segunda-feira, 17 de março de 2014

Gatos: veja dicas para preservar a caixa de areia do seu pet


Saiba como cuidar da caixa de areia do seu gato para mantê-la preservada e limpa.

Higiênicos por natureza, os gatos nem mesmo precisam de muito treinamento para aprender a usar suas caixas de areia e; em pouco tempo dentro de um espaço confinado e pequeno com o objeto, naturalmente, os felinos já conseguem assimilar a importância e as vantagens do seu uso.

No entanto, uma série de dúvidas em relação à limpeza e aos cuidados com as caixas de areia podem surgir na mente de quem acaba de comprar ou adotar um novo gatinho.

Não há muito mistério para que os gatos entendam que é dentro da caixa de areia onde eles devem fazer suas necessidades, mas ter um desses acessórios a mais na casa pode ser uma boa ideia para quem é dono de mais de um bichano.

Em relação ao tipo de areia usado na caixa, cabe ao dono do pet fazer o teste, variando entre as opções disponíveis para saber com qual delas os seus gatinhos se adaptam melhor: granulada, madeirinha, pedrinhas ou sílica. Confira a seguir algumas dicas especiais para manter limpa e preservada a caixa de areia do seu pet felino:

- Deixe folhas de jornal embaixo da caixa para facilitar a limpeza quando seu gato derrubar areia quando usá-la.

- Coloque a caixa em um local firme (de preferência no chão). Os gatos se incomodam quando a caixa balança, e isso pode facilitar acidentes.

- Não deixe a caixa de areia próxima à alimentos ou água do felino. Os gatos são muito higiênicos, e podem acabar evitando tanto o uso da caixa como o ate de se alimentar.

- Coloque a caixa em locais de fácil acesso para o animal, sem qualquer tipo de dificuldade ou obstáculos.

- Mantenha a caixa sempre limpa. Os felinos podem acabar segurando suas necessidades (ou fazê-las em locais inapropriados) quando acham sua caixa de areia muito suja.

- Sempre tenha uma caixa de areia para cada gato da casa e uma de sobra. Se possível, mantenha caixas em lugares diferentes da casa.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Agility: conheça o esporte canino de superação de obstáculos


O esporte ganha cada vez mais fãs e adeptos em todo o mundo.

Donos de animais de estimação estão sempre em busca de atividades divertidas para praticar com seus pets, juntando exercícios físicos tão necessários para os animais com brincadeiras que podem estreitar ainda mais os laços entre eles. Com isso em mente, cada vez mais pessoas encontram no agility para cães a solução perfeita para entreter, exercitar e se relacionar com seus pets.

Praticado em duplas, o agility une o cão e seu dono em um percurso com diversos obstáculos a serem superados, permitindo que sejam destacados o nível de interação da dupla e a capacidade e agilidade do animal. Com objetivos fundamentados no hipismo, esse esporte pode ser descrito como uma prova de habilidades que tem um circuito específico a ser concretizado pelo cão - que recebe a ajuda e o incentivo do seu dono em todas as etapas do percurso.

Dividido em duas categorias distintas – standard, para cães de grande e médio porte, e midi ou mini, para cachorros de pequeno porte – o agility para cães é regulamentado por uma Federação Internacional, e cada prova conta com uma média que varia entre 12 e 20 obstáculos, sendo a velocidade (e consequentemente, a agilidade) do cão o principal critério de desempate.

Além do tempo em que a prova é realizada por completo, as infrações cometidas pelo cão ao longo do trajeto também são de grande relevância para o resultado das competições desse esporte, regulamentado no Brasil pela Confederação Brasileira de Agility em conjunto com a Confederação Brasileira de Cinofilia.

Benéfico além dos laços afetivos e da prática de atividades, o agility (que pode ser praticado por todo tipo de raça e porte canino) também é um esporte que incentiva o aprendizado de diferentes comandos por parte dos cães – que devem ter adestramento básico de obediência para que possam passar pelos treinamentos necessários para praticar o esporte com sucesso.

