terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Veterinária dá dicas para amenizar calor de animais


O calor voltou a bater recorde nesta semana em Bauru (SP) e termômetros chegaram a registrar mais de 36 graus durante à tarde neste verão. A estação do ano enfrentou as temperaturas mais altas das últimas décadas na cidade.

Com esse clima, não são apenas as pessoas que precisam de cuidados importantes para que o calor não afete a saúde. Os animais domésticos também necessitam de atenção especial.

O coordenador técnico de tênis, Adilson Toledo, costuma redobrar os cuidados com os três cachorros domésticos. Dois deles são originários da Itália e sentem muito calor. “Com certeza sofrem. Em casa ainda que venta bastante e tem um ambiente de sombra e eles conseguem tomar um arzinho. Mas quando saem na rua para passear a primeira coisa que procuram é um balde com água”, conta.

Segundo a veterinária Ana Paula Guerra, é importante mudar o horário do passeio. Os animais não transpiram, mas ficam ofegantes, com a língua de fora quando estão com calor. O problema é que no caso dos cães e dos gatos, dependendo da raça, o risco de contrair parasitas aumenta neste período do ano.
“Há incidência de pulgas e carrapatos. O câncer de pele é bastante comum. E para os animais mais obesos ou com a pelagem mais densa, mais escura têm também uma possibilidade maior de ter o aumento da temperatura corporal muito grande e ter casos de hipertermia e passar mal por causa do aumento da temperatura”, disse Ana Paula.

A orientação é que eles fiquem em locais arejados, com plantas e, claro, com um pote de água sempre ao lado. Em alguns casos vale até dar umas pedras de gelo para amenizar o calor. “É bem legal dar o gelo e até alimentos congelados. Uma ração em lata pode ser colocada no freezer e fazer um picolé desse alimento. Os animais gostam bastante, ajuda a refrescar e não faz mal nenhum”, avisou ainda a veterinária.

O banho e a tosa também são métodos que ajudam a aliviar o calorão dos animais, inclusive dos gatos. Em um estabelecimento de Bauru, a procura por esses serviços sempre aumenta durante o verão. “Os tutores estão pedindo bastante tosa higiênica, que é embaixo da barriga, e deixa a barriga livre para refrescar bem. E abaixar bem os pelos dos animais bem peludos e sofrem muito com o calor”, alertou o profissional da área, Jhonny Hebert Franco.

Aqueles que não têm condições de pagar pelo banho, não precisam se preocupar. Pode ser dado em casa, mas é bom seguir as orientações de quem entende do assunto. “É importante colocar algodão no ouvido para não entrar água. Para dar o banho a água pode ser morna ou ambiente. Só se estiver muito calor. E pelo curto só para secar na toalha”, explicou a esteticista de animais, Karina Paula da Silva.

Alguns acessórios também contribuem para o bem-estar dos animais. Os sapatos e tênis para animais, além de proteger as patas do chão quente, deixam os animais com um visual moderno. Alguns têm mais sorte porque contam com ar condicionado em casa ou uma piscina para se refrescar.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Animais em condomínios


O que deve ser observado não é o porte do animal e sim se ele é prejudicial ao condomínio.

A manutenção de animais em condomínios é umas das grandes causas de discórdias e brigas nesse ambiente. Porém, o que deve ser observado não é o tamanho do animal e sim se ele é prejudicial de alguma forma ao condomínio. Ou seja, se ele traz algum risco a segurança ou a saúde dos moradores.

Não basta a alegação de que o cão é grande ou de que late de vez em quando para restringir a permanência do animal no condomínio. Um “pit bull” pode trazer menos incômodo do que um mini poodle que late de forma intermitente.

Algumas convenções e regimentos internos proíbem a permanência de animais em condomínios, outras restringem o tamanho do animal estabelecendo permissibilidade apenas para animais de pequeno porte, e outras, de forma acertada, proíbem somente os animais que causem transtornos ao sossego, à saúde e segurança dos demais moradores do prédio.

Neste sentido, na Apelação 2385004800 (de 02/06/2009), julgada pela TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) na 1ª Câmera de Direito Privado, o relator Desembargador Paulo Eduardo Razuk entendeu que “Quando se trata de animais domésticos não prejudiciais, não se justifica a proibição constante do Regulamento ou da Convenção de condomínio, que não podem, nem devem, contrariar a tendência inata no homem de domesticar alguns animais e de com eles conviver.”

