sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Por Que Adotar É Tudo de Bom? – Veja 5 Motivos para Adotar um Pet!


Ter um animalzinho em casa é tudo de bom, mas adotar é melhor ainda!

Conheça alguns motivos para adotar um pet!

1. Companhia para todas as horas

Adotando um animal de estimação você passará a ter um companheirinho fiel para todos os momentos, que estará disposto a te dar todo amor do mundo! Tem coisa melhor?

2. Particularidades incríveis

Um pet adotado será único em suas características e com certeza cada um terá suas incríveis particularidades para te encantar de mil maneiras diferentes.

3. Amor incondicional! De graça!

É comum que os pets adotados sejam mais carinhosos e amorosos!
Eles estão sempre dispostos a retribuir nosso amor em lambeijos e companheirismo.

E o melhor, você não precisa pagar nada para isso.

4. Você estará ajudando a salvar uma vida

Adotar é mais que ganhar um companheiro, é uma maneira de salvar vidas!
Vidas estas que provavelmente já foram ou poderiam ter sido vítimas de abandono e/ou maus tratos.

5. Eles mudam nossas vidas

A adoção de animais muda vidas para melhor, para muito melhor!
Adotar um bichinho te ensinará sobre responsabilidade, paciência, respeito, gratidão e principalmente sobre muito amor!
É uma experiência única e muito valiosa que recomendo cem por cento!

Adotar é tudo de bom!

É importante destacar que independente da decisão de adotar ou comprar um animalzinho de estimação, é fundamental tomar todos os cuidados para uma posse responsável!

No caso da decisão pela compra de um animal, é indispensável assegurar–se de que os criadores e vendedores responsáveis pela reprodução dos pets são profissionais certificados.

Isto é, que se atentam para o bem estar dos animais, conhecem a fundo sobre cruzamentos e genética, tomam medidas para prevenção de doenças e que fornecem alimentação de qualidade para as cadelas ou gatas matrizes e seus filhotes, entre outros cuidados necessários.

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Animais de estimação necessitam passar por exames de rotina


Você sabia que os exames de rotina não são restritos ao seres humanos? Isso mesmo! Afinal, o seu amigo de quatro patas também precisa ser submetido a testes clínicos de tempos em tempos. O intuito dessas avaliações é identificar com antecedência as possíveis enfermidades e definir uma rotina de visitas ao médico veterinário.

Sendo assim, os tutores podem ter um zelo mais organizado referente aos seus animais. Além disso, uma consulta pode ajudar nos procedimentos a fim de levar o seu bichinho nas viagens de férias. Isso porque essas ações são essenciais para assegurar o bem-estar do seu melhor amigo peludo.

De modo geral, os exames de rotina do seu mascote devem ocorrer com regularidade. Neste caso, o check-up é um dos testes mais relevantes. Uma vez que pode revelar qualquer problema enfrentado pelo organismo do seu cachorro.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Pets como presente de Natal? Veterinário lista os prós e os contras


Ganhar um animal de estimação no Natal pode ser uma surpresa incrível para os apaixonados por pet. Muitas crianças, inclusive, pedem bichinhos nesta época do ano, na esperança de comover e convencer os adultos. No entanto, alguns fatores devem ser levados em consideração antes da adoção ou compra. Sem o consentimento prévio da pessoa que vai cuidar do animal, esta decisão é muito arriscada.

Além das inúmeras responsabilidades que o tutor tem no dia a dia, o bichinho dependerá exclusivamente de seus donos para ficar bem e com saúde. É muito importante saber se quem o receberá dispõe das condições básicas necessárias para cuidar desse animal. Um local apropriado, recursos para alimentação e cuidados veterinários, disponibilidade de tempo para exercícios e higiene do pet são requisitos básicos.

Responsabilidades e tempo médio de vida dos bichos devem ser levados em conta antes da compra ou adoção.

A convivência com crianças, de acordo com o veterinário, é benéfica aos animais, já que as brincadeiras são necessárias para o bem-estar físico e emocional dos pets. Porém, é preciso lembrar que elas não são capazes de assumir todas as responsabilidades inerentes aos tutores. Os pais precisam estar conscientes de que dividiram essa responsabilidade com os filhos.

