sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Ao contrário de humanos, cães e gatos veem luzes ultravioleta, diz estudo


Você alguma vez já pegou seu gato ou cachorro olhando para algum canto vazio de casa? A cena, corriqueira para quem tem animais de estimação e capaz de pôr medo em muita gente crescida, tem agora uma explicação científica.

É que segundo uma pesquisa conduzida por biólogos da City University London, na Inglaterra, esses animais têm a capacidade de enxergar luzes ultravioleta, que produzem cores que a visão humana não vê.

"Nunca se pensou que esses bichos pudessem enxergar em ultravioleta, mas eles podem", disse, na divulgação do estudo, o cientista Ron Douglas. Seres humanos enxergam tons do vermelho ao violeta — ao passo que as ondas de luz ultravioleta estão além dessa combinação.

E por que animais teriam a capacidade de enxergar esses outros comprimentos de onda? Por diversas finalidades: abelhas e insetos, por exemplo, a usam para ver tons nas plantas que os atraiam ao néctar. Já renas, graças a essa capacidade, podem identificar um predador como o urso polar, cuja pelagem branca se mistura à cor da neve. Além desses bichos, muitos outros animais, incluindo pássaros e peixes, também enxergam outras luzes.

Em comum a todos os animais capazes de enxergar a luz ultravioleta está o processo normal de visão: a luz atinge a retina, que a converte em estímulos nervosos enviados ao cérebro, que então a percebe.
Luz passando pela retina

Para chegar à descoberta de que cães e gatos também enxergam em ultravioleta, os biólogos analisaram olhos (doados por zoológicos e clínicas veterinárias) de diversas espécies de animais mortos. De macacos a pandas-vermelhos.

A partir daí, mediram como a luz passava pelas lentes de cada olho de animal até chegar a suas respectivas retinas.

O procedimento mostrou aos pesquisadores que os olhos de cães e gatos (assim como os de porcos-espinho, ferrets e okapis, um parente africano das girafas) permitem a absorção de luzes ultravioleta, sugerindo que teriam a capacidade de, assim, enxergá-la.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Dicas de cuidados com os animais no Carnaval


Mais um feriadão de Carnaval está chegando: folia, festa e diversão não vão faltar! Mas se você tem um animal de estimação e vai pegar a estrada, é preciso ficar atento com os cuidados com o seu “filhote” nesse período: ele vai ficar por aqui ou vai junto com você? Será que ele vai gostar dessa agitação toda?

Segundo a médica veterinária do Hospital Veterinário Pró Vita Rhéa Cassuli Lima dos Santos, os pets não são muito adeptos das festas. A mudança na rotina pode levar ao estresse. “Pessoas diferentes no mesmo ambiente aumentam o risco de acidentes, como por exemplo, fugas e atropelamentos (mesmo dentro de casa). Podem, ainda, se machucar por estresse pelo intenso barulho ou de tanto latir tentando ver o que está acontecendo fora de casa. Outros problemas comuns são a intoxicação por alimentos impróprios ou resíduos incluindo bitucas de cigarros, balões, enfeites e pedaços de fantasias”, resume a veterinária.

Quem vai ao litoral deve intensificar os cuidados. Na praia há muitos cães errantes, que são fontes de doenças e parasitas. Também há o problema das fugas, cães e gatos perdidos por estarem num ambiente desconhecido ou pouco familiar. “A vacinação deve estar em dia. Alguns destinos, principalmente regiões mais quentes, são regiões endêmicas de certas doenças muito sérias que necessitam de vacinação especial”, lembra Rhéa.

Para a viagem de carro, por exemplo, os donos devem estar prevenidos. A dica da veterinária é não se esquecer de manter o carro arejado, levar sempre água fresca e o tapete higiênico, além de fazer algumas paradas durante o trajeto.