A principal raça usada na prática do agility entre os standards é a border collie , que se destaca tanto em relação às outras que, em algumas competições, já existe uma categoria separada, onde competem todas as raças menos a border collie.

Fonte: Dr. Fábio Toyota (CRMV – SP 10.687), Médico Veterinário formado pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – Unesp e responsável pelo setor de Oncologia Médica e Cirúrgica em Hospital Veterinário de São Paulo. Dr. Toyota é integrante da equipe de veterinários do portal CachorroGato.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Quem ama cuida! Não esqueça de vacinar seu cão ou gato


Imunização é importante para evitar doenças e infecções.

Ter um animal de estimação significa ter um amigo que precisa de atenção, carinho e cuidados. Tanto o cão como o gato, necessita tomar vacinas para assegurar uma boa saúde. Por isso o controle da carteira de vacinação dos animais é muito importante. Igual aos humanos, eles precisam se proteger de doenças e infecções, que muitas vezes podem levá-los a óbito.

A vacina contra a Raiva é a única obrigatória em todo o território brasileiro, para cães e gatos. A primeira dose deve ser aplicada em animais a partir de 3 meses de idade. O reforço com a segunda dose acontece após 30 dias da primeira, e depois o reforço deverá ser feito anualmente.

“Não existe diferença dessa vacina aplicada na Clínica e nas campanhas. A diferença está apenas no atendimento do seu animal de estimação, que na clínica passará por uma avaliação clínica antes de ser vacinado e não estará exposto ao risco de brigas, fugas e de pegar outras doenças”, afirma a médica veterinária da Clínica Malucão, Dra. Denise Rodrigues.

CÃES

Os proprietários de cães devem iniciar a vacinação em seus amigos a partir dos 45 dias de vida, imunizando-os com as vacinas múltiplas (V8 ou V10) e com a Antirrábica.

Segundo a Dra. Denise, o ideal é que o cão seja vacinado com a primeira dose da vacina V8 logo aos 45 dias, sendo necessário realizar mais dois reforços dessa vacina, um a cada 21 dias, completando três doses no total. “Após isso, o animal receberá um reforço dessa vacina a cada ano”, explica.

A V8 previne a Cinomose Canina, Hepatite Infecciosa Canina, Parainfluenza Canina, Parvovirose Canina e Coronavirose Canina. Além dessas doenças virais, a vacina também protege contra as infecções causadas por Leptospira sp.

Já a aplicação da V10 é indicada para vacinação de cães sadios de 6 semanas de idade ou mais velhos, como auxiliar na prevenção da Cinomose Canina, da Hepatite Infecciosa Canina (ICH), da Parainfluenza Canina, da Enterite e Parvovírus Canino (CPV), e das Leptospiroses.

“A diferença da V8 para a V10 é que na última existe um tipo a mais de adenovírus, e um tipo a mais de leptospira”, esclarece Dra. Denise.

GATOS

Também no caso dos gatos, as primeiras vacinas podem ser aplicadas a partir dos 45 dias de vida. As principais são a vacina polivalente felina e a antirrábica.

A polivalente felina possui três versões: Tríplice (V3), Quádrupla (V4) e Quíntupla (V5). A diferença entre elas está na quantidade de doenças que cada uma previne.

A vacina V5 protege o gato da Panleucopenia, Complexo da Gripe (Rinotraqueíte, Calicivirose, Clamidiose) e Leucemia. É considerada a mais completa do mercado! Já a V4 não imuniza contra a Leucemia. E por sua vez, a V3 apenas protege contra Panleucopenia e duas doenças do Complexo da Gripe (Rinotraqueíte e Calicivirose).

Apesar de saberem da importância da imunização, "a maioria dos proprietários de felinos não vacina os animais", alerta a Dra. Denise.

O reforço da vacina polivalente felina e da Raiva também devem ser anuais.