Com um tempo médio de vida entre 10 a 15 anos para cães e até 20 anos para gatos, é preciso ter cautela sobre a espécie a ser dada de presente, que deve ser compatível com a vida e condições dos futuros donos. Roedores, como o porquinho-da-índia, são uma boa escolha para quem vive em apartamentos ou casas pequenas e também para pessoas mais velhas.

Eles têm um tempo de vida menor em relação aos cães e gatos. Vivem de 6 a 8 anos. Se essas questões são adaptáveis ao novo integrante do lar, então este é o momento certo de presentear a pessoa que você ama e oferecer todo o apoio necessário na criação do animal.

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Tudo o que você precisa saber para passear com pets em dias quentes


No calor excessivo alguns cuidados são necessários para garantir o bem-estar dos animais de estimação.

Faça chuva ou faça sol, os nossos companheiros de 4 patas precisam se exercitar regularmente para manter um estilo de vida saudável. No entanto, quando a temperatura aumenta, é preciso tomar alguns cuidados na hora de levar os pets para passear. Se o termômetro passa dos 22 °C a atenção já deve ser redobrada.

“Os cachorros não têm glândulas sudoríparas e transpiram através da salivação e patas. A temperatura deles demora mais tempo para diminuir, por isso é fundamentalestar atento para que a caminhada não se torne um motivo de preocupação”, afirma a médica veterinária Wendi Caetano, do CEVET – Hospital Veterinário.

Queimadura nas patas, desconforto, cansaço excessivo, desidratação e até hipertermia – quando a temperatura do corpo está mais alta do que o normal – são alguns problemas que podem acometer os pets em dias quentes. “O perigo aumenta dependendo da raça do seu pet. As chamadas braquicefálicas, ou seja, aquelas que possuem focinho achatado, como buldogues, pugs e gatos persas, sofrem ainda mais, já que possuem dificuldades respiratórias”, alerta Wendi.

Confira abaixo algumas dicas da especialista para manter o seu animal de estimação seguro durante os passeios de verão.

De olho no relógio

“Passeie com o seu cão ou gato nos momentos mais frescos do dia, pela manhã ou início da noite. Os melhores horários são antes das 10h e após às 16h”, recomenda. “Para se certificar de que o pet saia em segurança é possível utilizar a técnica dos 40 segundos: basta pressionar a palma da mão contra o chão durante este tempo. Caso você consiga mantê-la sem se queimar, o sinal está verde para passear”.É importante lembrar que as chamadas “almofadinhas” das patas dos filhotes podem não suportar a temperatura tão bem quanto as dos adultos.

Hidratação é indispensável

Durante o passeio é importante oferecer água limpa e fresca para que o pet se refresque e recupere o líquido perdido no trajeto. Caso ele não queira tomar, molhe a cabeça, pescoço, peito e virilha do animal.

Use filtro solar

Sim, você leu certo! Os peludos também precisam de protetor solar para sair nos dias quentes. Invista em um produto adequado para a pele do pet e aplique no focinho, patas e nas pontas das orelhas antes de sair de casa. “Animais albinos, com pelos brancos, pele clara ou descobertos precisam de mais atenção e é recomendado que o protetor seja passado em todo o corpo.”

Tosa curta é a mais recomendada

Os pelos atuam como isolantes térmicos e são capazes de proteger os pets de queimaduras no calor, mas o excesso faz com que a temperatura aumente e por isso a melhor opção é a tosa curta, mesmo que esteticamente não caia muito bem.

Fique atento aos sinais

Se o seu pet estiver ofegante em poucos minutos de caminhada, é um grande sinal de que está quente demais e é hora de voltar para casa. Se ele se recusar a andar ou estiver muito cansado, constantemente com a língua para fora, é importante fazer uma pausa com água fresca na sombra por alguns minutos até que a respiração volte ao normal. Caso o animal esteja babando, com a língua e gengivas pálidas e mucosas cinza-azuladas a situação é de risco e ele deve ser encaminhado imediatamente ao veterinário.

A quantidade de caminhadas varia

Você talvez já tenha se perguntado qual é a frequência ideal para passear com os pets em dias quentes. Wendi esclarece que isso está relacionado ao porte, temperamento e raça do animal de estimação. “Os mais ativos precisam passear mais para gastar energia, ao menos duas vezes ao dia. Já os mais calmos podem sair uma vez ao dia”.