Todo condômino tem o direito de usar e fruir de sua unidade autônoma condicionado ao respeito das normas de boa vizinhança, de forma que não cause dano ou incômodo aos demais condôminos e desde que não a use de forma nociva ou perigosa ao sossego, salubridade e a segurança dos demais condôminos (Artigos 10º e 19º da Lei 4591/64 e Art. 1.335 do Código Civil).
Ou seja, manter animais em unidades condominiais é exercício regular do direito de propriedade (Artigo 1228 e seguintes do Código Civil), o qual não pode ser glosado ou restringido pelo condomínio. O limite ao exercício do direito de propriedade é o respeito ao direito alheio ou direito de vizinhança.

Neste caso a manutenção do animal no condomínio somente poderá questionada quando existir perigo à saúde, segurança e salubridade aos demais co-possuidores.

Assim, é anulável a decisão de assembleia que vise proibir animais de pequeno e médio porte ou restrinja a circulação destes animais no colo ou com focinheira nas dependências do condomínio. Exigir que o animal seja transportado apenas no colo, de focinheira, pode levar o condômino a situação vexatória o que é punido pelo Código Penal.

Imagine uma senhora com limitação de locomoção de 80 anos sendo obrigada a conduzir seu cão somente no colo. Neste caso o condômino deve lavrar um Boletim de Ocorrência na delegacia de Policia mais próxima e ingressar com ação de natureza cível objetivando garantir seu direito de circular com seu animal , com guia, de forma respeitosa, no trânsito de sua unidade a rua, sem que para isso seja obrigado a passar por qualquer situação vexatória.

A circulação de animais com focinheira no Estado de São Paulo é regulada pela Lei nº 11.531/03, restringindo-se as seguintes raças "pit bull", "rottweiller" e "mastim napolitano".

Assim, não é permissivo ao síndico ou a assembleia deliberar em detrimento ao direito de propriedade. Comparativamente seria o mesmo caso que a assembleia limitar o tamanho do automóvel que pode ser estacionado na garagem ou limitar a número de moradores em uma unidade. O direito de propriedade no primeiro caso permite que dentro dos limites de uma vaga seja estacionado qualquer automóvel, desde que respeitado a segurança e salubridade. Porém, poderia ser restringida a guarda de um mini automóvel que estive causando danos a saúde dos demais em face de problemas com emissão de poluente, por exemplo.

Este mesmo exemplo se aplica a manutenção de animais, o que importa não é o tamanho do animal e sim sua condição e o incômodo aos demais moradores. Já vi um poodle ser removido de um apartamento face aos latidos intermitentes e a manutenção de um “pit bull”.

*Rodrigo Karpat é advogado e especialista em Direito Imobiliário e administração condominial.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Como treinar o cão para a chegada do bebê


Como acostumar seu cão a se comportar e receber feliz a chegada do seu filho recém nascido.

A entrada de um bebê significa uma grande mudança na rotina da sua casa.  Para você, os horários de comer, dormir e trabalhar vão mudar.  Para o seu cachorro, poderá haver alterações no horário de alimentação, caminhadas e carinho.  Considerar e se preparar para essas alterações antes de chegada do bebê é a melhor forma de garantir uma transição tranquila para todos os membros da família.

Na maioria dos casos, a chegada do bebê implicará em alterações no tipo e quantidade de atenção que você hoje dá ao seu cão.  Isso é especialmente real em casos em que o cachorro ainda não convive diariamente com outras crianças.

Por esse motivo, preste atenção no seu comportamento quando está perto do seu cachorro e faça as alterações que provavelmente ocorrerão após a chegada do bebê o mais cedo possível e de forma gradual.

Veja também nossa galeria: 5 coisas que mudarão na rotina do seu cachorro após a entrada de um bebê
Atenção Verbal

Quanto você conversa com o seu cachorro no seu dia-a-dia? Um estudo feito pelo Professor Beck em uma universidade Americana mostra que até 97% dos donos de cachorros conversam com os seus animais.  Pode ser que após o nascimento do bebê você continue conversando com o seu cachorro, mas provavelmente a forma com que essa comunicação se dá mudará.

Por exemplo, se hoje você conversa com o seu cachorro quando chega em casa ou está cumprindo as suas rotinas diárias, é comum que essa atenção será redirecionada ao bebê.  Ou se hoje você conversa com “voz de bebê” com o seu cachorro, pode ser que a forma e o tom mude.  Afinal, a voz de bebê será usada para o bebê!

Durante os meses antes da chegada o bebê, é importante analisar quando e como você conversa com o seu cachorro para já preparar o seu cachorrinho para as mudanças que estão por vir.  Diminua a quantidade de conversas com o seu cachorro gradativamente para ele não associar a mudança ao bebê.
Atenção Física

Além da atenção verbal, analise também a atenção física que você dá ao seu cachorro diariamente.  Se hoje o seu cachorro deita no sofá com você quando você assiste televisão, dorme junto cama e acompanha a sua rotina, vale lembrar que esse tipo de atenção também vai mudar quando o bebê chegar.   Talvez a cama será um lugar para você ficar com o seu bebê, por exemplo.

