de fazer sucesso).

Outro ponto superimportante é a localização onde o arranhador ficará, ele deve favorecer as arranhadas.

Normalmente gatos arranham os objetos como forma de marcar território de maneira visual e olfativa, já que odores são expelidos pelas glândulas dos coxins (as almofadinhas das patas). Isso quer dizer que precisam que sua marca seja percebida. Então, naturalmente procuram locais de passagem ou onde há muito fluxo de pessoas e outros animais.

Portanto, para o caso acima, não coloque o arranhador que você comprou com tanto amor e carinho naquele cômodo escondido da casa, pois lá ele não cumprirá a sua promessa. Com certeza o braço do sofá será bem mais atrativo.

O arranhador deve ficar onde o gato demonstra mais interesse em demarcar. Exemplo: se acontece no sofá, posicione o arranhador próximo desse local. As chances de o brinquedo ser usado aumentarão muito dessa forma.

Outra questão importante é o material usado. Muitos gatos gostam das cordas de sisal, mas arranhadores de carpete, papelão ou mesmo superfícies de madeira podem ser ótimas opções. O ideal é variar os modelos e superfícies até que seja possível perceber qual é o preferido do seu gatinho.

Você pode comprar modelos prontos ou pode se arriscar a produzir alguns. Veja como são fáceis:

1. Revista um cano de PVC ou um cone de sinalização com sisal ou carpete (pode usar cola quente).

2. Utilize cavaletes de madeira bruta (sem nenhum tipo de tinta ou verniz).

3. Corte caixas de papelão em tiras iguais e cole umas nas outras de forma que as ondas do papelão fiquem aparentes (usar cola branca à base de água).

Em casas com mais de um gato, quanto mais arranhadores menor será o estresse dos animais, pois eles poderão delimitar suas marcações e manter a hierarquia do grupo. Com certeza esse enriquecimento ambiental, se bem utilizado, diminuirá consideravelmente as chances de os felinos destruírem suas mobílias.

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Como ensinar o seu cachorro a fazer xixi e cocô no tapete higiênico?


Uma das maiores preocupações dos tutores de cachorros é como ensinar o bichinho a fazer xixi e cocô no lugar certo. Essa é uma tarefa consideravelmente fácil, mas que exige paciência e dedicação. Durante o processo de aprendizagem, é possível que acidentes aconteçam. Mas, o importante é que, ao longo do tempo, você observe melhoras no comportamento do animal e, assim, você saberá que ele está entendendo o que você deseja que ele faça.

Para te ajudar com essa missão, preparamos algumas dicas valiosas. Confira!
Preparação da casa.

Escolha o local mais adequado

O primeiro passo para ensinar seu cachorro a fazer as necessidades no local correto é escolher um lugar adequado para ser o banheiro do bichinho.

Defina um local que não seja muito próximo do espaço onde o cãozinho irá dormir e se alimentar. Nesse espaço determinado, coloque o tapete higiênico.

Crie um banheiro do tamanho correto

Tenha em mente que a área determinada para o cão fazer suas necessidades deve ser grande o suficiente para ele entrar e dar voltas. Quando o espaço do banheiro do cachorro é pequeno, algumas vezes, mesmo indo ao local correto, o cachorro pode acabar fazendo xixi fora do tapetinho. Para resolver essa situação, cubra uma área maior com tapetes higiênicos.

Ensinando o cachorro a fazer xixi e cocô no tapete higiênico

A melhor maneira de ensinar um animal a se comportar como desejamos é recompensando-o quando ele age da forma esperada. Sendo assim, sempre que o seu cachorro fizer xixi e cocô no lugar certo, você deverá oferecer a ele um petisco, muito carinho e elogios.

Mas, para que ele entenda o que ele está fazendo que está te deixando feliz, você precisa agir na hora certa. Então, quando você levar seu cachorro para o banheiro ou ver ele indo até o local, fique com ele até que ele tenha terminado e, logo após ele fazer suas necessidades, você deve recompensá-lo.

Repita essa ação sempre que ver seu cachorro usando o banheiro da forma certa e, com o tempo, ele irá entender que é isso que você espera dele.

E se ele fizer as necessidades no lugar errado?

Todo processo de aprendizagem leva um tempo e, até que o cãozinho entenda certinho onde ele pode fazer xixi e cocô, acidentes podem acontecer.

Caso seu cachorro acabe fazendo as necessidades no lugar errado, não brigue com ele, pois você pode assustá-lo e ele pode começar a fazer xixi e cocô escondido. Também não dê bronca no bichinho se você chegar em casa e encontrar um xixi fora do lugar, pois ele nem saberá o motivo pelo o qual você está bravo com ele.

Como evitar que o cachorro faça xixi e cocô fora do tapetinho?

A melhor forma de evitar surpresas desagradáveis é sempre se adiantar e levar o animal para fazer xixi e cocô antes que ele tenha vontade e faça no lugar errado. Para isso, você pode:

1) Levar o animal várias vezes até o tapetinho durante o dia

Sempre que você perceber que seu cachorro está há um bom tempo sem ir ao banheiro, você pode levá-lo até o tapetinho e ficar um tempo com ele para ver se ele faz suas necessidades.

2) Atenção com os principais horários

Cachorros normalmente têm vontade de fazer xixi e cocô logo depois que comem, depois que acordam de uma soneca e quando fazem uma atividade física ou brincam muito. Sabendo disso, leve seu cãozinho até o tapetinho depois dessas atividades para que ele faça sempre no local correto.

3) Fique atento aos sinais

Já reparou que antes de fazer xixi e cocô os cachorros cheiram o chão e ficando dando voltas em torno de si? Então, sempre que ver seu cachorro dando sinais de que irá se aliviar você pode pegá-lo e conduzi-lo até o seu banheiro para que ele possa fazer o que precisa no tapete higiênico.

4) Deixe mais de um local à disposição do animal

Cachorro filhotes e idosos não conseguem segurar o xixi por tanto tempo e, muitas vezes, o local escolhido por você como o banheiro do cachorro pode estar longe de onde o animal está brincando ou descansando. Para evitar acidentes, você pode deixar sempre um tapetinho higiênico perto do local onde o cãozinho está passando o tempo ou em mais de um lugar da casa.

5) Mantenha a higiene sempre

Ninguém gosta de usar um banheiro sujo, nem o seu cãozinho. Por isso, troque o tapetinho sempre depois que o cachorro utiliza, assim você evita que ele procure outro lugar para fazer suas necessidades.