sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Veterinária explica como cuidar de animais de estimação para evitar doenças em dias frios

 
Baixas temperaturas podem agravar problemas respiratórios ou de articulação, segundo a especialista; veja como aquecer gatos e cachorros, em período de dias gelados.

A previsão de queda brusca nas temperaturas em todo o Paraná, nesta semana, aumentou o alerta de moradores de várias regiões para os cuidados necessários com os dias frios. Quem possui animais de estimação também precisa ficar atento.

A veterinária Luiza Abramides comenta que a preocupação é maior com filhotes e animais mais velhos, que têm maior dificuldade de controlar a temperatura corporal, mas que cães e gatos de todas as idades precisam de aquecimento.

Segundo a especialista, a exposição dos animais a temperaturas muito baixas pode agravar doenças como problemas respiratórios e de articulação.

"Os respiratórios não só por conta do frio, mas também por conta do frio. Também há os problemas articulares que, no inverno, pioram um pouco", disse.

Veja, abaixo, dicas para garantir o bem-estar dos animais de estimação em dias frios.

Passeio

. Evite passear com o animal em horários em que as temperaturas estão mais baixas, como o início da manhã ou o fim da tarde.

Aqueça

. Se o animal é mantido no quintal, cubra a casinha com uma lona, para proteger do vento e da umidade. Forre o interior da casinha com papelão e cobertores;
. Dentro de casa, priorize o uso de caminhas e cobertas.

Hidratação

. Estimule o consumo de água, distribuindo mais potes pela casa e fazendo uso de fontes, que mantêm a água em movimento.

Roupas

. As roupinhas, segundo a especialista, também podem ajudar, mas é preciso ficar atento para perceber se o animal vai se adaptar. É importante se atentar ao tipo de material da roupinha e ao tempo de uso.

"Cuidar para não deixar muito tempo a roupinha. Apesar de ter alguns animais que sentem bastante frio, deixar muito tempo pode predispor a seborréia, dermatite e outros problemas", comenta Luiza.

De acordo com a veterinária, também é importante cuidar bem da alimentação, além de dar carinho e atenção.


quinta-feira, 19 de março de 2020

Enriquecimento ambiental para gatos


Os gatos estão se tornando pets cada vez mais comuns em um mundo que era praticamente dominado por cães. Muitos tutores estão dando preferência aos bichanos por serem mais independentes e mais fáceis de cuidar, assim como outros preferem inserir um gato a uma família que já tenha um cão.

Mas será que seu gato tem a atividade diária que precisa?

Fala-se muito em enriquecimento ambiental para cães, principalmente nos dias de hoje em que eles passam a maior parte do dia sozinhos, mas é muito importante ter um ambiente preparado para seu gato, uma vez que eles ficam 100% do tempo confinados, diferentemente dos cães, que possuem rotinas de passeios.

Alguns acham que basta água, comida e caixa de areia, certo? Errado! Esse artigo traz algumas dicas bacanas para garantir que o dia a dia do seu gatinho tenha atividades suficientes para ele.

Dicas

O ideal é criar uma rotina diária de brincadeira. Ainda há muito mais opções para cães no mercado, mas já tem bastante brinquedo legal para os bichanos também. Varinhas com penas na ponta, bolinhas com guizo e pelúcias com erva-do-gato são os mais comuns e, normalmente, eles adoram! E alguns desses, ele pode interagir quando estiver sozinho também.

Esconder ração e petiscos em brinquedos é excelente, estimula seu instinto de caça e é um ótimo exercício físico. Lembre-se de que gatos ficam frustrados quando não consegue pegar a “caça” e tendem a desistir, por isso, sempre termine a brincadeira com ele agarrando o brinquedo com a pata ou mordendo.

Gatos são animais verticais, então, instalar prateleiras pela casa e colocar sua caminha, água, comida e até a caixa de areia no alto ajudam a estimular a utilização dessas prateleiras. Outra opção mais econômica são os arranhadores com prateleiras e tocas.

Falando nisso, ter diferentes arranhadores pela casa auxilia na movimentação de seu corpo e ajuda a conservar os móveis. Não se esqueça de colocar o arranhador em um lugar elevado. Para todas as opções, vale testar como seu gato reage à erva-de-gato e espalhar um pouco nas prateleiras, brinquedos e arranhadores, assim a brincadeira fica ainda mais divertida.