Quem tem filhote não vacinado, é melhor optar por deixá-lo por aqui. “Filhotes não vacinados não devem ter contato com outros cães, principalmente os de rua, nem ir a parques, por exemplo. Para cães e gatos idosos, a viagem pode ser uma fonte de estresse e risco. A hospedagem se torna a melhor opção”, resume a veterinária.

Caso os donos queiram colocar o pet no ritmo da folia, como roupinhas ou possíveis fantasias, é preciso tomar cuidado com os acessórios. Para Rhéa, roupas apertadas ou que possam se engatar em algo são perigosas e podem sufocar ou machucar o animal. “Pode usar roupa? Pode, mas com supervisão. Nunca deixe o cão ou gato sozinho usando a roupa”, finaliza Rhéa.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Cachorros entendem as emoções dos donos


Um estudo publicado no Journal of Current Biology revela que cachorros conseguem entender o que as pessoas estão sentindo por seus tons de voz.

Usando exames de ressonância magnética em cachorros e humanos, cientistas da Academia Húngara de Ciências, na Hungria, analisaram como os cérebros humano e canino respondiam à vozes e latidos, respectivamente.

Os resultados revelam que os cachorros processam as vozes de humanos da mesma forma que pessoas processam esses sons.  Sendo assim, pelo simples tom da voz, o cão consegue determinar se uma pessoa está feliz ou triste. 

Ainda mais, o estudo focou em sons emocionalmente carregados, como um choro ou uma risada.  Os resultados mostram que, além de evoluir para conviver no mesmo ambiente, os humanos e cães também desenvolveram mecanismos cerebrais similares.

O cachorro é o primeiro animal que não é primata que responde à vozes dessa maneira.

De acordo com o estudo, o cérebro do cachorro funciona de forma similar ao cérebro humano, nesse sentido, com ambos tendo uma região dedicada ao processamento de sons.  Sendo assim, ao ouvir o som de uma voz humana, a mesma parte do cérebro do cachorro e do humano, o polo temporal, acende. 

O Dr. Attila Andics, autor líder do projeto, explica que “a localização da atividade no cérebro canino é muito similar de onde encontramos a atividade no cérebro humano.  O fato que essas regiões existem no cérebro do cachorro é uma surpresa - é a primeira vez que vimos isso em um animal que não é primata.”

Pessoas respondem a latidos da mesma forma que cães respondem a vozes.

Quando os sons emitidos por seres humanos eram tocados, como um choro ou uma risada, as mesmas regiões no cérebro canino e humano foram ativadas.  Isso ocorreu também quando sons caninos, como o latido ou choro de cachorro, foram tocados. 

Para os cachorros, mesmo entendendo as vozes humanas, suas respostas aos sons caninos eram mais fortes.  Desta forma, o cérebro do cachorro responde melhor a latidos de cães, enquanto o cérebro humano responde melhor a sons humanos, comparativamente.

Ambos os cérebros processam quem emitiu o som e como essa pessoa se sente. A maneira que o cachorro processa sons de cachorro é similar com a maneira que eles processam sons de humanos, ou que humanos processam vozes  humanas.

O estudo implica que, talvez, os cães processam emoções da mesma forma que as pessoas.
As implicações do estudo para a teoria da evolução canina são grandes

Esse estudo tem grandes implicações para a teoria da evolução do homem com o cachorro, mostrando que ambos evoluíram para se comunicar melhor e entender o que cada um estava sentindo.  Por ser no mesmo lugar nos dois cérebros, o estudo aponta que essa área do cérebro canino provavelmente se desenvolveu há 100.000 anos, durante as primeiras interações e convivência entre humanos e cachorros

Como o estudo foi conduzido

O estudo contou com a participação de 11 cachorros e 22 voluntários.  Todos tiveram os seus cérebros escaneados no aparelho de ressonância magnética. 

Primeiro, os cachorros precisaram ser treinados para usar a máquina de ressonância.  Todos foram treinados com reforço positivo, o que fez a experiência para eles divertida. 