VACINA NACIONAL E IMPORTADA

Quando se pensa em vacina, surge uma dúvida comum entre a população: aplicar vacina nacional ou importada? Para Denise Rodrigues, é importante ressaltar que existem sim diferenças entre as duas fórmulas.

Nas clínicas veterinárias a vacina utilizada é a importada, pois sua fórmula é reconhecida e completa. Já a nacional, frequentemente usada em lojas de produtos agropecuários é considera de menor qualidade, porque não produz uma quantidade de anticorpos suficiente para a imunização dos animais.

“Muitas vezes o proprietário nesses locais acaba pagando o mesmo valor ou pouco menos que nas clínicas veterinárias, porém está expondo seu animal ao risco de ficar doente, já que estas vacinas nacionais são de menor qualidade, com produção mais barata, induzindo a menor produção de anticorpos. Isso sem falar nos risco de armazenamento inadequado, com temperaturas acima das estabelecidas pelo Ministério da Saúde e pelo próprio fabricante do produto”, conta.

Um grande risco também para os cães e gatos é a vacinação feita por pessoas que não são médicos veterinários e, portanto, não são aptos para fazer uma avaliação clínica nos animais. “Eles podem estar vacinando animais doentes, que acabam por piorar ou vir a óbito” alerta Denise.

terça-feira, 11 de março de 2014

5 dicas para cuidar do seu gato idoso


Gatos com mais de setes anos já podem ser considerados idosos e portanto, precisam de cuidados especiais para continuarem saudáveis e felizes.

Os gatos precisam, assim como nós, de cuidados especiais quando idosos, cuidados estes diferentes de um gato mais jovem. A partir dos sete anos, alguns felinos já podem ser considerados idosos, e estudos certificam que cerca de 90% dos gatos com mais de 12 anos possuem artrite e precisam de atenção redobrada dos seus donos, que devem sempre verificar a mobilidade do felino e possíveis dores que apareçam.

Entre outros pontos, a doença dental também costuma ser um problema nos gatos idosos, o que faz o animal perder vários dentes, tenha dificuldade para comer e sinta muitas dores, ocasionado a perda de peso e de pelo. Problemas renais, de tireoide, no fígado e no coração também costumam aparecer em animais com idade avançada.

Confira algumas dicas para cuidar do seu gato idoso e deixa-lo o mais confortável possível nesse período de idade avançada.

Visite o veterinário periodicamente

Quanto maior a idade, mais atenção do veterinário seu gato precisará . Por isso, para animais idosos, o ideal é ir ao veterinário pelo menos duas vezes por ano. Mesmo que ele esteja saudável, aparentemente, algumas doenças podem se esconder, e exames devem ser feitos. Não se esqueça de solicitar, também, uma avaliação da condição corporal durante cada visita ao veterinário, pois ela identifica se seu gato está no peso ideal, não magro demais ou gordo demais.

A alimentação de um gato idoso precisa ter proteínas em quantidades ideais

Na sua essência, os gatos são carnívoros e precisam de nutrientes, como taurina e ácidos araquidônicos, nutrientes estes que apenas carnes animais oferecem. Dietas vegetarianas para gatos  idosos podem fazer com que eles percam energia. Não se esqueça de consultar o veterinário para alimentar seu gato com uma dieta apropriada para idade dele.

Mantenha o peso corporal do seu animal 

Gatos acima do peso  possuem uma tendência maior em ter diabetes, doença de pele, doenças hepáticas e câncer. Com a idade avançada, o problema de peso pode se tornar ainda maior. Novamente, consulte o veterinário para seguir uma dieta adaptada ao estilo de vida do seu animal; ele pode ajudá-lo a escolher uma dieta adequada para o seu gato.

Brinque com o seu gato

Nunca deixe seu gato parado só porque ele está idoso. Procure, todos os dias, usar brinquedos interativos , quebra-cabeças de alimentos e deixa-lo passear um pouco, com sua supervisão. Dessa forma, ele mantém as articulações saudáveis e ainda gasta algumas calorias.