Outra opção legal é o adestramento utilizando petiscos ou sachês. Com eles, é possível ensinar seu bichano a entrar e ficar tranquilo em uma caixa de transporte, se deixar escovar, brincar sem morder, entre outras coisas.

O adestramento garante um aprendizado divertido e também conta como exercício físico.

Por fim, gatos adoram se esconder, então o ideal é ter uma toca onde ele se sinta seguro e confortável. Pode ser uma toca comprida, uma caixa de transporte ou até a famosa caixa de papelão, que eles adoram!

Seguindo algumas dessas dicas, você garantirá que seu gatinho tem os exercícios e estímulos necessários, tornando-se assim um bichinho mais feliz!

Por: Maria Fernanda Modaneze, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

terça-feira, 3 de março de 2020

Gatos: quais são os fatos mais curiosos sobre os felinos?


Ao lado do cachorro, o gato é o animal doméstico mais popular do mundo. E embora a companhia dos felinos seja algo tão comum em diferentes tipos de culturas, nossos amiguinhos felinos são cercados de misticismo e muito mistério em torno de seus hábitos. Se você ama gatos e está considerando trazer um para a sua família, confira abaixo algumas curiosidades sobre eles.

É possível adestrar gatos?

Há um senso comum de que gatos não podem ser adestrados, mas isso é um grande mito. A tarefa exige um pouco mais de tempo e paciência do que seria necessário para adestrar um cão, por exemplo.

Gato precisa tomar banho?

Afinal, o famoso “banho de língua” é suficiente para os felinos? A resposta é não. De um modo geral, os gatos são bem higiênicos, o banho que eles mesmo se dão com a língua áspera é importante para retirar pelos soltos, mas não é eficiente como um banho com água e sabonete próprio. Sobre a frequência do banho, o ideal é consultar o veterinário do seu gato porque isso é muito relativo para cada animal. Além disso, é importante que a água esteja morna e que o banho seja dado individualmente, para evitar o estresse do bichano.

O que o gato faz durante o dia?

Sabe aquela sonequinha pós-almoço? Não tem nada que os gatos apreciem mais do que isso! Aliás, eles podem dormir de 15 a 20 horas por dia. Ainda que sejam domésticos, os gatos mantém a fisiologia de um predador. Sendo assim, adotam hábitos noturnos: dormem mais durante o dia e usam a noite para caçar.

O gato se apega mais à casa do que ao dono?

Esse é um dos maiores mitos em relação ao gato. De um modo geral, como os felinos têm um modo mais independente e demonstram afeto de uma maneira diferente em relação aos cachorros, por exemplo, muito humanos interpretam isso como falta de apego. Mas essa crença não é real, gatos se apegam a seus donos e podem até ficar estressados quando eles se ausentam por muito tempo. Quanto à casa, ela é o local que os gatos identificam como seu território. Por isso, quando há mudança de imóvel, é interessante mantê-los dentro da casa durante um tempo para que eles identifiquem o novo espaço como lar, em vez de fugirem em busca da casa anterior.

Por que gatos usam a caixa de areia como banheiro?

Gatos são conhecidos por serem muito higiênicos, mas o uso da caixa de areia não é por higiene – ao contrário do que muitos pensam. Mesmo sendo domésticos, gatos ainda mantém alguns instintos de animais selvagens. Como cada um possui seu odor natural, eles escondem a urina e as fezes na areia por receio de serem encontrados por predadores.

Como o gato demonstra afeto?

Um modo curioso de demonstrar afeto está relacionado às ligações que os gatos ainda possuem com seus ancestrais selvagens. Não se espante se o seu gato lhe der de “presente” um passarinho, um rato ou qualquer animal pequeno que tenha caçado. Isso é uma forma de demonstrar que ele se importa com você.

Gatos precisam passear?

Sim! Por mais que isso possa parecer estranho para donos de primeira viagem, assim como os cachorros, os gatos também gostam de explorar o que há fora da residência. No entanto, por serem mais reservados, é importante adotar alguns cuidados para evitar que seu animal fique estressado.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

10 curiosidades que você não sabe sobre os gatos


De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o mercado pet brasileiro é o segundo maior do mundo em faturamento, atrás apenas da China. Boa parte deste crescimento está relacionado ao aumento da população de animais de estimação nos lares, sobretudo de gatos que, em seis anos, cresceu mais que o dobro do que a de cães.