Preste atenção também na forma com que você brinca com o seu cachorro ou apresenta novas coisas a ele.   Com o pequeno bebê em casa, será necessário ter um cachorro calmo, que não pule em você, late muito ou morda.

Mudanças no nível e quantidade de atenção

Qualquer redução no nível de atenção dada ao seu cachorro deve ser feita de forma gradual.  Se você esperar a entrada do bebê para fazer essas alterações, o seu cachorro pode associar essas mudanças ao bebê.  

Na maioria dos casos, a aproximação da data de nascimento do bebê implica em um maior nível de ansiedade nos pais.  Considerando que o tempo e atenção dos pais durante as semanas antes e após a chegada do  bebê normalmente são dedicados inteiramente ao neném, é importante definir algum tempo de atenção exclusiva ao seu cachorrinho.

Uma boa forma de fazer isso é garantir aproximadamente 30 minutos por dia de atenção individual com o seu cão.  Assim, o seu cão entende que ele continua com a sua atenção, embora a forma de como você dar essa atenção foi alterada.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Algumas notícias curiosas sobre gatos!


. O gato mais pesado do mundo era Himmy, um gato australiano que chegou a pesar 21 Kg em 1986 e tinha uma cintura de 84 cm.

. O gato mais leve do mundo foi um himalaiano de Illinois, que pesava apenas 800 g e media 18,4 cm de comprimento e 7 cm de altura.
. O gato mais velho do mundo foi o inglês Puss, que morreu de 1939, um dia após ter completado 36 anos. Já a gata mais idosa era também inglesa e morreu em 1957, aos 34 anos.
. Os gatos têm cerca de 100 sons vocais ao contrário dos cães que apresentam apenas 10.
. Um gato pode ficar vários dias sem comer se alimento não lhe agrada e pode até morrer de fome.
. Os felinos podem chegar a dormir até 16 hs por dia, divididas em vários períodos.
. O gato tem 245 ossos, enquanto que o homem tem 206 no total.
. Quando o gato está assustado, seu pêlo se eriça por todo o corpo. Quando ele vai atacar, o pêlo se eriça apenas numa estreita faixa dorsal.
. O gato pode alcançar uma velocidade de até 50 km/h.
. Os gatos esfregam o rosto em objetos e pessoas para marcá-los com seu cheiro. O cheiro é produzido por glândulas localizadas na parte anterior do rosto.
. Um gato enxerga 6 vezes melhor do que um humano à noite, porque necessita de 1/6 da quantidade de luz necessária para o homem enxergar.
. Gatos têm 30 dentes, enquanto os cães possuem 42. Os dentes de leite são substituídos pelos permanentes, por volta dos 7 meses de idade;
. Quase 10% dos ossos dos gatos se encontram na cauda, e esta é responsável pela manutenção do seu equilíbrio;
. Um gato é capaz de pular 5 vezes a sua altura;
. Gatos possuem 32 músculos que controlam suas orelha. Ele pode girar suas orelhas, independentemente, quase 180 graus, e 10 vezes mais rápido do que o melhor cão de guarda;
. Por natureza, o gato é solitário e, portanto, não tem necessidade de viver em grupos. Ele considera o homem mais um companheiro do que seu “dono”.
. Não corte os pêlos do bigode de seu gato, pois são órgão táteis dele.
. O gato possui um equilíbrio extraordinário. Numa queda, ele gira o corpo ainda no ar e cai sobre as patas, o que demonstra a flexibilidade e robustez de esqueleto. Porém, se a queda for de um lugar muito baixo, não haverá tempo suficiente para se virar; se ela for de um lugar muito alto, poderá ferir-se seriamente.
. A alergia nos humanos é causada por uma proteína presente na saliva do gato que é depositada nos pêlos durante as lambidas com que os gatos se limpam.
. A erva do gato (catnip), também conhecida como “maconha do gato” é muito utilizada em arranhadores e brinquedos, pois após cheirar esta erva o gato chega a um estado de quase êxtase; pula, rola, dá saltos, sendo assim, muito atrativa para o seu gatinho. Mas ao contrário das drogas humanas, o catnip não produz danos à saúde do gato.
. Os gatos são mais ativos durante a noite. Um gato passa dormindo, em média, cerca de 16 horas por dia. Isto quer dizer que um gato de 7 anos só esteve realmente acordado durante dois anos.
. Gatos têm excelente visão noturna, porém não distinguem bem as cores.
. A audição do gato é superior à do homem, porém ele é incapaz de diferenciar dois sons vindo da mesma direção.
. O ditado “a curiosidade matou o gato” originou-se pelo fato de que o gato, apesar de cauteloso, é um dos animais mais curiosos que existe.
. O ditado “o gato comeu sua língua” surgiu de uma história bastante antiga a respeito de um rei que gostava de impor duras penas aos seus prisioneiros. Este rei era um admirador de gatos. E um certo dia, tendo ao lado seu gato preferido, mandou cortar a língua de um feliz prisioneiro e deu-a de presente ao bichano, que a comeu satisfeito.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Choque de calor - Não deixe seu cão no carro


Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, os cães atingem temperaturas elevadas mais rapidamente que os humanos, pois não suam.

O choque de calor acontece quando o cão perde a sua capacidade natural de regular a temperatura corporal. Temperaturas elevadas causam reações químicas que matam as células do corpo o que leva á desidratação e ao espessamento do sangue. Isto provoca uma pressão sobre o coração, causa coagulação sanguinea e posteriormente leva á morte dos tecidos. O Fígado, o Cérebro e as células do intestino são geralmente os primeiros a ser afectados e isto pode ocorrer muito rapidamente.

Situações comuns que predispõem a um choque de calor:

1. Ser deixado no carro num dia de calor (mesmo com as janelas abertas);
2. Confinar o cão a um espaço pequeno sem sombra ou um local fresco;
3. Raças braquicefálicas como o Bulldog, Boxer ou Pug tem uma maior predisposição de aquecerem mais rapidamente devido a dificuldade respiratória (os cães regulam a temperatura corporal através da respiração);
4. Cães que sofram de alguma doença a nível respiratório.

Sintomas

É essencial que conheça os sintomas de forma a agir mais rapidamente. Um cão em choque de calor demonstrara vários sintomas:

Respiração acelerada (hiperventilação);
Língua avermelhada;
Gengivas secas e pálidas;
Hipersiália (aumento da produção de saliva) - saliva aparentemente espessa;
Depressão;
Pulso rápido ou irregular;
Fraqueza;
Tonturas;
Vômito - por vezes com sangue;
Diarreia;
Convulsões;
Coma.

A resposta rápida é essencial para o melhor resultado possível. Aplique água na barriga e na face interna das coxas e nas almofadas das patas também. Molhe o seu cão com água corrente, nunca o mergulhe totalmente na água (numa piscina ou banheira) isto pode causar uma diminuição brusca na temperatura e posteriormente levar a outros problemas como uma paragem cardiaca.
Também não deve usar água gelada pois isto vai causar uma vasoconstrição o que aumenta o fluxo sanguíneo e retarda o arrefecimento.
De seguida leve-o rapidamente ao seu veterinário.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

6 dicas para conservar a ração do seu gato


Com pequenos ajustes no armazenamento da ração do gato durante as estações úmidas e quentes, é possível conservá-la por mais tempo.

Mais chato do que descobrir que a ração do gato acabou, é descobrir que ela mofou e não pode mais ser usada.  Principalmente nas estações quentes e úmidas do ano, as rações estragam mais facilmente por conta da temperatura ambiente.

Seguindo as dicas abaixo, é possível preservar a ração do seu gato por mais tempo.

1. Observe a data de validade da ração.   Compre rações que não estão muito perto da data de validade.  Anote também a data que você abriu a ração, lembrando que ela não deve ser consumida em no máximo 40 a 50 dias.

2. Compre o tamanho de pacote que tem equivalente a um mês de ração.  Se o seu gato come cinco quilos de ração por mês, compre um pacote de ração que tenha aproximadamente essa quantidade.  Diversos donos optam por quantidades maiores por conta do desconto no preço.  Porém, ao comprar 15 quilos para um gato que come 5 quilos por mês, você aumenta as chances da ração estragar e pode até acabar perdendo dinheiro.

3. Não tire a ração do saco.  Ao invés de abrir o pacote e colocar a ração dentro do recipiente, coloque o pacote (fechado com pregadores) com a ração dentro do recipiente.  Desta forma, a ração fica mais protegida e tem menos exposição ao ar.

4. Deixe a ração em um lugar seco e com temperatura ambiente abaixo de 26 graus celsius. Além de ser fresco, é desejável que o local da ração não sofra muita variação de temperatura. Quanto mais constante a temperatura, melhor. 