Acomode seu gato idoso adequadamente 

Gatos que possuem artrite podem se adaptar melhor com caixas de areia  com lados menores, que facilitam a entrada e a saída da caixa. Além disso, dê uma cama macia para seu felino; cobertores e toalhas podem deixa-la ainda mais confortável. Outro ponto importante é deixar a comida e a água em lugares de fácil acesso, sem escadas ou barreiras no caminho, que dificultem a vida do animal.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Animais de estimação devem ser ensinados a conviver


Para treinadores, a participação do dono no processo é indispensável, ou não atingirá os objetivos.

Adestrar um cão exige, acima de tudo, paciência e perseverança, já que será necessário repetir inúmeras vezes os comandos. Esse trabalho pode ser comparado ao de educar uma criança e torna-se mais efetivo com a participação do dono. Em tempos em que o animal de estimação é como um integrante da família, circulando por todos os ambientes da casa ou espaços públicos, esse trabalho torna-se essencial.

“Existe uma diferença muito grande entre o espaço que o pet ocupa hoje na família, em relação ao de antigamente, em que o cão vivia no quintal. Esse relacionamento agora é muito mais íntimo. Colocar o proprietário para aprender essa comunicação com o cachorro proporciona harmonia dentro de casa e nos lugares que eles frequentam juntos”, comenta o treinador de cães Alexandre Zanetti, do Clube de Cãompo do Hotel Fazenda para Cães.

Para a psicóloga e adestradora de cães Ana Paula Cestari Astrulakis, consultora da Boutique Pet Farm, o dono tem peso de 50% na eficácia do treinamento. “Se não tiver uma dedicação total do dono, o resultado não será o esperado”, afirma.

Segundo os profissionais, como o adestrador não pode estar todos os dias no ambiente residencial, o dono precisa dominar esses comandos e entender o comportamento do animal para o relacionamento se tornar muito melhor. É o chamado adestramento em parceria.

“O treinador vai ficar, em média, duas vezes por semana e em torno de 1h com o animal. É o proprietário que terá o contato diário e poderá comunicar a evolução do cachorro e os problemas que surgirem no dia a dia, facilitando o aprendizado. Daí a importância de tudo ser conversado desde a entrevista, e a família participar ativamente”, ressalta Ana Paula.

“Se o dono coloca os exercícios na rotina cotidiana, a evolução do cão é muito maior e a socialização também”, completa Zanetti.

Postura
Ele ressalta que o cachorro pode acabar se condicionando apenas ao adestrador se o proprietário não tiver a postura correta e não conseguir se comunicar com o animal ou não utilizar a mesma linguagem e elementos para ele executar os exercícios.

“Ele é quem convive diariamente com o cachorro. O treinamento não deixa de ser uma rotina. É preciso saber onde e de que forma ela será estipulada para moldar o animal – o que se chama hoje de obediência básica doméstica, como, por exemplo, o cão assistir à TV deitado ao lado do sofá ou frequentar espaços íntimos da casa ou shoppings com o comportamento desejado”, detalha.

Para tal, é preciso expor o cachorro a essas situações com o contato direto do seu dono para avaliar seu comportamento. “Não há como colocar um cachorro para ir se comportar adequadamente no shopping se ele nunca foi”, cita.

Processo conjunto
Ana Paula reafirma que o adestramento é um processo contínuo, já que, depois de apreendido com o adestrador, será praticado ao longo da vida do animal.

O adestramento promove um bem-estar entre o dono e o animal, como passear com o cão ao lado e sentar-se com ele em um banco de praça. “Quanto mais o proprietário souber usar os comandos, mais irá harmonizar a convivência”, diz.

Nunca é tarde para ‘educar’ seu animal
Embora o adestramento seja ideal em filhotes, é possível modificar o comportamento de cães adultos. Se mesmo depois de adulto ele começa a fazer xixi em lugares indevidos da casa ou não obedece às suas ordens, por exemplo, ainda é momento de adestrá-lo.