Os brasileiros estão cada vez mais gateiros e os dados comprovam: já são mais de 22 milhões de gatos no país, e a expectativa é ultrapassar 30 milhões até 2022, segundo dados do IBGE.

Além de serem animais inteligentes e amorosos, o aumento da população de felinos aconteceu também devido à mudança no estilo de vida das pessoas: independência e fácil adaptação a ambientes pequenos são alguns dos fatores que têm levado o brasileiro a se interessar e optar cada vez mais pelos bichanos.

Com este crescimento, é preciso informação para que se realize a guarda responsável. Uma pesquisa recente realizada pela ROYAL CANIN®, marca líder em alimentação super premium para gatos e cães, descobriu que, embora 45% dos tutores de gatos os considerem como um membro da família, metade deles adiam a visita ao consultório veterinário. O dado é preocupante, uma vez que atrasa a identificação de um possível problema. Visando mudar essa realidade, a marca lançou a campanha “Meu Gato no Vet”, para conscientizar tutores sobre a importância da visita periódica ao Médico-Veterinário.

No dia 17 de fevereiro é comemorado o Dia Mundial do Gato e, para homenageá-los, a Médica-Veterinária Natália Lopes, Líder de Comunicação Científica da Royal Canin Brasil, elencou 10 curiosidades sobre os felinos para um melhor entendimento da espécie:

Reis do deserto

1.  A domesticação dos gatos começou a ocorrer a partir de 7.500a.C. Os primeiros fosseis foram encontrados em uma região desértica, no norte da África. Esse fato explica muito sobre a fisiologia urinária dos felinos – em um ambiente com escassez hídrica, o organismo concentra a urina e ele é capaz de sobreviver com pouca ingestão de água. Esse fato explica os gatos atuais ainda beberem pouca água e concentrarem a urina.

Visão além do alcance

2.  Gatos possuem visão tridimensional e noturna, fator que garante que sejam exímios caçadores. Hoje, o comportamento de caçar mesmo sem ter fome é um reflexo da sua ancestralidade.  

Não gosto, não como

3.  O paladar dos gatos é menos desenvolvido se comparado aos cães e aos humanos: possuem aproximadamente 475 receptores gustativos, enquanto os cães têm 1.700 e os humanos 9.000. Gatos também não sentem o sabor doce.          

Nariz sensível

4.   O olfato, diferente do paladar, é bem desenvolvido, e é o primeiro sentido que atrai o gato para o alimento. Depois do olfato, os gatos poderão mostrar preferência pela sensação do alimento na boca, provocada pelo tamanho, forma, textura e sabor.        

Orelhão

5.   A audição dos felinos é bastante aguçada e melhor que a de um cão.  Eles têm capacidade de orientar o ouvido na direção do som, pois contam com 32 músculos na região, enquanto cães tem cerca de 18 e os humanos têm apenas 6. Esse sentido é um fator-chave para seu comportamento alimentar de caça.

Fofura

6.  A infância do gato é dividida em duas fases distintas: a primeira, que vai até os 4 meses e se caracteriza por um crescimento intenso, quando ele adquire até 50% do peso que terá quando adulto. A segunda vai dos 4 meses a 1 ano, e se caracteriza por um crescimento mais harmonioso.    

Véio rabugento

7.   A fase madura se inicia aos 7 anos. A partir dos 12 anos, ele entra no estágio senil.          

Socializando

8.   O período de socialização dos gatos ocorre em sua primeira fase de vida: esse é o momento para lhes apresentar, por exemplo, texturas diferentes de alimentos e colocá-lo em contato com outros animais.   

Comunicólogos  

9.   Os gatos se comunicam com seus tutores de diversas maneiras por meio do corpo, sons e gestos. Por exemplo, o ronronar pode representar submissão e contentamento, já o gesto de movimentar o rabo demonstra geralmente irritação, ao contrário dos cães, que costuma ser interpretado como satisfação.         

Apaixonantes 

10.  A paixão por gatos chama-se ailurofilia. O termo vem do grego, que significa gato + paixão.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Por Que Adotar É Tudo de Bom? – Veja 5 Motivos para Adotar um Pet!


Ter um animalzinho em casa é tudo de bom, mas adotar é melhor ainda!

Conheça alguns motivos para adotar um pet!

1. Companhia para todas as horas

Adotando um animal de estimação você passará a ter um companheirinho fiel para todos os momentos, que estará disposto a te dar todo amor do mundo! Tem coisa melhor?