Vacinar previne doenças

A vacinação não é capaz de evitar os danos causados pelo sol e calor, mas é essencial para prevenir doenças e parasitas devido ao contato com outros animais e pessoas durante os passeios diários. Leve o seu pet ao veterinário anualmente para deixar a carteirinha de vacinação sempre em dia.

Não deixe o pet sozinho no carro

Se o passeio vai ser de carro a recomendação é jamais deixar o animal sozinho dentro do automóvel.A temperatura pode atingir níveis altíssimos e ele pode não suportar. O carro esquenta rapidamente, mesmo quando não está tão quente. “Para se ter uma ideia, quando está a 22 °C do lado de fora, dentro de uma hora com as janelas fechadas a temperatura em um carro pode atingir 47 °C”, finaliza a médica veterinária.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Cinco dicas essenciais para instalação da rede de proteção em casa


Ter crianças e animais de estimação em casa exige algumas adaptações necessárias para garantir a segurança de todos. Uma dessas medidas é a instalação de uma rede de proteção nas janelas e varandas, principalmente em locais altos que ofereçam risco de quedas. Todo cuidado é pouco na hora de evitar acidentes. O importante é certificar-se da seriedade da empresa contratada, além de usar o material mais resistente às intempéries.

Mesmo que o morador não tenha filhos ou bichos, a tela também protege contra possíveis tombos que possam ocorrer próximos dos lugares altos. O designer de interiores Henrique Freneda reuniu cinco dicas que ajudarão a esclarecer as principais dúvidas sobre rede de proteção. “É imprescindível colocar a segurança e o conforto da sua família em primeiro lugar”, afirma.

Locais necessários:

É importante observar em quais lugares da casa ou do apartamento que a rede de proteção é necessária. Ela é muito utilizada em sacadas, varandas, mezaninos, escadas, parapeitos, janelas dos quartos, cozinhas e salas. “O mecanismo evita quedas de pessoas, animais e objetos, além de impedir a entrada de pássaros e morcegos dentro dos imóveis”, conta o profissional.

Materiais:

As telas podem ser feitas de dois materiais: Poliamida (nylon) e Polietileno. Cada uma possui características específicas. A primeira, que se assemelha a um tecido, não é impermeável, assim absorve água e impurezas externas. Por isso, ela é indicada para ambientes internos. Já o segundo é mais resistente e durável, sendo indicado para varandas e janelas.

Em apartamentos e casas no litoral, Henrique coloca uma terceira opção, a de inox, pois se mantém conservada apesar da umidade extrema, aumentando a vida útil da tela.

De acordo com a Norma Técnica Brasileira (NBR), as telas não podem ser de material reciclável. Além disso, devem suportar a propagação do fogo, aguentando temperaturas maiores que 50o C e com resistência de cargas de pressão longitudinal e transversal de 500 N/malha. Segurança em primeiro lugar!

Instalação:

“Não basta comprar o produto sem saber instalar e fazer os testes de qualidade”, conta Freneda. Para evitar dores de cabeça é preciso contratar empresas especializadas na instalação das redes de proteção. O mais importante durante este processo é tensionar corretamente as tramas para garantir a assistência contra quedas e acidentes.

Cada ambiente tem as suas especificações. Os pontos de fixação dos ganchos e buchas sofrem mudanças dependendo do material (estrutura metálica, alvenaria, madeira). Porém, a distância de, no máximo 35 cm, deve ser erespeitada rigorosamente.

Para verificar a idoneidade do serviço que será contratado, o aconselhável é verificar se a empresa está filiada a Abrasredes (Associação Brasileira de Empresas Técnicas em Instalação de Redes de Proteção e Segurança). Além de pedir referências e indicações de pessoas que já conheçam os profissionais.

Durante a instalação, quando as janelas ficarão abertas por muito tempo, crianças e animais não poderão estar próximos desses locais. “Depois desse processo é interessante pedir para o profissional fazer um teste e verificar se a rede está bem fixada”, ressalta o designer de interiores.

Durabilidade:

“Quanto menos exposta ao sol, maior será a durabilidade da rede de proteção”, alerta Henrique. Porém, os fabricantes devem assegurar, no mínimo três anos de inflexão. Tomando os cuidados necessários a vida útil pode chegar a oito anos.

Chuva, sol e a poluição sujam a tela. Para limpá-la, basta utilizar sabão ou detergente neutro em um pano úmido. Produtos químicos como água sanitária e sapólio podem corroer o material.