Embora a dificuldade seja maior, nunca é tarde para tentar adequar o comportamento do pet. “Essas posturas podem estar relacionadas até mesmo a mudanças fisiológicas e ao desenvolvimento, como a maturidade sexual ou excesso de testosterona, que o faz marcar vários lugares. Ou ainda carência e mudanças na rotina da casa, como a chegada de uma visita. Se o dono se dedica junto com o treinador, o resultado vem”, explica Zanetti.

O adestramento vai muito além de comandos para sentar ou andar ao lado do dono em um passeio. Ele permitirá ao proprietário condicionar seu cão aos hábitos da casa, entender como se comunicar com o animal e avaliar os motivos do seu comportamento inadequado. “Ele vai aprender um ‘pacote’ de informações que o ajudará a compreender esse comportamento, trabalhar a ansiedade do animal e ajudá-lo na transformação”, explica.

Às vezes se descobre um meio de comunicação que se torna o foco do processo de adestramento em um cão adulto. Um elemento que será para ele uma grande recompensa ou agrado, como uma bola ou biscoito, que aumenta muito a chance de trabalhar um cachorro adulto. “Às vezes, o dono chegar e brincar com uma bola e depois guardá-la cria uma rotina íntima e um vínculo de associação pelo qual se consegue fazer os exercícios que se deseja que ele execute”, ensina.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Veja como pode ser feito o transporte de animais em viagens aéreas

A partir de agora, o Brasil emite passaporte para cães e gatos.
Para o transporte de animais de estimação em viagens de avião, o passageiro deve se atentar às regras de cada companhia aérea para o carregamento do animal e ainda cumprir alguns requisitos para segurança e conforto do pet.

No caso da Avianca, a companhia pede para o passageiro entrar em contato com a Central de Vendas, 48 horas antes do voo, para verificar a possibilidade de transporte do animal – limitado ao transporte de um animal por voo.

Antes de embarcar

O cliente da TAM Linhas Aéreas deve, por exemplo, acomodar o cão ou o gato (no caso de filhote, só é permitido o transporte dos que tenham mais de 8 semanas de vida) em uma caixa de transporte, conhecida como kennel, desde que: seja sem rodas, à prova de vazamentos, seja fabricado em material resistente para evitar que o pet escape (no caso de madeira, o embarque não será aceito), tenha espaço para que o animal fique em pé e consiga dar uma volta em torno de si, e possua orifícios que permitam a ventilação total da caixa. Além disso, a caixa deve estar forrada com material absorvente (jornal, por exemplo) como o site elucida; e ainda a embalagem deve ser identificada com nome, endereço e telefone do cliente.

A companhia informa ainda que, caso o bicho de estimação exceda o limite de peso estipulado (ou mesmo no caso animais de outras espécies não citadas acima, serão transportados como carga). Ademais, o carregamento pode ser realizado na cabine de passageiros, desde que o peso da caixa e do animal de pequeno porte, somados, não ultrapassem os 10 kg. Na Azul, o peso máximo é de 5 kg (animal + pet container)

Existe ainda condição específica para o transporte na cabine ou no porão realizado em voos nacionais e internacionais. E segundo, o Aeroporto Internacional de Guarulhos, como há um limite máximo para o transporte de cargas vivas por voo, o ideal é que o passageiro faça uma reserva com antecedência junto à companhia.

Voos nacionais

Entre outras instruções reveladas nos sites da Avianca, Azul e TAM está a documentação exigida: atestado de saúde emitido pelo veterinário com validade de 10 dias, a partir da data da emissão do documento; e um certificado de vacinação antirrábica (para animais com mais de três meses de idade), sendo que a vacina precisa ser aplicada de 30 dias a um ano antes do embarque.

E no caso de filhotes com menos de três meses, e que não tenham tomado a primeira vacina, poderão embarcar junto com o passageiro se houver uma autorização do veterinário.