5. Separe a quantidade semanal que o gato vai comer em um outro recipiente.   Ao invés de abrir e fechar o recipiente com a ração diversas vezes ao dia, assim expondo a ração ao ar, separe a quantidade semanal que o gato vai comer em um outro recipiente.  Isso ajuda a manter o frescor e a qualidade da ração que será comida nas semanas seguintes.

6. Não use o pote de ração do seu animal de estimação como uma “pá.”   Usar o pote de ração do gato como uma pá para pegar ração do saco aumenta as chances de expor a ração à restos de comidas, bactérias, saliva e germes.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Que tal um coelho de estimação? Veja o que você precisa saber.


Engana-se quem acredita que ter um coelho de estimação é como ter um hamster maior. Os coelhos são extremamente sociais e carinhosos, pedem carinho e dão muito afeto.

Existem várias raças, de diversos tamanhos e tipos de aparência. Há, inclusive, uma versão bem pequena, chamada minicoelho.

Esses animaizinhos são carinhosos, mais independentes do que os cães, não são barulhentos, e não precisam de muita manutenção nem espaço. São companheiros perfeitos para quem ama animais e mora em apartamento.

Os coelhos são animais que representam um longo compromisso, a expectativa de um minicoelho é de 12 a 15 anos, e de coelhos maiores é de 9 a 12 anos. As rações costumam ser baratas e a manutenção relativamente simples. Mas todo animal de estimação requer cuidados, atenção e carinho, por mais simples que sejam.

Existem mais de 40 raças de coelhos reconhecidas, e essas raças ainda apresentam muitas variações.

De acordo com a ARBA (American Rabbits Breeders Association), há mais de 40 raças de coelho que podem ser domesticadas. No entanto, as raças mais populares como pets são o Coelho Angorá, Lop, Fuzzy Lop, Holandês, Rex, Polonês, Lion Head e Hotot. A maioria dessas raças apresenta uma grande variação de coloração entre os exemplares e ainda a versão anã, chamada minicoelho.

Há pouquíssima variação de temperamento entre raças, que costumam ser muito dóceis e espertas.

Os coelhos são animais extremamente afetuosos. São inteligentes e têm uma grande capacidade de aprender, especialmente se comparados a outros roedores. São animais perfeitos para quem mora sozinho ou para uma família com crianças.

Apesar de haver pouca variação de temperamento e personalidade entre as diferentes raças, algumas se destacam pelo afeto extremado: o Polonês, o Holandês, o Hotot e o Lionhead são extremamente afetuosos e não se assustam com o toque de crianças. Como são animais delicados, é bom instruir as crianças a serem muito gentis ao acariciá-los, para que os animais não se machuquem.

Raças como o Angorá e o Fuzzy Loop são muito carinhosas, mas um pouco mais desconfiadas, principalmente com crianças.

Quando trouxer um filhote de coelho para casa, seja gentil e evite barulhos altos, isso fará com que eles se acostumem e percam a timidez inicial.

Coelhos podem ficar soltos, mas é recomendado que tenham uma gaiola.

Os coelhos são animais carinhosos, mas independentes. Não requerem tantos cuidados e atenção como um cachorro, mas ainda assim você gastará um certo tempo e dinheiro para atender suas necessidades.

Coelhos podem ficar soltos com supervisão sem problemas, principalmente depois de treinados a fazer as necessidades no local correto, mas é imprescindível ter um espaço onde ele possa se alimentar, descansar e ser mantido enquanto estiver sozinho. Esse espaço pode ser um cercadinho ou uma gaiola. Se optar pela gaiola, ela deve ser grande. Forre com serragem e jornal.  A gaiola ou cercadinho devem ser limpos diariamente. Os coelhos não têm cheiro forte, mas sua urina, com alta concentração de amônia, tem. Por isso, limpe e troque a serragem diariamente.

Esses bichinhos são lindos e fofos, mas têm o hábito de roer, então tenha cuidado ao deixá-lo solto sem supervisão, ele pode roer um fio e tomar um choque. Eles precisam de exercício, não os mantenha confinados em uma gaiola o tempo todo. Brinque com seu pet, faça-o correr pela casa e divirta-se! Nunca pegue seu coelho pelas orelhas, elas são extremamente delicadas e isso machuca muito o bichinho. Pegue-o pelo dorso e logo lhe dê apoio para as patas traseiras, assim ele não se machuca nem fica afoito.

Lembre-se de sempre deixar bastante água limpa e fresca para o pet. Bebedouros automáticos e especiais para roedores são excelentes.  Quanto à alimentação, uma ração para coelhos complementada com cenouras, frutas e folhas como almeirão e couve são o suficiente para mantê-lo saudável e bem-alimentado.