2. Particularidades incríveis

Um pet adotado será único em suas características e com certeza cada um terá suas incríveis particularidades para te encantar de mil maneiras diferentes.

3. Amor incondicional! De graça!

É comum que os pets adotados sejam mais carinhosos e amorosos!
Eles estão sempre dispostos a retribuir nosso amor em lambeijos e companheirismo.

E o melhor, você não precisa pagar nada para isso.

4. Você estará ajudando a salvar uma vida

Adotar é mais que ganhar um companheiro, é uma maneira de salvar vidas!
Vidas estas que provavelmente já foram ou poderiam ter sido vítimas de abandono e/ou maus tratos.

5. Eles mudam nossas vidas

A adoção de animais muda vidas para melhor, para muito melhor!
Adotar um bichinho te ensinará sobre responsabilidade, paciência, respeito, gratidão e principalmente sobre muito amor!
É uma experiência única e muito valiosa que recomendo cem por cento!

Adotar é tudo de bom!

É importante destacar que independente da decisão de adotar ou comprar um animalzinho de estimação, é fundamental tomar todos os cuidados para uma posse responsável!

No caso da decisão pela compra de um animal, é indispensável assegurar–se de que os criadores e vendedores responsáveis pela reprodução dos pets são profissionais certificados.

Isto é, que se atentam para o bem estar dos animais, conhecem a fundo sobre cruzamentos e genética, tomam medidas para prevenção de doenças e que fornecem alimentação de qualidade para as cadelas ou gatas matrizes e seus filhotes, entre outros cuidados necessários.

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Animais de estimação necessitam passar por exames de rotina


Você sabia que os exames de rotina não são restritos ao seres humanos? Isso mesmo! Afinal, o seu amigo de quatro patas também precisa ser submetido a testes clínicos de tempos em tempos. O intuito dessas avaliações é identificar com antecedência as possíveis enfermidades e definir uma rotina de visitas ao médico veterinário.

Sendo assim, os tutores podem ter um zelo mais organizado referente aos seus animais. Além disso, uma consulta pode ajudar nos procedimentos a fim de levar o seu bichinho nas viagens de férias. Isso porque essas ações são essenciais para assegurar o bem-estar do seu melhor amigo peludo.

De modo geral, os exames de rotina do seu mascote devem ocorrer com regularidade. Neste caso, o check-up é um dos testes mais relevantes. Uma vez que pode revelar qualquer problema enfrentado pelo organismo do seu cachorro.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Pets como presente de Natal? Veterinário lista os prós e os contras


Ganhar um animal de estimação no Natal pode ser uma surpresa incrível para os apaixonados por pet. Muitas crianças, inclusive, pedem bichinhos nesta época do ano, na esperança de comover e convencer os adultos. No entanto, alguns fatores devem ser levados em consideração antes da adoção ou compra. Sem o consentimento prévio da pessoa que vai cuidar do animal, esta decisão é muito arriscada.

Além das inúmeras responsabilidades que o tutor tem no dia a dia, o bichinho dependerá exclusivamente de seus donos para ficar bem e com saúde. É muito importante saber se quem o receberá dispõe das condições básicas necessárias para cuidar desse animal. Um local apropriado, recursos para alimentação e cuidados veterinários, disponibilidade de tempo para exercícios e higiene do pet são requisitos básicos.

Responsabilidades e tempo médio de vida dos bichos devem ser levados em conta antes da compra ou adoção.

A convivência com crianças, de acordo com o veterinário, é benéfica aos animais, já que as brincadeiras são necessárias para o bem-estar físico e emocional dos pets. Porém, é preciso lembrar que elas não são capazes de assumir todas as responsabilidades inerentes aos tutores. Os pais precisam estar conscientes de que dividiram essa responsabilidade com os filhos.

Com um tempo médio de vida entre 10 a 15 anos para cães e até 20 anos para gatos, é preciso ter cautela sobre a espécie a ser dada de presente, que deve ser compatível com a vida e condições dos futuros donos. Roedores, como o porquinho-da-índia, são uma boa escolha para quem vive em apartamentos ou casas pequenas e também para pessoas mais velhas.

Eles têm um tempo de vida menor em relação aos cães e gatos. Vivem de 6 a 8 anos. Se essas questões são adaptáveis ao novo integrante do lar, então este é o momento certo de presentear a pessoa que você ama e oferecer todo o apoio necessário na criação do animal.