Cores:

No mercado existem nove cores de redes de proteção: branca, preta, prata, cristal, azul, marrom, verde, amarela e areia. Em condomínios, por exemplo, o morador deve perguntar ao síndico ou a administradora se existe um padrão, já que alguns prédios exigem que as telas apresentem tom e modelo específicos em todos os apartamentos.

Se não houver restrições, o cliente pode escolher a cor que mais combina com as superfícies. Reparar na tonalidade das esquadrias das janelas e da cortina, por exemplo, traz um contraste entre os itens.

“Nos meus projetos procuro usar a tela preta por não sujar tanto e ser mais fácil de higienizar. Dessa forma, o cliente não se incomodará tanto”, finaliza Freneda.

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Seu animal de estimação precisa de um psiquiatra?


Existe um ramo da medicina veterinária que estuda o comportamento dos animais. Graças a ele, é possível reverter comportamentos indesejados.

Ao perceber atitudes estranhas ou comportamentos inadequados, muitos donos podem ficar preocupados com seus bichinhos. Atualmente, existe um ramo da medicina veterinária especializado no comportamento e na saúde mental dos animais de estimação: a etologia veterinária. São os psicólogos ou psiquiatras para animais.

A seguir, vamos conhecer um pouco mais sobre o trabalho de um etólogo veterinário e vamos te ajudar a identificar se o seu animal de estimação precisa de um psiquiatra.

Existem psiquiatras ou psicólogos para animais?

Sim! O segmento da medicina veterinária dedicado à saúde mental dos animais é a etologia ou psiquiatria veterinária. No entanto, é preferível usar o termo etologia, que está associado ao comportamento, e não psiquiatria, que deriva de psique ou mente.

Os profissionais que decidem se especializar nessa área podem ser chamados de etólogos, zoopsiquiatras ou psicólogos veterinários.

Embora atualmente seja mais comum encontrar etólogos caninos e felinos, também existem zoopsiquiatras que se dedicam ao cuidado de animais de estimação exóticos e animais selvagens.

Vale a pena ressaltar que apenas veterinários podem exercer a etologia ou psicologia veterinária formalmente. Ou seja, antes de se especializar como etólogo ou zoopsiquiatra, o profissional deve ter completado o curso de medicina veterinária.

O que é e para que serve a etologia ou psiquiatria veterinária?

Para saber se o seu animal de estimação precisa de um psiquiatra, primeiramente é essencial saber o que esses profissionais fazem. Um primeiro passo seria analisar o que é a etologia veterinária e quais problemas ela pode ajudar a curar ou controlar.

A etologia veterinária ou zoopsiquiatria consiste em um ramo da biologia comportamental dedicado ao estudo do comportamento dos animais.

Não estamos falando apenas de comportamentos instintivos, mas também de hábitos durante a domesticação ou que surgem por causa da convivência com seres humanos e outras espécies.

Cada comportamento de um animal está relacionado a diversos fatores genéticos, ambientais, educacionais e de saúde. Por esse motivo, os etólogos ou psiquiatras veterinários não estudam apenas os fatores internos ao animal.

Para chegar a um diagnóstico e estabelecer um tratamento, o etólogo deve considerar possíveis doenças, mas também precisa contemplar a realidade do paciente, o ambiente onde ele vive e a educação que ele recebe.

Portanto, esta é uma especialização muito complexa que requer dedicação e conhecimentos específicos.

Quais são os problemas tratados pelos psiquiatras para animais?

A princípio, a psiquiatria veterinária ou zoopsiquiatria analisa e tenta tratar todos os problemas comportamentais. Além de observar comportamentos instintivos apresentados na natureza, ela também analisa as causas e trata possíveis distúrbios comportamentais surgidos em cativeiro.

Em relação aos animais de estimação, os casos mais frequentes na etologia clínica são os comportamentos que geram distúrbios na convivência com os donos e familiares.

Na grande maioria dos casos, esses são comportamentos instintivos; eles aparecem ou são reforçados por uma má educação e uma socialização deficiente.