Os cachorros fizeram 12 sessões de treinamento preparativos e , depois, sete sessões já na máquina.  Após esse treinamento, os cachorros já conseguiam ficar até oito minutos fazendo o exame e já conseguiam fazer o estudo.

Essa pesquisa marca uma das primeiras vezes em que humanos e cachorros participaram do mesmo estudo, passando pelos mesmos exames , e que os seus resultados foram comparados.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

O seu cão te ama ou só quer comida?


Ao ver as alterações no cérebro do cachorro, no momento em que ele interage com petiscos e seus donos, cientistas descobriram se o cão realmente ama os seus donos

A dúvida se o cachorro realmente ama, ou se só considera o dono uma fonte de comida e abrigo finalmente foi respondida.  Além de revelar o carinho que o cachorro sente por seu dono, os resultados da pesquisa abrem a porta para uma compreensão maior sobre o papel do cachorro na evolução humana.

Em seu livro, Como os cães nos amam , Gregory Burns, professor de neuroeconomia da Emory University, em Atlanta, revela os resultados de exames de ressonância magnética que foram conduzidos em 12 cachorros.  Essa pesquisa marca a primeira vez na história que exames de ressonância magnética foram feitos em cachorros que não estavam sedados, permitindo, assim, a análise dos pensamentos desses animais.

Dessa maneira, cientistas conseguiram analisar o pensamento dos cães não somente usando o comportamento dos animais, mas também as atividades de seus cérebros.
Como os cientistas descobriram se o cachorro ama, de fato, o seu dono?

Para conduzir essa pesquisa, os cães foram treinados a ficar parados durante o exame de ressonância magnética, algo difícil, considerando o barulho dentro da máquina.  Após entrar na máquina, foram dados comandos aos cachorros, que indicavam que, em breve, eles receberiam petiscos, além de outros estímulos.

A parte do cérebro que estava sendo estimulada durante essas interações acendia na máquina, permitindo com que os cientistas entendessem as emoções associadas àquela ação. As reações do cérebro aos comandos e objetos foram capturadas pelo exame e analisadas posteriormente.

 Os resultados da pesquisa revelam que os cães realmente amam os seus donos

Quando os cientistas mostravam aos cachorros que eles iriam receber um petisco, uma parte do cérebro desses animais acendia, parte esta similar a do cérebro humano associada a emoções positivas.

De acordo com Dr. Burns, "quando fazemos experimentos mais interessantes, nos quais apresentamos aos cachorros outras coisas, como o cheiro de seus donos, ou de outras pessoas com quem eles convivem, além de outros cachorros que moram com eles, e comparamos isso com os de pessoas e cachorros que eles não conhecem, vemos atividades nessa mesma parte do cérebro [que se revela quando os cachorros são apresentados à comida].

Esse fato é importante porque mostra que os cachorros reconhecem os cheiros de pessoas com quem eles vivem, além de deixar claro que os animais têm, sim, sentimentos positivos por essas pessoas.  Acredito que a resposta é que eles, definitivamente, nos amam por motivos além da comida. Basicamente, eles nos amam pelos motivos que as pessoas nos amam, como conforto e elos sociais", relatou o doutor.
As implicações dessa pesquisa abrem portas para uma maior compreensão sobre a evolução humana

Dr. Burns ainda explica que os resultados de sua pesquisa podem ter implicações significativas com relação ao papel que o cachorro teve na evolução humana.

Apesar de haver diversos estudos que analisam o papel que os humanos tiveram na domesticação e evolução canina, poucas pesquisas analisam a contribuição da presença de cachorros para a evolução dos humanos.

Com isso, Burns espera continuar a sua pesquisa e esclarecer mais dúvidas sobre a profundidade do relacionamento entre humano e cachorro.  Ainda mais, espera-se que, no futuro, seja possível analisar o cérebro de outros animais.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Conheça a legislação e as instituições que cuidam da regulamentação e proteção dos animais


Abusos e maus-tratos contra animais configuram crime ambiental e devem ser comunicados à polícia, que registrará a ocorrência, instaurando inquérito.