A Azul informa ainda que os passageiros que tenham suas viagens destinadas a Fernando de Noronha, é necessário ainda uma autorização de Entrada de Animais na Ilha, expedida pela Secretaria de Meio Ambiente e Turismo de Fernando de Noronha.

Se o transporte for no porão, o peso do animal somado a caixa de condução não deve exceder 45 kg. E as dimensões máximas da caixa permitidas são 94 cm de comprimento, 64 cm de largura e 61 cm de altura. A documentação para a cabine e porão é a mesma.

Taxas

No caso de carregamento de animais na cabine, o pagamento cobrado até o destino final é de excesso de bagagem tanto em voos nacionais como em voos internacionais, seja na cabine ou no porão.

Ainda na TAM, a taxa é de R$90 + total do peso da caixa de transporte e do animal multiplicado por 0,5% da tarifa cheia, do trecho doméstico que será voado. No caso de voo internacional a taxa é de US$ 50 + excesso de bagagem + taxa/imposto (no caso de alguns países que exigem uma dessas cobranças). O valor cobrado pelo ao excesso de bagagem se refere a duas bagagens.

Já a Azul cobra uma taxa de R$ 140 por trecho. E cada cliente tem o direito de levar apenas um pet durante o voo, sendo permitido até três animais domésticos por voo, “desde que tenham mais de 4 meses de idade e sejam transportados com segurança e em embalagem apropriada.

Cão-guia

No caso especial de passageiro com um animal de serviço, o cão-guia deve estar com coleira e ao lado do passageiro, na primeira fila, e, obrigatoriamente, sem custo adicional ao passageiro. Para isso, o cliente também deve informar antecipadamente a companhia aérea, apresentar a documentação necessária do pet e um atestado médico que evidencie a necessidade do passageiro de levar o cão-guia.

Documentos

No último mês de fevereiro, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento passou a emitir passaporte para cães e gatos. Este documento substituiu o Certificado Veterinário Internacional (CVI), e não é obrigatório.

O novo documento levará o nome e endereço do dono do pet, além de uma descrição do animal (nome, espécie, raça, sexo, pelagem e estimativa da data de nascimento), número de identificação eletrônica do animal (microship).

Como tirar o passaporte?

O Ministério da Agricultura ainda informa que o documento será expedido em inglês, português e espanhol. E para que o animal tenha uma identificação eletrônica, o dono deverá levar o bicho de estimação a um veterinário para implantação de um microship, e então facilitar a identificação dele em qualquer país.

Depois é necessário ir até uma unidade do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), localizadas em aeroportos, portos e postos de fronteira dos estados brasileiros para expedir o documento.

Atualmente, os únicos países que aceitam o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos do Brasil são: Argentina , Uruguai, Paraguai e Venezuela*. “Cada país tem requisitos específicos para autorizar o ingresso de cães e gatos no seu território”, diz  o ministério. Por isso, “é importante que o proprietário planeje com antecedência a viagem do seu animal para ter tempo suficiente de atender todas as exigências do país do destino, o que às vezes pode requerer alguns meses”.

Para mais informações sobre a documentação necessário para o país de interesse acesse o site: http://www.agricultura.gov.br/animal/animais-de-companhia/transporte-internacional

quinta-feira, 6 de março de 2014

Escolher um pet e encontrar um namorado é mais similar do que você imagina


Para escolher um pet ideal, futuros donos precisam passar por um processo muito similar ao recomendado por especialistas na busca por verdadeiro amor.

Ter um animal de estimação significa ter um amigo que você poderá contar nos tempos difíceis e alegres.  Ele sempre estará do seu lado, torcendo por você, movido simplesmente pelo amor e pela alegria de tê-lo como dono. 

Embora pareça que todos os animais irão cumprir a função de ser o “pet perfeito” para os seus donos, a verdade é que existem sinergias entre os animais e seus respectivos donos.  Como qualquer bom relacionamento entre pessoas, a personalidade e o estilo de vida necessário para fazer aquele animal feliz devem ser considerados antes de trazê-lo para a sua vida.