Os seguintes problemas comportamentais que preocupam os donos podem ser tratados ou aliviados com a ajuda de um psiquiatra veterinário:

. Medos e fobias.
. Comportamentos agressivos ou de autodefesa em relação a pessoas e animais conhecidos e desconhecidos.
. Destrutividade e ansiedade de separação.
. Comportamentos possessivos em relação aos seus objetos, familiares ou ao ambiente.
. Ansiedade e hiperatividade.
. Problemas de socialização e convivência, tanto com pessoas quanto com outros animais.
. Reações exageradas diante de estímulos desconhecidos.
. Estereotipia (comportamentos obsessivos) e Transtorno Obsessivo-Compulsivo em animais.
. Insegurança, problemas de autoconfiança e medo da interação social.

Como saber se o seu animal de estimação precisa de um psiquiatra?

Para saber se o seu animal de estimação precisa de um psiquiatra, é essencial estar atento ao seu comportamento diariamente. Caso o animal mostre algum sinal dos problemas de comportamento mencionados acima, não hesite em procurar um etólogo ou psiquiatra veterinário.

Por outro lado, se você acha que o comportamento do seu animal de estimação mudou de alguma forma, é recomendável fazer uma consulta preventiva com um etólogo veterinário.

Dessa maneira, é possível detectar e prevenir a progressão de possíveis doenças ou problemas comportamentais de forma precoce.

Na internet, é possível encontrar profissionais especializados em zoopsiquiatria ou etologia veterinária. No entanto, recomendamos que você consulte o seu veterinário de confiança e peça uma indicação.

Além de conhecer o seu animal de estimação, o seu veterinário também poderá recomendar um profissional capacitado que seja da sua confiança.

Por último, mas não menos importante, queremos lembrar a importância de prevenir os problemas comportamentais nos nossos animais de estimação.

Com a educação correta e uma medicina preventiva adequada, podemos evitar a grande maioria dos distúrbios comportamentais, preservando assim a boa saúde dos nossos fiéis companheiros.

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Não faça em casa! 5 erros comuns nos cuidados com gatos


A presença de gatos nas residências brasileiras só cresce e um levantamento do Instituto Pet Brasil revelou que ela pode ultrapassar a de cães nos próximos anos -  entre 2013 e 2018, o número de felinos cresceu 8,1% enquanto o de cães aumentou apenas 3,8%. Uma explicação para isso é a maior independência dos bichanos em relação aos donos, que cada vez têm menos tempo livre disponível.

Porém, essa independência não significa que os gatos não precisam de cuidados específicos. O problema é que alguns deles são negligenciados constantemente, influenciando diretamente na qualidade de vida do pet. A PremieRpet®, empresa especialista em nutrição de alta qualidade para cães e gatos, listou 5  erros comuns .

Não castrar

Apesar de causar receio em alguns tutores, a castração é muito importante para os gatos. O procedimento aumenta a expectativa de vida do animal, elimina as doenças do sistema reprodutor, impede o cio e reproduções indesejadas. Além de tornar o comportamento mais amistoso com outros animais e até com humanos.

Quando castrado, o gato pode se tornar mais preguiçoso e, se a alimentação não for adequada, pode acabar desenvolvendo a obesidade. Assim, é preciso equilíbrio e acompanhamento veterinário.

Não escovar os pelos

Os gatos vivem se lambendo, já que é dessa forma que eles, animais muito higiênicos, se limpam. Nesse processo eles podem acabar engolindo uma grande quantidade de pelos soltos que podem causar desde vômitos até obstrução do trato digestório. Para evitar que isso aconteça é importante escová-lo no mínimo uma vez na semana.

Caixa de areia próxima ao pote de comida

Como dito anteriormente, os gatos são animais muito limpos. Por isso, deixar a caixinha de areia (local onde ele faz suas necessidades) perto do pote de comida não é nada higiênico na visão deles. Caso isso aconteça, o bichano pode optar por fazer suas necessidades em outro local da casa ou simplesmente não comer.

O bigode dos gatos é muito sensível e o contato com a água pode causar incômodo. Potes mais largos impedem que isso aconteça e podem estimular que o bichano consuma mais água, evitando que ele desenvolva problemas no trato urinário, que são muito comuns nos felinos.

Deixar que ele saia

A rua oferece muitos perigos para os gatos: eles podem contrair doença, se envolver em brigas, não encontrar o caminho de volta para casa e, no caso das gatas que não são castradas, se reproduzir. Dentro de casa é sempre o lugar mais seguro para o bichano e o enriquecimento ambiental pode fazer com que ele se divirta a salvo.