A autoridade policial é obrigada a proceder a investigação de fatos que, em tese, configuram crime ambiental. A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pode ser feita em uma delegacia de polícia ou junto ao Ministério Público.

Os animais silvestres, além de serem normalmente protegidos pela lei descrita acima, ainda podem ser denunciados à Polícia Florestal (onde houver) e ao IBAMA, através da "Linha Verde": 0800-618080 (ligação gratuita).

Conheça as diferenças entre animais silvestres ou selvagens e animais domésticos:
O que são animais silvestres ou selvagens?

São considerados animais silvestres (ou selvagens) todos os animais que vivem ou nascem em um ecossistema natural - como florestas, rios e oceanos. Existem animais silvestres nativos – brasileiros - e exóticos - de outros países. Lobo-guará, onça-pintada, mico-leão-dourado, piranha, boto, curió, papagaio e capivara são exemplos de animais silvestres nativos. São animais silvestres exóticos leão, tigre, elefante, pavão, canguru e outros animais que não fazem parte da fauna brasileira.

O que são animais domésticos?

Animais domésticos são aqueles que não vivem mais em ambientes naturais e tiveram seu comportamento alterado pelo convívio com o homem. Os cavalos, por exemplo, são animais domésticos e dependem dos homens para alimentação e abrigo. Os homens, por sua vez, começaram a criar cavalos pois precisavam deles para transporte. Por isso, dizemos que há uma relação de dependência mútua entre animais domésticos e seres humanos.

Ter um animal silvestre brasileiro em casa é crime?

Sim. Não é permitido manter em cativeiro animais silvestres brasileiros, como macacos, papagaios, araras e curiós. Isto só é permitido a zoológicos, entidades com fins científicos e outras exceções, desde que possuam autorização do Ibama ou da autoridade competente.

Permitir que qualquer pessoa tenha um animal silvestre em casa estimula a atividade de traficantes de animais - pessoas que retiram os bichos selvagens de seus ambientes naturais para vendê-los. Separar um animal silvestre de seu ambiente prejudica não só o bicho que é afastado de sua família como vários outros animais que dependem dele para sua sobrevivência. Ter animais silvestres em casa prejudica o equilíbrio dos ecossistemas naturais.

De acordo com a "Lei de Crimes Ambientais", quem tem um animal silvestre brasileiro em casa está sujeito a prisão de seis meses a um ano, além de multa.

O que fazer se você encontrar um animal silvestre perdido?

Caso ele esteja machucado, ligue para o zoológico mais próximo ou para alguma entidade de defesa e proteção animal. Caso não existam essas instituições por perto, entre em contato com a prefeitura do município e peça ajuda à Secretaria de Meio Ambiente ou ao departamento responsável pela Vigilância Sanitária. O trabalho de ajuda e socorro ao animal, seja ele de qualquer espécie, deve sempre ser feito por veterinários ou funcionários de entidades de proteção animal, pois uma pessoa despreparada pode machucar ainda mais o bichinho.

O que fazer se encontrar alguém vendendo um animal silvestre?

Se você encontrar alguém vendendo ou mantendo um animal silvestre preso em casa sem autorização do Ibama, deve denunciar a este órgão pela "Linha Verde" de atendimento 24 horas, 0800-618080; ou à Rede Nacional de Controle de Tráfico de Animais Silvestres (Renctas), por e-mail, renctas@renctas.org.br.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Orientações para quem quer doar ou adotar um animal


Para quem vai adotar

Só adote um animal depois de refletir sobre isso e em todas as consequências que a Posse Responsável de um bicho pode trazer para a sua vida e para as vidas das pessoas que moram com você.

Pergunte tudo sobre o estado de saúde e as condições do animal. Ele já foi castrado? Qual sua idade (ainda que estimada)? Qual sua procedência? Qual seu histórico de saúde? Quais são as características de seu comportamento?