Afinal, um animal de estimação fará parte do seu dia-a-dia por mais de uma década.  Nesse sentido, o momento de escolhê-lo deve ter a mesma importância do que a escolha de um amigo ou par perfeito. 

Com isso em mente, procurei as dicas mais indicadas por especialistas sobre como encontrar o par perfeito e as adaptei para animais de estimação, ou seja, um dos seus melhores amigos pelas próximas duas décadas.

1. Conheça a si mesmo antes de trazer um animal para a sua vida

O auto conhecimento é um dos fatores mais importantes a serem considerados na hora de adotar um animal de estimação.  Não adianta, por exemplo, adotar um cachorro que exigirá horas de caminhadas por dia se você é uma pessoa que gosta de dormir até tarde e relaxar no sofá nos tempos livres.

Ao se conhecer e entender os motivos pelos quais você quer trazer um animal de estimação para a sua vida, você conseguirá entender o papel que ele terá na sua rotina.  Assim, poderá ter por perto um animal que agregará no seu dia-a-dia. 

2.  Saiba por que você procura em um animal de estimação

Por que você quer um animal?  Em casos em que ter um animal foi uma ideia para tentar amenizar um problema na vida dos donos, como, por exemplo, uma insegurança no casamento, aconselho resolver esse problema antes de adquirir o animal. 

Da mesma forma que um ter um filho não resolverá esses problemas, trazer um cachorro ou gato para casa com a expectativa de que eles preencham esse tipo de vazio pode ser problemático. Na maioria de casos como esses, o que se vê é que, quando se trata do que importa para ser feliz, o animal de estimação ficará em segundo plano e não terá o que é necessário para si.

Ter um animal de estimação deve ser uma troca e uma verdadeira convivência entre dono e pet.  O seu animal te fará uma pessoa melhor mas, ao mesmo tempo, exigirá o seu tempo, atenção carinho.  Por esse motivo, ter um animal para te fazer companhia e te acompanhar no seu dia-a-dia são motivos que agregam à sua vida e à dele.

3. Conheça diversos animais e veja o que mais encaixa com você

Não se apegue ao primeiro animal que você vê.  Conheça diversos cachorros e gatos e busque entender o máximo que puder sobre ele e suas características antes de escolher o que mais encaixa com você.

Os animais tem personalidades diferentes e, por conta disso, exigem cuidados e rotinas diferentes.  Ao interagir com diversos animais e entender mais sobre eles, você notará essas diferenças e poderá fazer a escolha que mais combina com você. 

4. Se um não quiser, dois não ficam juntos

Não é só você que tem que conhecer e escolher o animal, mas ele também tem que sentir a sua energia e ver se combina com ele.  Em diversos casos, ao não se abrir completamente com o animal, donos adquirem animais que trazem mais preocupações para a sua vida do que felicidade e amor.  Nessas situações, tanto os donos quanto os animais ficam infelizes e a taxa de abandono, consequentemente, sobe.

Sendo assim, é importante que você interaja com o animal por algum tempo antes de levá-lo para casa. Alguns locais onde você pode adquirir animais já trabalham com essa proposta, sendo que um deles é o evento Adote Um Melhor Amigo, organizado pelo Linkanimal, onde os animais ficam soltos em um ambiente descontraído.  Assim, os futuros donos podem interagir com diversos animais e vice-versa, permitindo que surja aquele momento de “verdadeiro amor” que comumente existe entre donos e seus pets.

5. Esteja preparado para fazer pequenas mudanças na sua vida

No momento que você trouxer um animal para a sua vida, seja ele um gato ou um cachorro, ela irá mudar.  O seu horário de acordar e dormir e provavelmente a sua rotina terá  que ser adaptados para incluir a entrada desses animais.  Estudos revelam que gatos baseiam a sua rotina diária no dia-a-dia do dono, por exemplo.  Se a sua rotina não comportar a de um gato, as chances dela ter que mudar são grandes.