Evite adotar de quem faz de tudo para você levar o bicho. Um protetor consciente não empurraria um pastor alemão para quem vive em um apartamento, por exemplo, pois há grandes chances da adoção não dar certo.

Inspecione o local em que o animal está abrigado. O lugar onde ele está exposto jamais poderá ter cheiro forte e deve estar limpo e em ordem, assim como o próprio animal. Denuncie maus-tratos.

Verifique se o animal foi devidamente vermifugado e vacinado. Peça sua carteira de vacinação, confira as vacinas, vermífugos e as datas em que eles foram administrados. A carteira deve estar assinada e autenticada por um veterinário.

Para quem vai doar

Prepare o animal. Ele deve estar saudável e ser vacinado, vermifugado e castrado.

Tente encontrar um conhecido interessado em adotar o bicho. É sempre mais seguro encaminhar um animal para alguém de confiança.

Se for doar para um desconhecido, peça telefone, endereço, cópia do RG e comprovante de residência de quem vai adotar. Visite o local antes de doar.

Seja honesto: diga a verdade sobre a idade, procedência, histórico de saúde, características de comportamento e outras informações referentes ao animal.

Faça um termo de compromisso e posse responsável. Deixe claros os direitos e obrigações de ambas as partes e garanta que o adotante se prontifique a devolver o animal em caso de maus-tratos ou caso o mesmo não se adapte ao novo lar. Garanta com isso que o animal será bem tratado pelo adotante e que o doador assuma as responsabilidades caso haja algum problema pré-existente no animal.

Se o interessado quiser buscar o animal, não fornecer o endereço e não permitir que você veja o local onde ele vai ficar, NÃO DOE.

Certifique-se de que seu bicho não cairá nas mãos de criadores que confinam os animais em canis pequenos e sujos e os descartam quando não podem mais procriar.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Acidentes domésticos com animais de estimação: como agir?


O ambiente de uma casa tem uma relativa aparência de segurança para o seu bichinho de estimação. No entanto, os riscos de acidentes com animais são enormes, dependendo da raça, espécie e idade.

Em relação aos animais, Os acidentes domésticos mais comuns são:

- Roedores, como coelhos, que roem fios de utensílios domésticos e acabam se eletrocutando; principalmente se os aparelhos estiverem ligados à tomada elétrica.

- Aves ornamentais, como calopsitas, que ao ficarem soltas aterrissam muitas vezes em panelas quentes ou no próprio fogão aceso após voos desordenados.

- Os répteis, como as cobras, que por curiosidade ou instinto acabam entalando em canos de água.

- Os gatos; principalmente os mais jovens, que tendem a engolir linhas soltas em brincadeiras, o que acaba levando a problemas intestinais.

- Cães e gatos que ingerem produtos tóxicos, como águas sanitárias e desinfetantes.

A ingestão de produtos tóxicos é bastante comum, principalmente quando se trata de animais mais jovens, o que pode ser muito prejudicial ao pet. O atendimento rápido por um Médico Veterinário aumenta as chances de vida do animal intoxicado e para isso podemos sugerir algumas ações simples:

- Identifique o produto ingerido e se possível leve a embalagem do produto ingerido juntamente com o animal até a Clínica veterinária mais próxima ou de sua confiança.

- No caminho, ou antes, de sair; procure informar ao Médico Veterinário o que está acontecendo, para que os profissionais e a equipe se preparem para chegada do animal em emergência.

- Não provoque vômitos no animal se não tiver a plena certeza de que o produto ingerido não é causticante, pois esses produtos  queimam as mucosas da garganta do animal na hora da ingestão e também queimarão com o vômito, piorando o quadro clínico do seu animal.

- Não ofereça comida e muito menos leite ao animal intoxicado, pois na grande maioria das vezes o leite acabará facilitando a absorção do veneno, piorando o estado geral do animal.